domingo, 9 de setembro de 2018

ALMOÇO DO LAU na QUINTA DA URRA - PORTALEGRE...

...CASA DA URRA-de Cândido Ferreira.
Muitos familiares do Lau e alguns amigos vindos de vários pontos do País
Excelente convívio com uma recepão excelente dos anfitriões Cândido e Liliana




























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sábado, 8 de setembro de 2018

ANIVERSÁRIO

JORGE LOPES ROSA

08-09-1946

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Ainda há quem diga que o crime não compensa!

Claro que pode compensar!
Principalmente quando os larápios...


... se têm de contentar com figos podres ou ainda verdes, e os lesados do BES (Bairro Extensão de São Martinho do Bispo) se ficam a lambuzar com um delicioso doce de tomate da Daisy...


... que nos deixa a sorrir...


... e nos leva a fazer votos de que... voltem sempre (a gente até faz figas)!

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Publicidade (não paga, porque o dinheiro foi todo para a Mercedes):


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

BAIRRO NORTON DE MATOS- FOTOS ANTIGAS, SAUDADES LOUCAS... 3ª SÉRIE

1ª Série ver aqui

2ª Série ver aqui
 Foto nº 1
 Foto nº 2
 Foto nº 3
 Foto nº 4
 Foto nº 5
 Foto nº 6
 Foto no 7
 Foto nº 8
 Foto nº 9
 Foto nº 10
 Foto nº 11
 Foto nº 12
 Foto no 13
 Foto nº 14

 Foto nº 15
 Foto nº 16
 Foto nº 17
 Foto nº 18
 Foto nº 19
Foto nº 20

terça-feira, 4 de setembro de 2018

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A ALMA NUMA GARRAFA DE VINHO ...





Corremos. Corremos muito. Corremos uma vida inteira. Somos reféns de nós próprios e dos outros. Olhamos o quotidiano na esperança de alcançar aqueles quinze dias mágicos de nos libertarmos da roupa formal, da maldita gravata que nos estrangula o pescoço e que a empresa exige. De não termos de esperar pacientemente pelo transporte público que não aparece e que, quando aparece, ficarmos prensados no meio da multidão de passageiros que olha o relógio que lhes bloqueia a suposta liberdade que pensam ter. Os tais quinze dias mágicos são as férias. O tempo de arrumar as malas. De partir para outro local. De dar um pontapé no ponteiro da horas e de fazer uma refeição quando e onde apetecer. De matar, ainda que provisoriamente, a ditadura do labor forçado e por vezes escravo. Porém, há também aqueles que gozando férias, não conseguem fugir ao espartilho em que andaram todo o ano. Transportam para as novas terras e novas praias do seu lazer, a correria em que vivem no dia a dia. Vestidos de palhaço pobre, buzinam no trânsito porque vão com pressa, discutem nas filas do supermercado e olham com vinagre o vizinho do lado que lhes roubou os cinco metros quadrados de areal para espetar o chapéu de praia, pousar as toalhas, as cadeiras de encosto, a lancheira, a prancha de surf,  a bola de futebol, as raquetas de ping-pong e o balde de praia do filho mais novo para fazer castelos na areia. Vivem permanentemente irritados e quando vão ao restaurante em rancho, levam o rei na barriga. O empregado de mesa desce ao estatuto de criado, para lhes servir de bandeja a impertinência da sua insignificância plena. No fim do repasto de muitas reclamações, olham milimétricamente a conta, numa concentração absoluta, como se estivessem a fazer uma prova de matemática na Faculdade. São os reis de Agosto. Um rei nu.


A Fortaleza da Praia da Luz é um embalo de tranquilidade. Naquela mesa debruçada sobre a pequena praia e um mar plano e azul, olhamos ao longe o promontório e as rochas que a natureza arrumou sem critério. Os barcos de vela colorida sulcam o oceano em ondas de espuma. A vingança efémera de que tomámos conta do Tempo e não do Tempo que tomou conta de nós. Não há presente nem futuro. Apenas nós. E sós. A cataplana de peixe fumegante que desce sobre a mesa. O aroma de uns olhos grandes e o sorriso da jovem empregada nepalesa, plenos de cordialidade. E uma garrafa de vinho. De vinho branco transparente a repousar num balde de gelo. Os copos que se enchem e que se tocam. O observar do rótulo do vinho que é servido. Olhar a sua graduação e origem. Rodar lentamente a garrafa e ler o monólogo de quem anonimamente escreveu:


“Crepúsculo em pinceladas douradas. É hora do silêncio e da tranquilidade. Um suspiro deixa sair o dia que passou. E convida a entrar a gosto os frutos tropicais. Tudo é fresco na boca e na alma. Olho a paisagem e não preciso de muito para interpretá-la. Porque é expressiva, contudo simples. Equilíbrio é o que o momento me traz"

Um momento de ouro. O diálogo entre quem saboreia aquele néctar, e de quem escreveu uma prosa embrulhada num rótulo de poesia. Talvez o coração nobre de um palhaço rico. Rico de inspiração. Rico de emoções. Rico de sentimentos. Rico no seu anonimato plebeu de quem não aspira sequer a ser príncipe e jamais o será, nesta sociedade de competição feroz, que desgraçadamente já nem pressente o murmurar do mar, nem olha na noite de breu o cintilar das estrelas.

Q.P.   
  

domingo, 2 de setembro de 2018

CENTRO NORTON DE MATOS BERÇO DOS ENCONTROS DE JAZZ AO CENTRO-18 de Janeiro de 2003



CENTRO NORTON DE MATOS

      Fundado em 10 de Agosto de 1951

INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA

Contribuinte nº. 501 519 637
Rua Vasco da Gama – BAIRRO NORTON DE MATOS
Tels. 239 711 439 / 239 405 104    Fax. 239 716 603    email. centronortonmatos@hotmail.com
3030-074 COIMBRA – PORTUGAL

Câmara Municipal de Coimbra
Ao/C Exmo. Senhor Presidente
Dr. Carlos Encarnação                                 
Praça 8 de Maio
3000 – COIMBRA


Assunto: Programa Cultural para 2003

 


Exm.º Senhor Presidente,
Os nossos melhores cumprimentos

O Centro Norton de Matos é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos que se prepara para comemorar o seu 51.º aniversário. Dedicando-se a actividades culturais, desportivas e de entretenimento, no maior bairro da cidade de Coimbra. Contando com um total de 2.600 sócios e 1500 praticantes, distribuídos por 12 modalidades/actividades.

Em 21 de Maio de 2001 foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal de Coimbra a atribuição da “MEDALHA DA CIDADE DE VERMEIL”, pela sua capacidade de intervenção social, desportiva e cultural ao longo de 50 anos, na nossa cidade. Esta homenagem vem de alguma forma premiar o trabalho desenvolvido por todas as direcções ao longo do seu historial, da mesma forma que aumenta a responsabilidade da actual e futuras direcções.
No seguimento do exposto, é intenção desta direcção poder contribuir de forma significativa na realização de vários eventos de interesse para a cidade e para a região.
                     Estando a cidade em 2003 a celebrar a cultura em Portugal, vimos por este meio
apresentar uma proposta para a realização de um programa cultural para 2003, “Jazz ao Centro”. Pretendemos ajudar a criar um marco na história dos concertos de Jazz em Portugal, e um projecto  de referência a nível Europeu, colocando Coimbra na rota dos grandes eventos internacionais.

Certos da vossa colaboração,


O Presidente da Direcção

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                                                                                                           João Pedro Rocha Santos

















Jazz ao Centro arrancou com o pé direito

Noite memorável no Centro Norton de Matos


Foi uma noite a todos os títulos memorável, a de sábado, no Centro Norton de Matos (CNM). Sala cheia, com cerca de 270 pessoas, entre público em geral e críticos e jornalistas internacionais de Jazz, para assistir ao concerto inaugural do Jazz ao Centro – Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2003, a cargo do consagrado TrioX de Joe McPhee, Dominic Duval e Jay Rosen, com o convidado especial Steve Swell. Para além de ter constituído um momento musical do mais alto nível, no que respeita ao panorama dos concertos nacionais de Jazz, tendo sido já considerado pelo crítico e cultor de Jazz José Duarte como um dos dois melhores espectáculos de Jazz do ano no país, foi um dos principais pontos altos no mais de meio século de vida do CNM, que se assume definitivamente, com este evento, como um ponto de encontro cultural incontornável de Coimbra. Jazz ao Centro, recorde-se, é uma organização tripartida do CNM, Câmara Municipal de Coimbra e Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003, com a colaboração da produtora Trem Azul.
A anteceder o concerto, a organização realizou uma conferência de imprensa de apresentação dos Encontros, onde o director geral do evento e presidente do CNM, Pedro Rocha Santos, realçou a “nova dinâmica” da instituição, designadamente com esta iniciativa, que “coloca definitivamente esta casa no roteiro dos principais eventos culturais da cidade”, tendo como preocupação “descentralizar” os acontecimentos culturais em Coimbra, desiderato que vem, aliás, ao encontro das expectativas do parceiro Coimbra Capital da Cultura, que, pela voz do seu responsável pela programação, Fernando Mora Ramos, sublinhou o facto de ser uma colectividade local a desenvolver um projecto de carácter “universal” e aberto, tendo como premissa captar públicos de outros pontos do país e do estrangeiro. Isso, somado ao facto de não ser um mero Festival, no sentido tradicional do termo, apresentando concertos e “work shops” ao longo de todo o ano de 2003, e criando uma dinâmica de continuidade, leva a concluir estarmos perante uma aposta ganha a todos os níveis, que mostrou a sua vitalidade no concerto zero de sábado à noite.
O próximo concerto do Jazz ao Centro terá lugar no dia 18 de Janeiro de 2003, desta feita no Teatro Académico de Gil Vicente, cabendo o palco ao William Parker Quintet, com William Parker (contrabaixo), Leena Conquest (voz), Rob Brown (saxofone alto), Lewis Barnes (trompete), Hamid Drake (bateria). Vindos de Paris, o William Parker Quintet fará o segundo concerto do ano na Europa, sendo estreia nacional.

«O Concerto 0 de uma série mensal de 11 que se irão realizar ao longo de 2003. Ideia que jazzportug@l aplaude. Ajuntamentos de Concertos não são aconselháveis! Uma certa expectativa. Sala cheia. Bom início. Coimbra é um poço natural de juventude e curiosidade. Dois sopros e dois a fazerem de secção rítmica. Tudo resultou bem, mesmo e apesar de Duval ter partido uma corda do seu cbaixo!, tal a gana! Bom equilíbrio entre guerra e paz, entre gritos (que não se podem ouvir todos os dias ou noites...) e a outra Beleza, a da concentração e expressão calma. McPhee, muito bem, em 'mini' trompete e tenor!, um soprador de Chicago e quase tudo fica escrito; Rosen, um percussionista completo, moderno, também ele alternando muito bem suavidades com estrondos, um mestre escola, dá gosto vê-lo, ouvê-lo; Swell em trombone, o mais feroz de todos, mas capaz de corresponder a momentos de Outra Beleza. Verdade seja dita que os pontos altos do Concerto foram uma dupla de tenor / trombone e dois temas vagarosa e muito concentradamente tocados pelo 4teto, dois standards de jazz, puros e imortais, um de Ornette, outro de Monk. Quem diria! O que é bom é sempre novo!», José Duarte, in www.jazzportugal.net

Qualquer dúvida ou esclarecimento pode ser transmitida ao número 91 2214827. Certos do vosso interesse nesta informação, nos subscrevemos, com os nossos melhores cumprimentos,

P’la Direcção


Pedro Rocha Santos

zz ao Centro arrancou com o pé direitoNoite memorável no Centro Norton de Matos

















sábado, 1 de setembro de 2018

ANIVERSÁRIO

JORGE ARTUR DE ALMEIDA

01-09-1942

Nesta data especial....

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!