Restaurante "PONTES DOS CAVALEIROS -ARCOZELO DA SERRA
domingo, 15 de maio de 2016
POSTALINHO DE GOUVEIA - ARCOZELO DA SERRA
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Diversos.
sábado, 14 de maio de 2016
PASSATEMPO ...
Mais um bonito castelo de Portugal. Fácil de identificar a região onde está implantado, pelo branco do casario. Trata-se do Castelo de ...
Quito Pereira
Quito Pereira
sexta-feira, 13 de maio de 2016
BAIRRO NORTON DE MATOS...HORTA URBANA
Eu fui às favas
Ao Rui Barreiros
Rapinei algumas
Sem olhar a meios
Veio a policia
para me prender
Virei-lhes as costas...
Fui-as comer!
...não foi fácil, a policia já vinha perto...
Só não foram cozinhadas as que estão para prova...
Obrigado Rui...quando a fome aperta...
Fotos da cúmplice...
Ao Rui Barreiros
Rapinei algumas
Sem olhar a meios
Veio a policia
para me prender
Virei-lhes as costas...
Fui-as comer!
...não foi fácil, a policia já vinha perto...
Só não foram cozinhadas as que estão para prova...
Fotos da cúmplice...
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Jardins floricos
"Coimbra do vinil" - dois passatempos num só
Nos anos 80, os amantes da música tinham na discoteca «Eselindo» o local ideal para comprarem discos (em vinil) e cassetes. Sempre se encontravam mais baratos do que na Valentim de Carvalho, que ficava à entrada (ou à saída) da Rua Ferreira Borges.
1) Em que rua ficava a discoteca «Eselindo» (e aonde se mantém o reclamo luminoso... apagado)?
2) O que se vende agora nas antigas instalações da Valentim de Carvalho (Rua Ferreira Borges, 150)? Duas pistas: já foi uma agência imobiliária (Laforêt Coimbra Almedina) e agora o estabelecimento chama-se Malabar...
1) Em que rua ficava a discoteca «Eselindo» (e aonde se mantém o reclamo luminoso... apagado)?
2) O que se vende agora nas antigas instalações da Valentim de Carvalho (Rua Ferreira Borges, 150)? Duas pistas: já foi uma agência imobiliária (Laforêt Coimbra Almedina) e agora o estabelecimento chama-se Malabar...
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Coimbra,
Passatempo
quinta-feira, 12 de maio de 2016
REVISTA DE IMPRENSA - DiÀRIO DE COIMBRA-GINÁSTICA RITMICA CNM-TÂNIA DOMINGUES
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Revista de Imprensa
ANIVERSÁRIO
ISABEL MARIA GASPARLó
12-05-1949
Nesta data especial...
"Encontro de Gerações" deseja
MUITAS FELICIDADES!
PARABÉNS!
quarta-feira, 11 de maio de 2016
ENCONTRO DE GERAÇÕES-RECORDAÇÕES.QUEIMA DAS FITAS AO LONGO DE ANOS1
Com a Queima das Fitas a terminar, aqui ficam para memória futura neste blogue imagens de vários anos- também uma homenagem aos gaiteiros
Recomendado por Fernando Gaspar
Foto de Rui Pato(facebook)(Baixa de Coimbra)
Foto de Vitor Rochete(facebook)- Rua Larga 1944- (que eu ainda conheci assim...)
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Encontro com a arte
terça-feira, 10 de maio de 2016
Vamos dar uma volta no canal de Lachine
Em bicicleta.
Em família ou em grupo, também se passa o tempo.
Sendo um local privilegiado, pode-se ir admirando desportos na água.
Há os que o fazem por simples manutenção ou passa-tempo.
Mas também há os que se treinam no seu desporto favorito.
Outro ponto de apoio ao longo do percurso, aberto a quem passa.
De pequenino é que se começa.
Uma obra muito simples mas que altera a paisagem.
Ciclistas em pleno treino. Estes de alta velocidade vão sempre na sua mão e em fila indiana.
Também se pode ir admirando os barcos recreativos que vão passando.
Uma vista do canal com mais uma das muitas pontes que o atravessam e que embelezam a panorâmica.
Entretanto em Lachine, passa-se junto à maior obra de arte do percurso.
Aí podemos admirar esta "face multi-facetada".
Mais adiante passamos pelos maravilhosos ninhos de andorinhas pretas, numa demonstração do valor que é dado à defesa das espécies animais.
Por toda a cidade de Montreal o verde é rei mas há paisagens situadas no seu interior que nos deixam maravilhados.
Montreal possui uma pista panorâmica para ciclistas ao longo do canal de Lachine e que continua nas margens do rio Saint-Laurent. Esta pista tem sido vários anos considerada a mais bela do mundo e acompanha estes cursos de água durante várias dezenas kilómetros. Os seus espaços largos ao longo das margens permite a prática de vários desportos ao ar libre, podendo ao mesmo tempo ir admirando a paisagem com as suas obras de arte na grande maioria muito simples, para não alterar o ambiente que aí se desfruta.
É no Velho Porto ou junto ao centenário edifício do mercado Atwater que o turista pode alugar bicicletas nos comércios ao lado da pista, ou os menos hábeis fazerem reparar as suas bicicletas antes da partida.
É no Velho Porto ou junto ao centenário edifício do mercado Atwater que o turista pode alugar bicicletas nos comércios ao lado da pista, ou os menos hábeis fazerem reparar as suas bicicletas antes da partida.
Numa convivência natural lado a lado, a pista para ciclistas em asfalto e em terra o piso para pedrestes, muito mais macio.
Ciclistas e pedrestes convivem, podendo admirar a paisagem com as suas inúmeras pontes.
Neste caso podemos ver um casal na "Idade de Oiro" a fazer a sua manutenção.
Mais adiante uma estrutura para diversos fins e que serve como ponto de apoio aos ciclistas.
Em família ou em grupo, também se passa o tempo.
Sendo um local privilegiado, pode-se ir admirando desportos na água.
Há os que o fazem por simples manutenção ou passa-tempo.
Mas também há os que se treinam no seu desporto favorito.
Outro ponto de apoio ao longo do percurso, aberto a quem passa.
De pequenino é que se começa.
Uma obra muito simples mas que altera a paisagem.
Ciclistas em pleno treino. Estes de alta velocidade vão sempre na sua mão e em fila indiana.
Também se pode ir admirando os barcos recreativos que vão passando.
Uma vista do canal com mais uma das muitas pontes que o atravessam e que embelezam a panorâmica.
Não faltam locais com mesas e bancos para comer. Para maior conforto dos veraneantes, existem por cima os célebres ultravioletas no meio das lampas para matar os mosquitos.
Depois das forças recuperadas, mais umas pedaladas.
Entretanto em Lachine, passa-se junto à maior obra de arte do percurso.
Aí podemos admirar esta "face multi-facetada".
Mais adiante passamos pelos maravilhosos ninhos de andorinhas pretas, numa demonstração do valor que é dado à defesa das espécies animais.
Por toda a cidade de Montreal o verde é rei mas há paisagens situadas no seu interior que nos deixam maravilhados.
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Chico Torreira,
Montreal (notícias)
segunda-feira, 9 de maio de 2016
domingo, 8 de maio de 2016
O VERDADEIRO POSTALINHO....
Aqui vos deixo um postalinho do conceituado blogue Murcon's Travels.
Pese embora as diversas tentativas de plágio, de imitação, de usurpação de
imagem, estamos certos que os nossos dedicados leitores distinguem o genuíno postalinho
do falso.
No entanto, aqui fica o alerta.
CUIDADO COM AS IMITAÇÕES
Fotógrafo oficial do Santuário!
No entanto, aqui fica o alerta.
CUIDADO COM AS IMITAÇÕES
Fotógrafo oficial do Santuário!
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Diversos
sábado, 7 de maio de 2016
Perigoso animal no meu quintal
Desde há uns 6 meses, um perigoso animal resolveu vir viver para o meu quintal.
De 12 horas e meia de filmagens, aproveitei este momento.
O bicho já há muito que reclamava o pequeno-almoço... mas quem se atreve a aproximar-se de um bicho como este?
De 12 horas e meia de filmagens, aproveitei este momento.
O bicho já há muito que reclamava o pequeno-almoço... mas quem se atreve a aproximar-se de um bicho como este?
O ALMOÇO DA POUPA
Desde que começou a Primavera, quase todos os dias sou visitado por este casal de poupas.
De 30 minutos de filmagens aproveitei este momento.
A poupa já há muito que reclamava o almoço.
Filme de Alfredo Moreirinhas - 4 de Maio de 2016
De 30 minutos de filmagens aproveitei este momento.
A poupa já há muito que reclamava o almoço.
Filme de Alfredo Moreirinhas - 4 de Maio de 2016
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Alfredo Moreirinhas,
Almoço da Poupa
sexta-feira, 6 de maio de 2016
PIRINÉUS ...
Em amena cavaqueira junto do Santuári de La Mare de Deu de Canolich. A conversa só pode ser abençoada ...
Quito Pereira
Quito Pereira
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Passatempo - Troço de rua na Baixa de Coimbra
Manhã de sábado, 30 de Abril de 2016.
Há 30 anos, nesta rua, num sábado com bom tempo como foi este, até se teria dificuldade em andar no meio de tanta gente.
Qual é a rua?
Há 30 anos, nesta rua, num sábado com bom tempo como foi este, até se teria dificuldade em andar no meio de tanta gente.
Qual é a rua?
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Coimbra,
Passatempo
quarta-feira, 4 de maio de 2016
ESTUDO...
A triste Geração que virou escrava - por MIA COUTO
“E a juventude vai escoando entre os dedos. Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa. Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguer, a escola e as viagens em família para pousadas no interior. Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente. Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim. Frequentou as melhores escolas. Entrou nas melhores faculdades. Passou no processo seletivo dos melhores estágios. Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão. E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar. Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita. O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo. O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.
O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto. Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir. Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo. Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent. Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir. Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não: Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito. Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa. Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório. Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado. Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia. Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido. Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”. Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro. Só não tinha controle do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando. Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bónus do final do ano não comprariam os anos de volta.”
Texto de Mia Couto Imagens retiradas aleatoriamente da internet.
Enviado por ZÉ Afonso Costa
“E a juventude vai escoando entre os dedos. Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa. Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguer, a escola e as viagens em família para pousadas no interior. Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente. Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim. Frequentou as melhores escolas. Entrou nas melhores faculdades. Passou no processo seletivo dos melhores estágios. Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão. E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar. Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita. O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo. O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.
O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto. Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir. Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo. Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent. Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir. Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não: Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito. Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa. Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório. Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado. Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia. Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido. Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”. Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro. Só não tinha controle do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando. Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bónus do final do ano não comprariam os anos de volta.”
Texto de Mia Couto Imagens retiradas aleatoriamente da internet.
Enviado por ZÉ Afonso Costa
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Diversos.
ANIVERSÁRIO
ANA MARIA FREIRE04-05-1951
Nesta data especial...
"Encontro de Gerações" deseja
MUITAS FELICIDADES!
PARABÉNS!
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Aniversários
terça-feira, 3 de maio de 2016
Passatempo - o que há de especial nesta foto da ponte de Santa Clara?
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Coimbra (notícias),
Passatempo
ANIVERSÁRIO
MARIA ISABEL PARREIRAL HIPÓLITO03-05-1946
Nesta data especial...
"Encontro de Gerações" deseja
MUITAS FELICIDADES!
PARABÉNS!
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anivarsários
segunda-feira, 2 de maio de 2016
REVISTA DE IMPRENSA - DIÁRIO DE COIMBRA
PRÉMIO CARRANCA REDONDO premeia a criatividade

Licor Beirão escolheu a data do centenário do seu fundador para lançar um concurso nacional, que pretende descobrir os talentos que há no país.
Homenagem ao fundador José Carranca Redondo
Prémio aberto a pessoas dos 18 aos 100 anos, com inscrições abertas até ao dia 29 de Julho.
Três categorias
"Criatividade Comercial"
"Criatividade Publicitária"
"Criatividade Relacional"

Licor Beirão escolheu a data do centenário do seu fundador para lançar um concurso nacional, que pretende descobrir os talentos que há no país.
Homenagem ao fundador José Carranca Redondo
Prémio aberto a pessoas dos 18 aos 100 anos, com inscrições abertas até ao dia 29 de Julho.
Três categorias
"Criatividade Comercial"
"Criatividade Publicitária"
"Criatividade Relacional"
Composição do texto: EG
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Licor Beirão
NOTICIAS CENTRO NORTON DE MATOS - GINÁSTICA RITMICA
No meio de tantas emoções, celebrações e viagens ainda não tive tempo de agradecer publicamente a conquista deste título. Muito obrigada a todos aqueles que me apoiam diariamente quer seja fisicamente ou psicologicamente com todas aquelas palavras de força e coragem para continuar... Obrigada ao meu clube Centro Norton De Matos, ao João Rafael, ao Nuno Vicente, ao Dr. Carlos Manuel Dias Cidade, vereador do Desporto e à Camara de Coimbra , obrigada por todo o apoio! Obrigada Rodrigo Santos e Hugo Santos pelos fatos maravilhosos! Quero também agradecer a uma pessoa muito importante para mim Maria Bandeira Canilhas💜 este título também te pertence!!! Por último um obrigada a minha treinadora Nina Shevts e à minha mãe Cláudia Rodrigues, sem elas nada disto seria possível! OBRIGADA A TODOS!!!💕🙏🏼 #Campeã nacional Seniores Elite 2016🎉🏅🏆
Estudantes de Turismo
Um "casal" de estudantes de Mestrado de Economia estava na manhã de sábado, 30 de Abril de 2016, a percorrer a Rua Ferreira Borges. Muitos turistas pediram e tiraram fotos deles e com eles. Neste video, uma guia turística, com microfone, explica a um grupo de turistas da Europa de Leste... coisas.
domingo, 1 de maio de 2016
DIA DA MÃE
A rosa que te dei
Era uma terna e simples flor...
(José Cid)
Quando eu Nasci
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecidas das dores,
a minha MÃE sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P´ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha MÃE...
José Régio
MÊS DE MAIO E A POESIA...
Poemas de António F. de Pina
RAIZES DE MAIO
Traços ténues que afloram à memória
Nas tardes em que tardam as aragens
Fazem cactos dos retratos que se formam
Na paisagem em que agrestes são as margens
E nessa tela quando se abrem flores de Maio
E a timidez é uma afluência de sentidos
Renascem beijos numa carícia de fogo
Que se desprendem dos corpos repartidos.
FLOR DE MAIO
Flor de Maio que tão intensa floriste
Entre cardos e gumes de cortar o medo
Agarrada ao tronco que anunciaste teu
Revesso no cerne e no marasmo azedo
Firme vertical sem torcer e sem quebrar
Lança no espaço reflexos da sua essência
Que adejam livres quando os dedos se alongam
E se apresentam em rituais de consonância.
Prendi-me a a ti que da manhã antevias noite
No cessar do parto na similitude da haste
Numa rubra névoa estanque na estepe distante
Flor de Maio que batendo pétalas voaste.
RAIZES DE MAIO
Traços ténues que afloram à memória
Nas tardes em que tardam as aragens
Fazem cactos dos retratos que se formam
Na paisagem em que agrestes são as margens
E nessa tela quando se abrem flores de Maio
E a timidez é uma afluência de sentidos
Renascem beijos numa carícia de fogo
Que se desprendem dos corpos repartidos.
FLOR DE MAIO
Flor de Maio que tão intensa floriste
Entre cardos e gumes de cortar o medo
Agarrada ao tronco que anunciaste teu
Revesso no cerne e no marasmo azedo
Firme vertical sem torcer e sem quebrar
Lança no espaço reflexos da sua essência
Que adejam livres quando os dedos se alongam
E se apresentam em rituais de consonância.
Prendi-me a a ti que da manhã antevias noite
No cessar do parto na similitude da haste
Numa rubra névoa estanque na estepe distante
Flor de Maio que batendo pétalas voaste.
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