sábado, 16 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Um canto de jardim

Montreal tem cantos de jardins muito lindos. Esta fonte com a água a brotar peito abaixo e envolvida de verdura com o contraste da côr da janela florida, chamou especialmente a minha atenção.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

OLHARES SOBRE A CIDADE ...

Quem passa pela Avenida Navarro e não conheça, jamais suspeitará que uma bela fachada entre uma Igreja Adventista e a antiga Foto Rasteiro, tem por detrás esta ruína. Basta passar pela rua da Alegria para constatar o facto. Aqui, neste local,  foi durante muitos anos  o maior armazém de medicamentos da cidade de Coimbra - A drogaria Rodrigues da Silva. Tinha dezenas de trabalhadores numa labuta diária empenhada. Porque conheci, recordo as enormes escadas móveis de madeira com que os colaboradores acediam às prateleiras mais altas na busca do produto requerido.

O Tempo e os Homens  encarregaram-se de varrer esta memória. Ficaram apenas os destroços de um passado. E os que aqui deixaram muito de si trabalhando para engrandecer o nome deste armazém que foi um baluarte da cidade, mereceriam mais  respeito e reconhecimento.
Quito Pereira     

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

PASSATEMPO

ONDE FICA ESTA CUPULA  DEGRADADA EM PRÉDIO ANTIGO E BONITO?
  

 Mais um cheirimho(mofo)...aspirem e agora acertem!




ANIVERSÁRIO

VIRGILIO ANTÓNIO OLIVEIRA

12-01-1950
Nesta data especial..

"Encontro de Gerações", deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

Ciclismo de inverno


Em Montreal as pessoas fazem ciclismo tanto de verão como de inverno, não havendo diferença entre classes sociais. Pode-se ver passar um ministro, um astronauta, um reitor universitário, responsáveis de grandes empresas (pdgs), comerciantes, empregados de todas as ordens, sem-abrigos, etc. Isto não falando em empregos como polícias, fiscais de estacionamento, leitores de contadores dos mais diversos que se situam nos exteriores das casas, entre muitos outros. Por seu lado a cãmara cria estruturas para que os ciclistas tenham meios seguros para se deslocarem.

Em baixo podemos ver a chamada banda para ciclistas que se posiciona ao lado dos estacionamentos dos carros. Nenhum obstáculo físico como passeios, divisórias, pinos, etc, a devide da rua aonde esteja implantada ou dos carros estacionados mas por contra tem a garantia de operacionalidade durante todo o ano, pois a neve é retirada quando vão limpar as ruas. Só para estacionar e saír, o automobilista pode atravessar a banda mas em caso de acidente, a responsabilidade é sempre do automobilista. Vulgarmente as pessoas chamam-lhe pistas.

Ciclista na pista da rua Rachel. A neve encobre um pequeno passeio que a devide da rua.
Foto do jornal Metro de 7 de Janeiro deste ano.
Em frente das estações de metro, há sempre parques para estacionamento das bicicletas durante todo o ano.

Os serviços municipalizados têm só um tipo de passe para dentro da ilha de Montreal, que dá para todos os autocarros e metro. Também há um outro tipo de carta do mesmo género que permite recarregar bilhetes que ficam muito mais baratos do que comprados a vulso ou em grupos de seis. Os ciclistas possuidores de uma destas cartas, podem deixar as bicicletas devidamente guardadas das intempéries e dos roubos.
Não falta a propaganda para que as pessoas utilizem a bicicleta, o metro e o autocarro, deixando os carros em casa para defesa do meio ambiente.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

MÚSICA MUNDIAL DE LUTO..

MORREU DAVID BOWIE NO DIA EM  QUE COMEÇOU UMA LENDA DA MÚSICA


 

COMPROVE...ACONTECE! JÁ NOS ACONTECEU!

(nota):se já conheces lê na mesma...É giro!
"Se alguma coisa de mal pode acontecer… acontecerá".

SEGUEM ALGUMAS LEIS E PRINCÍPIOS DE DEMONSTRAÇÃO EMPìRICA:

"A apólice de seguro cobre tudo, menos o que aconteceu." ( Lei de Nonti Pagam).

"Quando estiveres só com uma mão livre para abrir a porta, a chave estará no bolso oposto." (Lei de Assimetria, de Laka Gamos).

"Quando tiveres as mãos sujas de gordura, vais decerto ter comichão, pelo menos, no nariz." (Lei de mecânica de Tukulito Tepyka).
"Não importa por que lado seja aberta a caixa de um medicamento. O papel das instruções vai sempre atrapalhar." (Princípio de Aspirinovisky).

"Quando achas que as coisas começam a melhorar, é sinal de que algo te passou despercebido." (Primeiro teorema de Tâmus Ferrádus)

"Sempre que as coisas te parecerem fáceis, é porque não entendeste todas as instruções." (Princípio de Atròp Lado)

Os problemas não se criam, nem se resolvem, só se transformam." (Lei da persistência de Waiterc Pastar)

" Quando correres para o telefone, vais chegar exactamente a tempo de ouvir que desligam." (Principio de Ring A. Bell)

"Se só existirem dois programas de TV que valha a pena ver, os dois passarão certamente à mesma hora." (Lei de Putz Kiparil)

"A probabilidade de que te sujes a comer é directamente proporcional à necessidade que tiveres de estar limpo." (Lei de Kika Gadha)
"A velocidade do vento é directamente proporcional ao esmêro do penteado."
(Lei Meteorológica Pàgó Barbeiro )

"Quando, depois de anos sem a usares, decidires atirar uma coisa fora, vais precisar dela logo de seguida." ( Lei irreversível de Ketonto Kefôste)

"Sempre que chegares pontualmente a um encontro, não haverá ninguém lá para o comprovar, e se ao contrário, te atrasares, toda a gente terá chegado antes de ti."(Princípio de Tardelli e Èsgrande La de Mora)

1- LEIS BÁSICAS DA CIÊNCIA MODERNA:

 
Se mexer, pertence à Biologia.
Se cheirar, pertence à Química.
Se não funcionar, pertence à Física.
Se ninguém entender,
     é Matemática ou Filosofia.
Se não faz sentido,
       é Economia ou Psicologia.
Se mexer, cheirar, não funcionar,
      ninguém entender e não fizer sentido,
        é INFORMÁTICA.
2- LEI DA PROCURA INDIRECTA:
O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra.
Encontras sempre aquilo que não procuras.
3- LEI DA COMUNICAÇÃO:
Quando te ligam: se tens caneta, não tens papel. Se tiveres papel, não tens caneta. Se tiveres ambos, ninguém liga.
Quando ligas para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados.
Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.
4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA EM ROUPAS:
Se estiver escrito "Tamanho Único", é porque não serve em ninguém, muito menos em ti...
5- LEI DA GRAVIDADE:
Se consegues manter a cabeça fria enquanto à tua volta todos a estão perdendo, provàvelmente não estás entendendo a gravidade da situação...
6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:
    80% da prova final serão baseados na única aula a que não compareceste e os restantes 20% no único livro que não leste.

7- LEI DA QUEDA LIVRE:
Qualquer esfôrço para agarrar um objecto em queda provoca maior destruição do que se o deixássemos caír naturalmente.
A probabilidade de o pão caír com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do tapete.
8- LEI DAS BICHAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:
A bicha do lado anda sempre mais depressa.
Parágrafo único: Não adianta mudar de bicha. A outra é sempre mais rápida.
9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:
Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação constante do manual.
10- LEI DA FITA GOMADA:
Existem dois tipos de adesivo: o que não cola e o que não sai.


 
11- LEI DA VIDA:
Uma pessoa saüdável é aquela que não foi suficientemente examinada.
Tudo que é bom na vida é ilegal, ou é imoral, ou engorda ou engravida.


 
12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:
Toda a partícula que voa encontra sempre um olho aberto"

 

domingo, 10 de janeiro de 2016

ANIVERSÁRIO

BRANCA SARMENTO

10-01-1947

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações", deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

sábado, 9 de janeiro de 2016

UMA VARANDA PARA ORIENTE ...



­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­

 Gare do Oriente ...

Não gosto deste retângulo de teclas e de letras. Não gosto deste monstro tecnológico sem alma, que me fere o pensamento envolto em macias nuvens de um Tempo a que não me quero desamarrar, como um barco solto das margens. Não quero e não gosto.

Quero voar. Apetece-me voar. Dar, de novo, asas ao passado. Lembrar quem quero lembrar. Recordar os que amei e me amaram. Mas queria fazê-lo como se fossem notas soltas. De sentir o riscar do aparo da minha pena ferindo ao de leve a folha branca de papel, com a candura de hábitos de um Tempo remoto.

Agora que o calendário vai avançando dia a dia, apercebo-me, de repente, que Lisboa sempre foi uma encruzilhada na minha vida. Como uma estação de comboios como muitas linhas divergentes e convergentes. Local de chegadas e partidas. De sorrisos e de lágrimas de despedida. Assim é a Lisboa que me povoa o pensamento e as lembranças.

No quarto andar do número trinta e cinco da Rua Luís Monteiro, lá para os lados do extinto cinema Max dos filmes fora de horas e da boémia lisboeta, eu olhava da varanda alta, os aviões a rumar à pista do aeroporto da Portela, num ruído ensurdecedor. E eu, tenra criança, gritava alvoraçado para a Crisálida – nome raro - minha pequena prima de tranças loiras … anda... anda ver os aviões …

E ela vinha. Depois corria pela varanda, erguendo os bracitos em algazarra, numa saudação ao pássaro gigante que, com a asa esquerda, parecia querer tocar a grade de ferro forjado daquela bancada debruçada a Oriente. Um Oriente sem ponto cardeal, onde pontuava ao longe na bruma da poluição, a esguia Torre da Sacor com a sua chama pálida e mortiça no topo, naquela que era na época, uma das zonas mais degradadas da capital.

À noite vinha o Bernardino. Subia as escadas cansado, agarrado ao corrimão pintado de verde. Um verde velho e desmaiado, que já se rendia à cor da ferrugem aqui e ali. Bamboleava o corpo mole e atarracado, de cabeça baixa como quem cumpria uma penitência. Ele – o velho Bernardino – era a bondade em figura de gente. De noite rezava e, de manhã, lembro-lhe as calças cinzentas e o tronco nu. 

Inclinado na casa de banho, olhava num pequeno espelho redondo, as faces cobertas de espuma do pó de sabão da barba, que previamente misturava com água morna numa pequena taça de alumínio onde molhava um pincel gasto pelo uso, e uma navalha de cabo cor de pérola com que, meticulosamente, escanhoava a cara, ferindo-se em minúsculos lenhos de onde brotavam pequenos filamentos de sangue vivo.

Depois, como um padre desdobrando os paramentos para a cerimónia litúrgica, vestia lentamente a camisa e um casaco azul de bolsos grandes. Nas calças vincadas com esmero e dedicação por mérito da Etelvina, um cinto negro de fivela larga, que lhe amparava o ventre obeso.

Então, beijava a família e partia para o ruído tumultuoso de Lisboa. Batia a porta devagar, como quem se escapulia para a vida. Apenas o som metálico do ferrolho e o ranger das dobradiças davam o sinal da sua ausência. À noite regressava. Um ritual que se repetia dia após dia, ano após ano. Um carrossel sem luz nem esperança. Somente e bem brilhante, o farol da honradez e da dignidade. De fortuna, apenas o serão em família e as estrelas do Firmamento. 

A Crisálida da minha infância, já não tem as tranças loiras. A pele, fina como cetim, foi sulcada por rugas que são as medalhas da vida. Enviuvou cedo. Ficou de luto, mas luta. Porque Lisboa é a sua cidade. E a única filha que Deus lhe deu o seu mundo.

De Lisboa parti para a guerra. A Lisboa voltei da guerra. Hoje, volvidos tantos anos, a velha Lisboa gentil e generosa, deu-me um pequeno presente. Um presente precioso. Um diamante belo, único e sem preço. Por isso, quando a vida o permite e o garrote da saudade aperta, regresso à Gare do Oriente.

Sempre o talismã do Oriente, quando relembro a varanda da minha infância. Volto à convulsão da cidade gigante e ao aroma de um Tejo banhado de Sol. Na grande capital, demando agora outras paragens, sem  nunca esquecer aquele andar da Rua Luís Monteiro, no coração da grande urbe cosmopolita onde, com os meus olhos de menino, eu tinha uma visão privilegiada e abrangente da zona oriental de Lisboa.

E assim vou consumindo a vida. Desfolhando o passado pétala a pétala e vivendo o presente. Um presente feito de notas soltas, reescrito com a nostalgia de quem se sentou, ainda que por momentos, naquela varanda da memória, olhando o infinito com vista para a Gare do Oriente. 
Quito Pereira   

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Homenagem à história do cinema

Este excepcional trabalho de Bruce Mallen foi encomendado pela MGM da Califórnia como homenagem à história do cinema e foi exposta em Nova York na sua exposição anual pela Sociedade Nacional de Escultura. Oferta do escultor à Universidade Concórdia em Montreal, mantém-se exposta no hall do Pavilhão da Escola de Gestão aonde Bruce Mallen foi aluno, professor e administrador durante vinte e cinco anos antes de se dedicar à carreira cinematográfica.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ENCONTRO COM A ARTE -ARTESANATO

Mais uma exposição de Artesanato do artesão Manuel Ribeiro morador no nosso Bairro





Piso 0 do Centro Comercial Dolce Vita






EG

ANIVERSÁRIO

FERNANDO AZENHA

07-01.1948

Nesta data esoecial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Bolo Rei

E sua história

É um bolo que começou a ser confecionado há milhares de anos para festejar o dia do solstício de Dezembro, ou seja um dos dois dias anuais aonde o sol fica mais afastado da terra. Assim, deveria ser redondo como o sol e de côr amarelada. Com o andar dos anos começaram a pôr-lhe umas frutas por cima, o que desafiava a vista e lhe aumentava o paladar. Esse bolo continha uma fava pois sigificava a germinação uma vez que é o primeiro legume a germinar na primavera e a quem saísse a fava, seria o rei da festa. Aos poucos a Igreja Católica apropriou-se desta iguaria para festejar o nascimento de Jesus e o dia dos Reis. Entretanto começaram a fabricar este bolo com muito mais frutas mesmo no interior da sua massa e um brinde que era respeitante a Jesus mas que a seguir à Revolução Francesa, começaram a pôr outros tipos de brindes como moedas, corôas, etc, pois o bolo até foi proibido e subsistiu porque os pasteleiros lhe mudaram o nome. O mesmo veio a acontecer em Portugal a seguir à queda da monarquia e o nome de bolo "rei", era práticamente uma ofensa. Só que o tempo tudo resolve e o que é bom sempre fica. Hoje, derivado a questões de saúde, o bolo rei não tem mais a fava nem o brinde. Há!... mas o gosto ficou.

ANIVERSÁRIO

Maria Helena Santos Bastos Morgado

     LENA MORGADO

06-01-1950

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Fachada

Montreal tem o condão de nos atraír pelas suas ruas largas, um emaranhado de arquitectura da mais variada, a sua arte de rua de todo o tipo, os seus festivais mas também suas fachadas com belas águas furtadas entre outros, como se pode ver nesta foto. Além disso, este propriétário não tendo espaço para jardim, conseguiu dar ainda um tom verde ao local deixando crescer uma trepadeira. Tudo junto, bem podemos admirar este belo conjunto.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

NOTÍCIA TRISTE - ATUALIZAÇÂO

Faleceu Isabel Maria Fernandes Costa.

           BELINHA COSTA

O corpo estará  a partir das 9H30 de Quarta Feira - dia  06- na capela nova da Igreja de São José.
Às 15H00 sairá o funeral para a Figueira da Foz


"Encontro de Gerações" apresenta a toda a familia os mais sentidos pêsames

domingo, 3 de janeiro de 2016

NOTICIAS DO CENTRO NORTON DE MATOS.PASSAGEM DE ANO-2015/2016

Terminaram 3 dias de Festa.Muita alegria, muita música...muita juventude



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Fotos vídeos:EG
Final do 3 dia da passagem de ano no Centro Norton de Matos ao som da balada de Coimbra. Obrigado a todos e em especial a Tradballs e ao meu amigo MATiAS

João Rafael