terça-feira, 18 de setembro de 2018

BAIRRO NORTON DE MATOS- FOTOS ANTIGAS, SAUDADES LOUCAS... 4ª SÉRIE

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 FOTO Nº 1
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FOTO Nº 18

domingo, 16 de setembro de 2018

Fachadas

A arquitecgtura em Montreal assim como em toda a província do Quebec vêm do tempo colonial francês, que mais tarde foi ultrapassada pela influência inglesa e que por sua vez veio a ser americanizada durante o século vinte.
Assim, quando se passeia por Montreal temos a possibilidade de ver fachadas de edifícios privados dos mais variados estilos, dos quais podemos ver alguns em baixo.

Fachadas do tipo torreões.
Outros tipos de fachadas que apresentam acabamentos em madeira ou metálicos.
Belezas encastradas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

NOTÍCIAS DE COIMBRA- JARDIM BOTÂNICO - CICLO DE MÚSICA




MARCELO DOS REIS                                                                         ANGÉLICA SALVI


















FOTOS BOTÂNICO








   Fotos e Vídeo EG

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O EMPREITEIRO ...



Fio de prumo ...

Já aqui vos disse um dia, que fui chamado ao abrigo do capitão da Companhia de Canjadude, que fez de mim professor à força. Pois, uma força interior que me pôs na frente uma turma de crianças que nem sabia as cores. Pegava num lápis da “Viarco” encarnado e perguntava aos meus interessados alunos:

 - Que cor é esta ?

 A resposta vinha cruzada de várias direções. Uns diziam amarelo, outros  azul e outros ainda, verde. Verde ficava eu, mas sobrevivi. Porém, todos passaram a saber escrever rudimentarmente o nome. E a saber as cores. E igualmente que, um mais um é igual a dois. Para que conste.

Cada vez que o Capitão Gil me chamava ao abrigo dele, ou vinha pontapé ou canelada …

 - Furriel Pereira, como está liberto dos trabalhos da escola, vai ficar à frente do reordenamento militar, ou seja, construir as duas casas que ainda faltam do lote de oito a concluir para os nativos, que o Alferes Paulo acabou a comissão e vai para a metrópole  …

 -  Óh capitão, eu ?! … mas eu nem sei o que é um fio de prumo !!!

-   Olhe, faça as paredes a olho, que vai dar ao mesmo !   

Eu explico: reordenamento militar, era construir casas para a população da tabanca de Canjadude. Os de Lisboa, na sua sapiência, queriam fazer dos africanos europeus à força. Deixavam de viver nas suas cubatas, para passar a habitar em casas de adobe com chapas de zinco como telhado.  Com o calor africano, as casas muito rudimentares de dois compartimentos, sem água, sem luz ou sanitários, eram uma sauna que dava para assar frangos lá dentro. Habituados aos seus costumes ancestrais, toda a gente recusou as novas habitações. E eu, no cumprimento da minha espinhosa tarefa, lá me dediquei à minha missão de engenheiro e empreiteiro de ocasião. Chegava junto das casas, recuava dez passos, fechava um olho e com o outro observava a esquadria e, por vezes, a casa até parecia que tinha o rigor do fio de prumo e dizia cá para mim de contentamento:

- Acho que esta vivenda vai ficar um luxo de habitação …

 O trabalho de fazer os adobes, era serviço de escravo. Numas formas retangulares em madeira, colocava-se terra misturada com água. Tirava -se a forma e o adobe em formato de tijolo, secava durante vinte e quatro horas e ficava mais rijo que um penedo. Era esgotante e eu, quando o calor começava a apertar, dizia aos sacrificados africanos:

- Vamos para a sombra descansar e beber água, que isto aqui não é a prisão de  Alcatraz …

O problema é que não havia interessados nas casas. Mesmo gratuitas que eram. Exceto um, o homem mais abastado da tabanca, que tinha todos os sinais exteriores de riqueza inerentes a um afortunado da vida. Uma espécie de túnica azul ricamente trabalhada na zona do peito, um gorro na cabeça, uns óculos de sol, uma bicicleta e um rádio portátil aos berros, do tamanho de uma mala de viagem, que dava música que se ouvia até no palácio do Governador em Bissau, davam - lhe o estatuto. Negociante nato e com faro para pechinchas, logo se apercebeu que as requintadas moradias não tinham interessados e veio ter comigo para eu lhe vender com indisfarçada cobiça, as vivendas ao preço da uva mijona. Respondi-lhe que não e que nem sequer era parte interessada no negócio. Ele, surpreso, perguntou-me então:

- Mas o senhor furriel, não é o empreiteiro da obra ???

Respondi:

- Não, sou apenas o capataz, para fechar negócio o Senhor tem que se dirigir ao Palácio de São Bento, em Lisboa …

Q.P.         

ANIVERSÁRIOS

ANTÓNIO MANUEL QUARESMA

13-09-1945

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

ENCONTRO DE GERAÇÕES - HOMENAGEM A CÂNDIDO FERREIRA

: Foto: Museu do Coleccionismo 


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ANIVERSÁRIO

ANTÓNIO PINTO MARQUES

12-09-1950

NESTA DATA ESPECIAL...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

ANIVERSÁRIO

EDUARDO JORGE LEITÃO CARVALHO

12-09-1951

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!  

PARABÉNS!

terça-feira, 11 de setembro de 2018

O banco dos amantes

Esta escultura apresenta-nos um casal nu na sua intimidade, enquanto que uma terceira pessoa vira o olhar projectando a sua tristeza e solidão. Podem-se ler grafitos de frases sobre o amor de pessoas célebres como Menahem Begin, Indira Gandhi et Mère Teresa : «lembrarmo-nos todos os dias que somos irmãos», «o amor é o ritmo da vida», «amor com paixão para sempre». Estas pessoas de tamanho maior do que o normal, contrastam com o seu tema um pouco provocador. Enquanto o casal representa uma alegria de vida, a terceira pessoa transmite-nos a rejeição e o isolamento dando-nos a ideia de concepções de vida diferentes.