quinta-feira, 31 de março de 2011

NOTÍCIAS DE COIMBRA-FABRICO DE PÃO, FOLARES E PÃO DE LÓ


Tenda montada no Terreiro da Erva para o  fabrico do Pão de Ló com a marca de Coimbra
Uma iniciativa da Agência de Promoção da Baixa de Coimbra
Fotos sugestivas da Baixa de Coimbra
Cartaz de promoção da Baixa de Coimbra
Um pão de ló  que foi fabricado aqui nesta tenda
Governador Civil  de Coimbra na inauguração do certame
Depois de devidamente amassado, porocede-se à pesagem
Mini Pão de Ló  e respectiva embalagem para comercilaizaçãp e promoção
E a prova foi positiva. O Pão de Ló de Coimbra vai rivalizar com o Pão de Ló de outras localidades do País!

Tenham um bom dia!!!

NOTÍCIAS DO BAIRRO-




 Realizam-se hoje as eleições para os corpos dirigentes do CENTRO NORTON DE MATOS
A votação terá lugar entre as 20H00 e 24H00  na sala da Biblioteca.

Convidam-se os sócios a participar neste acto da vida do Clube, VOTANDO!
Para ver a lista que concorre ao acto eleitoral -clique  AQUI                             

quarta-feira, 30 de março de 2011

CORTE E COSTURA!


Boletim (não clínico) 16H00 do dia 30-03-2011:
O (im)paciente já passou à 3ª fase: descamado para sentado, não come mas arrota!
Intestinos em primeiros passos de laboração...  ainda sem gases!
Boa disposição!
Muito amável para a reportagem de "Encontro de Gerações"


ANIVERSÁRIO - Alcides Garcia

ALCIDES GARCIA

30-03-1920 / 30-03-2011

91 ANOS
"Encontro de Gerações" deseja
FELIZ ANIVERSÁRIO
PARABÉNS!




PARA O PAI ALCIDES

 Dono da coragem e da força,
Virtudes de um verdadeiro homem;
Um homem que sabe compreender os passos da vida
E a maneira certa de ensinar o que é viver.
Que sua coragem e força se tornem cada vez mais intensas
Que em cada amanhecer seus olhos brilhem
E seu coração siga a direcção da verdade.
E que sua força e coragem permaneçam em seu coração.
Parabéns pai
Feliz Aniversário

Um beijinho da filha genro e neta

terça-feira, 29 de março de 2011

ZORBA

O tempo não está famoso,em qualquer sentido.
Devemos ter algum resguardo.
video
Que tal assistirmos a uma bela ilustração das provocações de Mikos Theodorakis?!

segunda-feira, 28 de março de 2011

O CÉU E O INFERNO


O Padre Anibal gostava de aterrorizar os meninos da catequese pintando o Inferno de cores horrendas, onde ardia o fogo eterno que chamuscava as almas pecadoras e calcinava tudo à sua volta. Ensinava-nos que era para aquele antro medonho que iríamos passar a eternidade, se praticássemos o Mal, se pecássemos...
Como contraponto, desenhava-nos o Céu em cores suaves, onde cresciam flores de inimagináveis perfumes, com regatos de cristalinas águas a correrem, numa melodia inebriante, de paz infinita...Esse era o Eden, o lugar perfeito, para onde iam as almas boas. A que só teríamos acesso se fossemos bons meninos, se fizéssemos só o Bem, se não fossemos pecadores...Lamentava-me por não conseguir apreender a noção de Bem e de Mal. Achava que o que era Mal para mim podia ser Bem para outro. E vice-versa. Parecia-me que tudo era uma questão de consciência...
E, sendo assim, que certeza poderia eu ter de, no Juízo Final, poder ser condenado a ir para o inferno, mesmo que, em minha consciência, eu achasse que só tinha praticado o Bem? Estava nas mãos do critério do Criador, com o qual o meu podia não coincidir. Podendo ser castigado pelo Mal que honestamente considerava que era o Bem.
E não valia a pena pedir ao Padre Anibal que me definisse com exactidão o que era o Bem e o que era o Mal, porque ele, do alto do seu pedestal não o faria...
Até que uma noite, tive um sonho esclarecedor...
Um génio, de longas barbas brancas, apareceu-me nesse sonho e perguntou-me se eu queria ver com os meus olhos, quem estava no inferno e quem estava no céu, para depois ser eu mesmo a daí retirar as minhas conclusões.
Caminhámos juntos calmamente até ao Pinhal de Marrocos. No meio do pinhal, afastou com o bordão uma moita de silvas, e disse-me que o Inferno era ali.
Aos meus olhos surgiu um terreno relvado com grandes mesas de pedra redondas à volta das quais se sentavam corpos esqueléticos, famintos. Cada um tinha uma colher de madeira, enorme, com mais de dois metros de comprimento . No meio de grande berreiro, iam mergulhando as colheres nos caldeirões de comida que fumegavam nos centros das mesas. Mas como não conseguiam levá-las à boca, por serem demasiadamente compridas, iam tentando roubar, de forma violenta, a comida uns dos outros.
Admirei-me por não ver chamas, nem terrenos calcinados, ao contrário da imagem que o Padre Anibal nos transmitia na catequese...
Ao fim de um bocado, o génio pegou-me ternamente no braço e caminhámos uns cinco minutos para outra zona do pinhal. Por trás de uma enorme pedra, deixou-me ver aquilo que me disse ser o Céu. Espantado, deparei com um sítio em tudo semelhante ao do Inferno. As mesmas mesas, os mesmo caldeirões de comida, as mesmas colheres de dois metros que cada um manipulava!
A diferença é que aqui o ambiente era calmo, silencioso, cordato, ordeiro...
Via-se que aqueles corpos estavam bem alimentados, não zaragateavam. Estendiam as suas grandes colheres cheias de comida e davam-nas na boca uns dos outros.
Fiquei, a partir de então a saber, que o critério de selecção entre o Céu e o Inferno, não é o da bondade ou da maldade. É apenas o da inteligência das almas.
Rui Felício

INCERTEZAS E ACASOS DA VIDA

Estava um dia frio e as nuvens circulavam num bailado fazendo adivinhar a chegada de chuva.
Sentei-me na esplanada do centro comercial e comecei a saborear a primeira bica da manhã, olhei para o saco do Expresso imaginando o manancial de surpresas  que traria.  Comecei a retirar os “cadernos” passando os olhos pelos cabeçalhos. Ao sorver mais um gole de café olhei em volta e pareceu-me ver um rosto que me pareceu familiar. Era um homem não muito alto, cabelo grisalho e meio despenteado, a barba de dias,  disfarçava a sua esquálida placidez. Sobre um nariz afilado e vermelho descansavam uns óculos de armações e lentes grossas que mais acentuavam a magreza do rosto e que umas costas ligeiramente arqueadas  realçavam. A roupa de marca, desbotada,  apresentava-se ligeiramente suja, e os sapatos gastos acentuavam  o cansaço de passos lentos e inseguros. Os nossos olhares tocaram-se e tive a estranha sensação de me parecer conhecer aquele rosto mas não saber de onde.
Ao virar da primeira página da Revista Única  começava a ler o artigo da Clara Ferreira Alves, quando ao meu lado ouvi uma voz “desculpe, posso sentar-me”. Não me dando tempo de balbuciar qualquer negativa, sentou-se  de imediato dizendo “desculpe a minha atitude mas estou de passagem,  desesperado e cheio de fome, não como há mais de 24 horas e queria pedir-lhe se me pagava qualquer coisa que pudesse comer”. Olhei para ele de novo e de novo tive a sensação daquele rosto não me ser de todo desconhecido, “aqui só se for uma sandes e algo de beber”,  disse-lhe, “pago-lhe um galão e uma sandes de queijo”, anuiu com a cabeça.
Não comeu, devorou com rapidez e sofreguidão tudo o que o empregado trouxe, perguntei-lhe se não comeria mais uma sandes, vi pela sua hesitação que se ela viesse também a comeria, e assim aconteceu. Quase em surdina foi murmurando desculpas pelo atrevimento e abuso de se ter sentado à mesa, olhando à volta como tendo vergonha foi-me  dizendo, “sabe eu estou desesperado, também já vivi bem”, olhando para o Expresso, “também o comprava todos os sábados…tive uma fábrica  em S. João da Madeira, vivia no Porto próximo da Avenida da Boavista e da Foz…(parava de vez em quando escolhendo as palavras) um dia a minha mulher adoeceu gravemente,  passei a acompanhá-la em consultas no Hospital de S. João e  nos tratamentos e internamentos  no IPO… descuidei a gestão da fábrica que, com a minha ausência, começou a não cumprir com os prazos de entrega das encomendas, a  produzir mal e pouco, e os Bancos e as Finanças não perdoaram, tive que declarar falência. Tentei arranjar emprego mas ninguém queria um velho falido com mais de cinquenta anos. A minha mulher morreu já lá vão uns  anos (um largo silêncio se instalou, começou a chorar… sem lhe dizer  palavra, procurei reconforta-lo pondo a minha  mão no seu ombro…recompôs-se)…  o meu filho  é engenheiro na Nokia, na Finlândia, casou por lá e  de nada quer saber,  nem ao funeral da mãe veio. Nem sabe se ainda existo. Fui sobrevivendo vendendo o que me restava, na razão e na medida em que as portas dos amigos se iam fechando. Fiquei reduzido a uma cama, um sofá, uma televisão e pouco mais. Tudo foi vendido para sobreviver.  Chegou  o momento em que deixei de poder pagar a renda do pequeno apartamento que tinha alugado na Rua do Bonjardim… depois foi o empurrão definitivo, o despejo. Vi-me perdido na rua acompanhado duma mala com o pouco que ainda tinha. Cruzei-me com alguns vizinhos e disse-lhes que ia viajar, sabendo no íntimo, que não acreditavam no que lhes dizia. Decidi não mais ali voltar, tinha no bolso os meus últimos euros. Por fim vi-me na necessidade de contactar alguém de família, a quem sempre encobri a real situação de pobreza a que tinha chegado. Telefonei a uma irmã que vive em Lisboa, disse-me   estar em  casa da filha que reside nos Açores, e que só voltaria dentro de três a quatro meses já que estava a acompanhar a filha e o neto acabado de nascer. Fiquei em pânico ao ver-me sem um teto, sem um lugar para onde ir. Vagueei sem rumo, sem saber por onde nem para onde, até que vencido pelo cansaço me sentei num banco do Jardim de São Lázaro. Adormeci sem querer, e disso me dei conta quando acordei com um safanão dum miúdo que me berrava – quero o teu blusão – empurrou-me, caí no chão e então vi voar na sua mão a minha mala com as últimas migalhas que me restavam, ainda tentei correr mas as pernas recusaram-se a obedecer às ordens que lhe dava e vi desaparecer o rapazola e a mala. Fiquei com o que tinha no corpo e cada vez mais só. Andei dum lado para o outro,  passei a dormir na estação de São Bento. Um pequeno bar que ali há passou a alimentar-me com os restos daquilo que se não vendia. Fui aprendendo a sobreviver…e a mendigar envergonhado da situação a que tinha chegado. A minha irmã deve estar já em  Lisboa e ontem  apanhei uma boleia que me trouxe até Coimbra. Nada comi ontem,  hoje  vim até aqui porque estava cheio de fome  e frio,  aqui sempre está mais quente. Vim na esperança de encontrar alguém que me desse um pouco de comer…(uma lágrima furtiva saltou de seus olhos), obrigado senhor”.
No decorrer da história que fui ouvindo e observando, a cada  expressão sua e modo de falar mais me convencia de que não estava na presença dum estranho. Perguntei-lhe o nome e por onde teria andado em novo. Disse-me que se chamava Raul, que estudou e sempre viveu no Porto mas que veio alguns anos passar férias à Figueira da Foz.
Raul…, pensei, rebobinando memórias de férias na Figueira. De repente lembrei-me dum Raul num daqueles grupos de praia de que faziam também parte umas moças da Covilhã. Perguntei-lhe se não seria ele. Levantou a cabeça, virou-se para mim a sorrir dizendo que sim que nessas férias conheceu a Gabriela com quem se veio a casar. Lembrei-me logo da Gabriela  uma rapariga alegre de sorriso franco,  loira de olhos azuis, elegante e linda,  que voava a  dançar. 
Disse-lhe o meu nome. Retorquiu “ Abílio, e quando conseguíamos entrar todos do grupo no Casino com um só bilhete?”. Agora sabia com quem falava.
Levei-o à Estação Nova, comprei-lhe o bilhete para Lisboa, e, no abraço de despedida, a certeza de que dificilmente os nossos destinos se tornariam a cruzar nesta vida de incertezas e de acasos.
Abílio Soares 

ENCONTRO COM A ARTE!

ESPREITANDO!...

Mosteiro de Santa Clara

...com a colaboração da ROMICAS!

domingo, 27 de março de 2011

As Cores DEPOIS DO CORTE E COSTURA!


Com um amarelo, azul e vermelho, caiem sempre bem
uns verdes.
Vou tirar um curso de corte e Costura.
Um grande Abraço
Primeira parte realizada com sucesso!
O 31 ESTÁ NOVAMENTE ACTIVO- COM MODERAÇÃO!.
Tonito.

ANIVERSÁRIO Virgilio Nogueira


VIRGILIO NOGUEIRA DE CARVALHO


27-03-1916 / 27-03-2011
95 Anos!

"Encontro de Gerações" deseja
FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!




Amanhecer

Em Montreal

FINAL DO JAMOR FALHADA! NEM TUDO SE PERDEU!

JAMOR FICOU ADIADO!

Mas o Estádio teve gala de grandes dias!
O público em geral e os estudantes voltaram a estar com a nossa Académica!
Terá que ser para continuar!
VIVA A BRIOSA!!!!




Um aspecto da bancada da Mancha Negra


Guimarães-ACADÉMICA 1-0

ACADÉMICA - Guimarães 2-0

A WIND OF CHANGE
A pedido do BobbyZé


ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DE COIMBRA

O Losango mais belo do mundo
O Losango
Agitamos bandeiras, enrolamos cachecóis ao pescoço, pomos bonés na cabeça, usamos alfinetes e pin’s na lapela, vestimos camisolas com ele colado ao coração, ou seja com o emblema da Académica.
Mas qual é a sua história?
O seu criador foi o
Dr. Fernando Ferreira Pimentel, que conta assim no excelente livro “A ACADÉMICA”, como surgiu este emblema:
...em 1927/1928, sendo então directores da Associação Académica, Jaime Afreixo, Bento Caldas, A. Abrantes, João Cunha, Leão Ramos Ascensão, Herculano da Silva Pinto e Armando Sampaio, este como director desportivo, surgiu o actual distintivo".
Por essa época eu desenhava, ou antes, rabiscava alguns bonecos e o Armando Sampaio, conhecedor da minha mania do lápis, lembrou-se da minha pessoa para desenhar um emblema para a Associação Académica.
Animado pelo furor académico que sempre entusiasmava a rapaziada do meu tempo pus mão à obra e , com aquela inspiração que pelo menos uma vez na vida nos bate à porta e nos transforma em “génios”..., o distintivo surgiu num ápice.
Não sei o que sucedeu depois e como aquilo foi, pois nunca me disseram palavras a lisonjear a minha obra, nem sei se nos bastidores da Associação Académica houve palavras de desaprovação ao meu trabalho; o que sei é que o meu desenho foi enviado para Paris por intermédio da Revista Desportiva “Sporting” de onde veio a 1ª remessa ao preço de 1$00 cada.
A Associação Académica vendeu-os a 5$00 o exemplar fazendo com isso uma excelente operação.
Bons tempos!
E foi assim que nasceu este “mais belo losango do mundo"

Neves, AJ - Voz do Seven

sábado, 26 de março de 2011

NOTÍCIAS DE COLMAR

27 March 2011 ! MOMENT OF GLORY !

    A moment of glory called ACADEMICA Could I see COIMBRA with the eyes of a winner A new begining, a moment of freedom Like angles are singing a song full of joy JAMOR ! This side of heaven Belongs to the football players We will be there, with our hearts, when victory will arrive HERE WE ARE, ROCK YOU LIKE A HURRICANE !!!!!
BOBBYZÉ


NOTÍCIAS DE COLMAR

No JAMOR, jà mora um sonho...


A Primavera de COLMAR vive-se também a prêto e branco!
Vamos todos torcer amanhä por esse grande clube de COIMBRA. Aquele que trazemos no peito desde que nascemos e crescemos!
Amanha serà dia de eleiçoes cantonais em França mas o eleito dos nossos coraçoes està hà muito designado: BRIOSA FOREVER!

Aqui estao algumas imagens dos fäs desta bela cidade de Bartholdi. E como podem vêr, até os caes se pintam de preto e branco!!!
O Pai do AMAURY BISCHOFF (na foto) espera que o filho faça um gostinho ao dedo, marcando o golo da vitoria!!!
Rapaziada! Molhem a camisola, dêem uma grande felicidade a essa cidade que bem precisa!
Esqueçam o PEC 4, dois chegam perfeitamente para marcharmos até LISBOA!!

Bobbyzé
APOIO  A ACADÉMICA RUMO AO JAMOR - OCEANE
A que se junta agora à Oceane a Sophie
E ainda nós!
E o Pai  Yves Bischoff esperando um golo do filho no jogo de amanhã!


Até a SuzY devidamente equipada!

TUNA MELICHES-ESCADAS DE SANTIAGO-COIMBRA

 Escadas de Santiago
 PAINEL DE PEDRO E INÊS NAS ESCADAS DE SANTIAGO
 Mesmo com o São Pedro em colaboração moderada a Tuna foi actuando...
 ...num sábado em que se estava realizando a Feira das Velharias na Praça do Comércio...
E a animação foi aumentando....
 ...e a colaboração de uma pequena espectadora que também cantou uma canção...


Paulo Moura num espelho das velharias...


Dois espectadores especiais e conhecidos!
</                        Reportagem fotográfica e de vídeo de Celeste Maria
VER MAIS AQUIhttp://tunameliches.blogspot.com/

VAMOS AO JAMOR! PROMOÇÃO JOGO ACADÉMICA/OAF-GUIMARÃES

COM UMA SAUDAÇÃO ESPECIAL À MANCHA NEGRA!
Faz parte deste movimento e ajuda a Briosa a carimbar o Jamor... Aproveita também para convidares os teus amigos a aderirem à Página Oficial da Briosa no Facebook. Todos juntos, vamos continuar a crescer rumo ao Jamor!



sexta-feira, 25 de março de 2011

«Coisas do Arco da Velha»

Um poema de Jorge Castro, bem fresquinho e actual, está disponível aqui para quem quiser lê-lo.

PROTESTO DA ACADEMIA!





Um comentário texto:Achei tudo de muito mau gosto, com pouca dignidade, feio mesmo, vieram-me à lembrança as formas de protesto da mesma Academia nos anos 62 e 69 .
Rui Pato