sexta-feira, 10 de outubro de 2014

SÓTÃO DE PEDRO MADEIRA FONSECA

Descobri nos papeis dos meus Pais, esta foto antiga, que penso ser da primeira comunhão do meu Pai.
Porventura esta foto terá interesse para muita gente aí de Coimbra e que não a tem.
Aqui ta envio, para que lhe possas dar o encaminhamento que achares conveniente.
Grande abraço,
Pedro


Assim dá para ver mais ao perto..
foi tirada 1 ano antes de eu nascer!!! Eu ADM, claro...



Esclarecido! É mesmo na Vila Marini. Duas fotos tiradas agora de manhã. Devido à muita ramagem nas árvores e o portão estar fechado, só me foi possivel mostrar o suficiente para localizar o local em que as fotos do Pedro Madeira foram tiradas em 1935.
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Foto com a fato da  minha comunhão...talvez 1946/47, onze anos depois!



ANIVERSÁRIO

MARIA OLINDA OLIVEIRA RAFAEL

Neste dia especial...

"Encontro de Gerações", deseja


MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

POSTALINHO DO NEPAL E VÍDEO NUMA "RAPIDINHA" 1/2 postalinho


O nascer da lua, em Nagarkot, no ponto onde se pode ver a cordilheira dos Himalaias que estão escondidos nas nuvens, neste momento. De madrugada, vimo-los bem e fotografámo-los ao nascer do sol!
Beijos e abraços.
Daisy e Alfredo.



Foto Daisy
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Time-laps de Kathmandu, uma vista do terraço do nosso hotel.
Beijinhos e abraços.
Daisy e Alfredo
Vídeo de Alfredo/Daisy

ANIVERSÁRIO

MARGARIDA ANTUNES VIEIRA

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações", deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A São Rosas pediu...


«Feiticeira» - Trovadores do Mondego na VI Mostra de Doçaria Conventual e Regional de Coimbra




5 de Outubro de 2014
Quartel General da Brigada Ligeira de Intervenção

Ó meu amor,
Minha linda feiticeira,
Eu daria a vida inteira
Por um só beijo dos teus!

Por teu amor,
A minha vida era pouca,
P'rà beberes da minha boca
Num beijo de eterno adeus!

Ó meu amor,
Sonho lindo este que eu tive,
Única esperança que vive
Na minh'alma a soluçar!

Por teu amor
Eu morria de desejo:
Deste-me a vida num beijo
E eu vivi p'ra te beijar!

Letra e música de Ângelo Araújo
Original do filme «Capas Negras» aqui.

Gostei de ver

Quando ia a passar em frente da biblioteca da Universidade Concordia, deparei com uma ornamentação fora de comum feita com bancos municipais e latas de cervejas.
Aí chegado dei com este belo exemplo de defesa do meio ambiente de origem camarária, em plena zona universitária.



     Em matéria de limpeza, temos to
    dos um papel a desempenhar.Uti-
    lizando  os  caixotes  públicos  do
    lixo, contribui-se a manter o meio
    ambiente mais limpo e agradável.
   
Um gesto tão simples!
Os  maus  comportamentos  têm  um
efeito directo sobre o meio ambiente.

Já noutra rua, deparei-me com uma placa e seus dizeres num poste de tráfego.
Como era de dia, estes não se interessaram com a placa e ainda não se viam mas já se ouviam grasnar bem  longe. Os miúdos ao colo dos pais e avós diziam-lhes adeus,  continuando-se a ouví-los por muito tempo.  Foi um momento de franco convívio.

Para ampliar clique na imagem.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

8º POSTALINHO DO BUTÃO

THE END.
Beijinhos da Daisy e um abraço do Alfredo















SAMAMBOS -ALMOÇO CONVÍVIO

SAMAMBOS  
Ver postagem em 2011 de Mestre Deolindo     AQUI                
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Este grupo reviveu momentos de entretimento da sua juventude com a mesma alegria e gratas recordações à época.
 Normalmente, nas tardes de fim de semana, efectuavam-se campeonatos e jogos da malha, do peão, do berlinde, do botão à parede, etc, nos espaços envolnentes do café.
à noite, na cave, jogava-se o snooker, bilhar libre, sueca, damas, xadrês, dominó.
Viveu-se momomentos inolvidáveis de sã amizade e grande convívio




 EMENTA  Á LISTA!
Textos e fotos de Armando Canhão

7º POSTALINHO DO BUTÃO

Durante o Festival em Thimphu.
Foto dedicada ao Chico Torreira e ao Carlos Viana!

Abraços,
Alfredo e Daisy.



foto Daisy

ANIVERSÁRIO

JORGE LUIS COSTA

07-10-1945

Neste dia especial...

"Encontro de Gerações", deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!

domingo, 5 de outubro de 2014

RECORDAÇÃO DAS CALDAS ...





Os dedos dormentes ...

Calma, tenham todos muita calma! O preclaro dono desta espécie de jornal de caserna, não precisa de estar já de lápis azul na mão, para omitir o que não interessa. Assumo que não vou cortar nada daquilo que as mentes mais perversas podem estar a pensar. 

Mas porque será que a bonita cidade das Caldas da Rainha, há - de ter um anátema tão pesado em cima?! Olhem, sem querer ofender ninguém, se Vossas Senhorias soubessem muito de História de Portugal, lembravam-se logo da Rainha Dona Leonor, em vez de pensar qual seria o tamanho do menhir que eu traria aqui à estampa.

Tudo mentira. Do que vos venho aqui falar é do Varela, do Neiva, do Ambrósio e de outros artistas de pista, que habitavam o Quartel das Caldas da Rainha.

Um dia, para lá entrei, com meia dúzia de tostões num bolso cosido por dentro do casaco, por causa da gatunagem de caserna. 

Desconfiado, levei um cadeado para fechar o armário, mas cometi um erro elementar: deixei a espingarda no armeiro e roubaram-me os pernes que a articulavam.

Resultado: quando lhe peguei, o canhão derramou-se pelo chão como um baralho de cartas. De rabo para o ar, andei a apanhar a coronha, o cano e aquele mecanismo complexo, de que também fazia parte o gatilho.

Sem o querer, fiz-me larápio de meia - tijela à força. Roubando pernes aqui e ali, reconstruí o fuzil que, milagre dos milagres, até funcionava.

Funcionava tão bem, que ao primeiro tiro para um alvo, na carreira de tiro  da Tornada, deu um “coice” tamanho, que recuei três passos mesmo sem ter vontade e fiquei com um ombro todo dorido. O balázio, em vez de acertar no alvo, subiu em flecha pelos ares, ao que parece sem consequências.

Já não me bastava o martírio de andar a puxar pelas botas que pesavam como chumbo, ainda tinha que aturar um tal Varela, que mandava na Companhia e que falava “axim”. O homem gostava de continências e exigia que lhe fizéssemos a saudação militar mesmo fora do Quartel.

Dizia:

- Na xidade, todo o mancebo tem que me fazer continência, mesmo que eu vá com a minha bixicleta. A bicicleta era a mulher.

Se eu fosse a contabilizar as continências que fiz ao Tenente, estava rico. Até já tinha um calo na testa e os dedos dormentes, de tanta saudação à moda de feijão - verde.

Na pista de exercícios, tínhamos que aturar o Ambrósio. Vaidoso como um pavão, gabava-se do corpo musculado e um dia, ao exemplificar o exercício que tinha uma certa componente de risco, saltou de uma plataforma de três metros de altura, para um poste que tinha uma espécie de galho, onde ele segurava as mãos peludas. Teve azar. Falhou o salto desejado e veio de cabeça a pique, em movimento uniformemente acelerado, até esbarrar no chão com estrondo e inanimado.

Grande reboliço nas hostes e o Ambrósio a ser levado para Lisboa em estado grave. A Companhia, que simpatizava pouco com ele ou mesmo nada, em vez de ficar pesarosa, foi para a caserna e dobrou-se a rir, só de pensar na imagem do militar deitado na cama de um hospital, com a cabeça envolta em ligaduras como um queijo - amanteigado da Serra da Estrela e uma perna em gesso pendurada numa roldana com um peso na ponta. Vingança de mancebos.

Como se já não bastasse,  ainda havia o Neiva. Era furriel nortenho e tinha uma linguagem de catequese, como está bom de ver. Um dia, sendo o almoço batatas com espinhas de peixe, tudo tão seco como as lixas que se vendiam na loja de ferragens do Alírio Costa, a rapaziada queixou-se que o saboroso pitéu não tinha molho. 

Chamámos o Neiva e protestámos. O sargentão miliciano calou-se, pegou na terrina, foi a uma torneira e encheu - a com água e ficou tudo a boiar. Pregou com a baixela no centro da mesa e disse na maior das calmas:

- Reclamação atendida, agora já tem molho …

Ficámos a fixá-lo com um olhar de cólera e o Mimoso, que era do Porto e tinha um feitio nada mimoso, rosnou entre dentes a sentença:

- Quando apanhar lá fora este chavelhudo, em Santa Catarina ou ao pé dos Clérigos, rebento-lhe com o focinho e mato o gajo...

Se o Mimoso o matou, nunca cheguei a saber. Mas não me consta que a fotografia do Neiva, tenha aparecido na página de necrologia do “Comércio do Porto”.
Quito Pereira         

5º POSTALINHO DO BUTÃO

Outro Festival, este na capital Thimphu.
As cores são extraordinárias e as danças, aqui, são executadas pelos monges do Dzong local.
Beijinhos e abraços da Daisy e do Alfredo
foto Daisy- via Fala

sábado, 4 de outubro de 2014

A Serra da Estrela vista de Caria

Centro do Universo, 14 de setembro de 2014
Foto de Luis Ribeiro

Mulher Innue

Este mural é uma homenagem à determinação das mulheres Innues do povo autóctone Innu, que é originário da Terra Nova-Labrador e norte do Quebec. A mulher Innue tem tido posição de relêvo na mantenção da sua cultura. Tem no seu seio uma reconhecida poetisa, assim como vários músicos e grupos musicais.
Na homenagem que lhe foi prestada com este mural, podemos observar três gerações diferentes representando a transmissão da sua cultura. O fundo representa as forças naturais existentes no "Grande Norte": o céu, a terra, flora e fauna.

Aproveito para dar uma noção de algumas fases da execução de morais desta envergadura, que levam algumas semanas a pintar.

Já se fica com a noção da altura.


Uma pessoa é pequenina.


Maravilha.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

ENCONTRO COM A ARTE- PINTURA

Exposição A COR DAS PALAVRAS, na Biblioteca Municipal Afonso Duarte, em Montemor. Tratando-se de um encontro literário lusófono, África tinha que estar presente. Esta tela está acompanhada do poema MULHER de Mia Couto.


"Mãe África" (2014)
Acrílico sobre tela, 92 x73 cm
Maria Guia Pimpão

4º POSTALINHO do BUTÃO

Festival Wangdue Tsechu, perto de Punakha, que nos ocupou o dia,com piquenique e tudo. O festival é anual, com danças que reflectem o dia a dia e pretendem pedir a protecção do guru Rinpoche contra a má sorte.                                                                                                                                       Beijinhos e abraços da Daisy e do Alfredo

foto Daisy

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Alentejano


«Não me matem a burra, por amor de Deus!» - Carlos Esperança

O «Jornal do Fundão» sempre acolheu pérolas da escrita, de que o nosso Quito e as suas «Beiras» são apenas um (excelente) exemplo.
No «JF» de 18 de Setembro, a Crónica de Carlos Esperança é um mimo que não resisto a «roubar com a devida vénia» para partilhar convosco:

Freixinho
Na mitologia grega havia um deus que necessitava de mergulhar as mãos na terra para recuperar as forças.
Eu, que não sou deus, nem crente, sinto a necessidade dos mitos e vou procurar nos sítios que agonizam o resto de vida que ali jaz e encontrar no húmus das minhas origens as forças de que careço.
Abalámos muitos dessas terras que eram viveiros de gente e são hoje a antecâmara da morte dos que regressam para ficar.
Já não se discute a água da presa com a sachola nem se guardam alfaias religiosas com a escopeta carregada e a navalha, de ponta e mola, à mão. A fé esvaiu-se, não se mede em decibéis, oferendas ou novenas, nem em quantidade de dias de exposição do Senhor.
Em tempos, quando o estandarte da igreja dormia nas fragas que separavam o Freixinho do Lamegal, a anexa que disputava à sede de freguesia a glória de exibir o seu pendão para proteger as searas, com moços possantes a defenderem a crença e o estandarte, que os costumes mandavam revezar, e que o impulso da fé desrespeitava, eram as procissões que tinham primazia sobre as outras manifestações litúrgicas. Hoje falo do concelho de Pinhel e podia falar do Sabugal, Almeida ou Figueira de Castelo Rodrigo, terras donde trouxe a força o menino que se fez velho.
O meu tio Manuelzinho contava-me coisas de estarrecer quando a fé ainda vicejava nas aldeias e os padres abundavam para a liturgia. Não mais esquecerei a graça com que me contava a procissão do Carvalhal da Atalaia, que correu mal. Os andores, os devotos e a fé não cabiam nos limites do casario. Era preciso percorrer caminhos de terra batida, na peregrinação cuja distância estivesse à altura da piedade dos paroquianos.
Foi num mês de Agosto, ainda não havia francos franceses, suiços e marcos a ostentar a competição dos emigrantes. A procissão saiu do povoado para a ronda tradicional do Senhor dos Passos, com o padre sob o pálio, a resguardar a tonsura e a custódia, com os mordomos aprumados e a população em filas, separada por género e alinhada por escala etária. Rezava-se e cantava-se, alternado com algum latim para fazer sobressair o pároco enquanto os anjinhos eram admoestados, para não falarem, pela catequista que os guardava.
Num desses verões, já a procissão tinha invertido a marcha a caminho da aldeia quando, inopinadamente, se armou uma trovoada que parecia o dilúvio, sem a arca de Noé, para se recolherem nela os bons, enquanto a terra se inundava.
Os mancebos pousaram o Senhor dos Passos, enquanto os andores pequenos seguiram o exemplo, e os guiões foram encostados à árvore mais próxima. O padre, com a custódia, fugiu e manteve a protecção do pálio, com os que empunhavam as varas a esticar o pano, transformado em guarda-chuva colectivo. Os anjinhos, na pressa, perdiam as asas e cada paroquiano procurava uma árvore de copa ampla com a população dispersa pelo campo e a parafernália pia abandonada no caminho.
Já se clamava «milagre!» quando o sol, de repente, substituiu de novo a chuva que se afastou a desgraçar videiras e a tornar inútil a vindima. Os paroquianos lá voltaram ao sítio donde fugiram e, ao chegarem, o horror deixou-os apopléticos.
Com a chuva esboroou-se o Senhor dos Passos que alguns fiéis haviam de julgar sólido, quiçá com músculos e ossos, desfeita a farpela puída pelo tempo, onde o manto refulgia. Do interior saiu a palha que lhe dava forma e uma burra, atraída pelo cheiro, mastigava, com os cascos sobre o manto e a pachorra de quem nasceu sem entendimento para a fé.
Descoroçoados, atiraram pedras ao animal, que insistia em mastigar a palha tantas vezes benzida, com tal sanha que, da multidão, uma mulher implorou, por amor de Deus, que não lhe matassem a burra, enquanto esta se afastava a trote, a mastigar o último naco do Senhor dos Passos.

ANIVERSÁRIO

MARIA MANUELA CURADO
         "NELA CURADO"

Neste dia especial...

"Encontro de Gerações", deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

3º POSTALINHO DO BUTÃO

Este é o mosteiro Jambay Lhakang, um dos 108 mosteiros mandados construir por Sontsen Gampo, no século VII, para subjugar espíritos malignos que estavam a obstruir a propagação do Budismo nos Himalaias. Situa-se em Bumthang e dos 108, existem apenas 20. Foi nesta cidade que o Budismo entrou no Butão. 

Beijinhos e abraços da Daisy e do Alfredo.

foto Daisy

CASA COM HISTÓRIA ...

Uma nova fachada de casa em Salgueiro do Campo. Data de 1 6O3, não sendo porém a habitação mais antiga da aldeia. Essa, data do longínquo ano de 1 572. Como curiosidade, o facto desta casa, como se vê na foto, estar ao nível inferior da estrada, tendo uma escada de acesso à porta principal. Não se tratou de uma qualquer obra que permitiu este pouco usual acesso a um habitação. Sempre foi assim, no dizer dos seus atuais proprietários que ali residem, tendo a casa passado de geração em geração.
Quito Pereira 

DIA MUNDIAL DA MÚSICA



CONCERTO DIA MUNDIAL DA MÚSICA 1 de Outubro 2014 | 21h30                                                                             Author: NomeComum SuperUser/26 de setembro de 2014/Categories: Concertos Rate this article: No rating Event date: 01/10/2014 21:30 - 23:00 Export event Pavilhão Centro de Portugal Em 1975 foi instituído pelo Conselho Internacional da Música, instituição da UNESCO, o Dia Mundial da Música. A criação desta celebração tem como objetivos promover esta arte, procurando fazê-la chegar a todas as pessoas, sempre de acordo com os ideais da organização, como a paz e amizade. Em Coimbra o concerto com a Orquestra Clássica do Centro terá como convidado para este dia, o violinista Peter Fisher. Além do "Romance em Fá Maior" de L. Beethoven para violino e orquestra, irão ser interpretadas obras de Frederick Delius - "Summer Night on the River" e de W. A. Mozart - a Sinfonia nº 38 "Praga" A direcção é de David Wyn Lloyd .

O cavalo e a borboleta

Na Mosaículturas de 2013 de Montreal, pôde-se admirar este lindo jardim representando um cavalo branco. Situa-se nas ruínas do castelo de Uffington na Inglaterra e transporta-nos aos tempos da arte céltica. Mede cento e dez metros de comprimento, foi criado dentro de trincheiras que lhe servem de moldura e cheias de pó de giz branco. Fala-se que da silhuete deste cavalo era retirada a erva todos os sete anos no solstício do verão. A sua posição nas ruínas só permite vê-lo do céu.


Comesse, jardineiro de profissão, utilizou o desenho desta borboleta como mosaícultura exposta na Exposição Universal de Paris em 1878. Reproduzida com plantas de caracteríticas idênticas e devidamente numeradas para esta exposição, mostra-nos bem o trabalho executado por Comesse.