quinta-feira, 21 de julho de 2016

Parque verde... ou melhor, seco, numa manhã de domingo de verão

17 de Julho de 2016.
11 horas da manhã.
Poucas pessoas... estabelecimentos das docas fechados, desde que as cheias destruíram tudo.
Aquilo está entregue a pombas e patos... e observado pelo novo repuxo no leito (mais de areia do que água) do Mondego.





Entretanto, na margem esquerda, junto ao Clube Náutico, uma pequena ponte serve de suporte aos amores...

21 comentários:

  1. Eu li algo em um desses cadeados ... que não seria para AfundaSão? Não vou dizer porque neste blog é proibido.

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    1. Mamãe, é "Pau y Roci", nomes espanhóis...

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    2. Mamãe, ainda gostava de saber o que te passou pela cabeça, com o devido respeito...
      rsss

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    3. Respeito ou resmama ou resseio... rsrsrs

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  2. Uma bela zona da cidade deserta neste tempo de verão. Impossível, para os que exploravam as lojas, sucessivos prejuízos de um Mondego nem sempre simpático. É pena, mas certamente que haverá forma de domar o rio e as suas areias cúmplices. Seria um crime não reabilitar este maravilhoso espaço da cidade ...

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    1. Estão a projectar o que me parece a melhor solução: aumentar um piso aos edifício, para que as infraestruturas e equipamentos mais críticos fiquem nesse piso elevado.

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    2. Casa roubada, trancas à porta...
      Quando foi aberto o concurso para a concessão dos espaços, logo se levantou um problema. A Câmara exigia que os concessionários fizessem um seguro que incluía os danos por inundações, mas não houve nenhuma companhia de seguros que quisesse cobrir esse risco.
      Então a CMC tomou a decisão mais fácil, dispensou o seguro e avançou com a concessão.
      A pressa de inaugurar o parque, o querer poupar nas obras que seriam necessárias fazer, valorizou um "estudo" que garantia que as cheias nunca transbordariam do leito do rio.
      É assim, poupa-se no farelo e depois gasta-se na farinha...

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    3. Quito, a grande obra que se segue é o desassoreamento do rio. Manuel Machado explicou que o jacto foi para marcar a data do "arranque" do desassoreamento. Suponho que quis dizer que já há verba orçamentada.
      Agora deixo-vos aqui um sonho meu muito antigo: uma praia fluvial. Até já me contentava com uma grande piscina fluvial, ao ar livre, para os putos, e não só, deste Concelho. A montante do Clube Náutico, era mesmo na "mouche". Mas à borla, ou perto disso, porque temos a piscina do Jaime Lobo, única piscina ao ar livre, que é um assalto à bolsa das pessoas.
      Atenção nada de confusões, o meu querido e velho amigo Jaime Lobo não tem nada a ver com o assalto. Atribuíram-lhe o seu nome pelo reconhecimento do seu trabalho pela natação em Coimbra.
      Jaime Lobo e Luís Lopes da Conceição ensinaram a nadar metade dos putos nascidos e criados em Coimbra. Dois excelentes professores, duas boas pessoas.

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    4. Atão e o Manel Gaspar?
      Foi o Manel Gaspar
      que me ensinou a nadar
      batendo as pernas
      e os braços sem parar!

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  3. Boa reportagem Paulo. Nota-se a tristeza das gaivotas...
    Este verão já ardeu na recuperação das Docas e pelo andar da carruagem o ano que vem ainda deve estar quase na mesma...
    Esperemos que não.
    Com a possibilidade de continuar a haver cheias, não sei quem quererá estabelecer-se por lá. Só com profundas garantias da Câmara para o caso de elas se verificarem...
    Com a ajuda dos 160.000 euros do repucho, mais o valor do que vão gastar em mais um andar a todo o comprimento, e mais algum deviam fazer um paredão em frente aos estabelecimentos um pouco acima do inicio da esplanada junto ao rio e colocarem placas de alumínio(ou outro material) amobívens, que seriam colocadas na altura das cheias e se justificasse.
    Isto sou eu que não sou ingenheiro hidráulico a dizer. Destas coisa o Tonito é que sabe!

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    1. Um paredão amovível, axo bem...
      -"Vem lá uma cheia" -"coloquem as placas".
      -"Já passou a cheia" -"guardem as placas"

      Sim senhor, e dizes tu que num és ingenheiro hidráulico.!
      eheheheheh

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    2. ...este meu curso de engenheiro hidráulico foi à pala de créditos...oxalá não mo anulem!
      Não tenho a especialidade de rotundas.Desse curso há muitos!

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  4. Se for necessário faço( ou mando fazer) um desenho

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    1. Nota-se a tristeza das gaivotas e a nossa...
      É uma imagem desoladora, esta que a excelente reportagem do Paulo Moura aqui nos traz.
      Um Parque tão bonito ao abandono, é crime.

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  5. Obrigado pelos vossos pertinentes esclarecimentos. Já agora ma pequena nota, pois parece que os patos que frequentavam o local, sobem ao local das esplanadas, à espera da comida a que estavam habituados, aparentemente com fome. Espero que assim não seja, mas de for que alguém de direito tome rapidamente providências no sentido de se alimentarem os animais ...

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    1. Se lá puserem os paredões amovíveis que o Rafaelito propõe, então também terão que providenciar para os patos equipamento de escalada.
      rsrsrsrs

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    2. Quito eles agradecem que passes por lá com umas migalhas de pão...
      Pensas que oficialmente alguém pensa nisso?
      Olha leva arroz...se alguém roubar algum, já leva arroz de pato!

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  6. Paria fluvial...isso era no tempo dos pobres!Isso era o regresso ao passado que a muitos deixa os cabelos em pé!
    Mas isso sim da praia fluvial na margem esquerda era "d´homem!!

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