quinta-feira, 13 de abril de 2017

ANIVERSÁRIO

VITOR MANUEL FERNANDES COSTA

13-04-1946

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" desej

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!





quarta-feira, 12 de abril de 2017

terça-feira, 11 de abril de 2017

Panorâmica

Escultura em aço pintado e serigrafado, granito.
Um trabalho pertencente ao Museu de Lachine que se situa na rota da pista panorâmica de ciclismo que acompanha o rio Saint-Laurent, em frente ao lago Saint-Louis.
O artista convida os passantes a sentarem-se face às três colunas e através dos espaços entre elas poderem ver a mutação entre a água do rio evaporando-se e o céu formando nuvens. Ao olhar-se ao mesmo tempo as colunas, é como uma paragem de todo o processo que se desenrola naturalmente aos nossos olhos.

Pelo uso do "tapete" em frente do banco, vê-se que o local é apreciado.

INTERLÚDIO MUSICAL-ARTISTAS DE RUA-BAIXA DE COIMBRA

Vídeo EG

segunda-feira, 10 de abril de 2017

ENCONTRO COM A HISTÓRIA - SE NÃO SABIA PASSAR A SABER-PARTE II INTERESSANTE

4-Há um gene que só os portugueses têm
Chama-se A26 – B38 – DR13 e é um gene que só existe nos descendentes de lusitanos. A informação presente nesse gene não existe em mais nenhum lugar, nem mesmo noutros povos fixados junto ao Mediterrâneo

5- Tivemos um rei chamado D. Martinho I
Não é que haja um rei escondido do povo português durante séculos. Apenas o conhecemos por outro nome: D. Sancho I. Quando nasceu, o pequeno Sancho não estava destinado a subir ao trono: quem devia assumir as rédeas da corte era o seu irmão, o infante D. Henrique. Por isso, os pais da criança – D. Afonso Henriques e D. Mafalda de Sabóia – decidiram-lhe dar-lhe um nome que, embora não tivesse tradição monárquica, combinava bem com ela: D. Sancho I nasceu a 11 de novembro, daí ter sido agraciado com o nome Martinho. Mas a vida deu voltas. O infante D. Henrique morreu aos oito anos e foi Martinho quem teve de o substituir. Foi então rebatizado com o nome que chegou aos nossos livros de História: D. Sancho I.

6-Um dos nossos reis era sobredotado
D. Pedro V veio ao mundo a 16 de setembro de 1837. E veio com algo mais particular que os outros: era sobredotado. Com dois anos sabia falar português, alemão e francês. Ainda em criança, com cerca de 12 anos, já aprendia filosofia e escrevia de forma anónima em publicações nacionais sobre assuntos sociais, como os meios de transporte e a modernização de Portugal. O povo sabia das suas capacidades e colocava nele grande esperança na forma como lideraria o país, mas Pedro V morreu aos 24 anos sem colocar nenhuma das suas ideias em prática.

domingo, 9 de abril de 2017

ANIVERSÁRIO

HENRIQUE VIDEIRA MELO

                  RIRI

09-04-1951

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!










sábado, 8 de abril de 2017

NOTICIAS DE COIMBRA- SÁBADO DE FEIRA DE "ARRUFADAS DE COIMBRA" E DE ARTESANATO

Praça 8 de Maio

RECRIAÇÂO DA TRADICIONAL VENDA DE ARRUFADAS
      O grupo Etnográfico levou hoje a efeito, entre as 09H00 e as 13H00, na Praça 8 de Maio, a IX Festa da Arrufada.
       Numa recriação da tradicional venda de arrufadas que se faziam em Coimbra, neste sábado de Aleluia, tem contado com a presença de centenas de pessoas, que passam para adquirir este tradicional folar para a Páscoa e relembrar as memórias de outrora.






    ARTESANATO URBANO ANIMA RUAS DA BAIXA DE COIMBRA
Mais de uma centena de expositores estiveram presentes na segunda edição de 2017 da FEIRA DE ARTESANATO URBANO
Pela Portagem, Rua Ferreira Borges e Visconde da Luz



EG

NOTÍCIAS DO CNM- REVISTA DE IMPRENSA- DIÁRIO DE COIMBRA

TOMADA DE POSSE NOVA DIRECÇÃO PARA BIÉNIO 2017/2019

 EG

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A PROPÓSITO DE UM COMENTÁRIO DO CHICO TORREIRA...

... "O LOUCO MUNDO DO FUTEBOL".. AQUI

.


 O Tó Gonçalves companheiro de infância de muitos de nós e que o Chico recordou neste comentário:

 Do Porto a melhor recordação foi a vitória da AAC com um golo do Tó Gonçalves. 


Há anos que deixámos de ter contactos! Morava na rua "A" rua Vasco da Gama, enquanto estudante e jogador da Académica. Na mesma casa vive a irmã  Mariazinha com marido e filha.
     Aqui deixo umas breves notas e fotos do Tó, enquanto jogador da Académica, retiradas do livro "Académica-História do Futebol- de João Santana e João Mesquita

António José Lobo Gonçalves
Nasceu a 09-04-1940
Natural de Currelos (Carregal do Sal)
Fêz 1º jogo pela AAC em 04-09-1959
Último jogo a 08-01-1961 com 20 anos
Utilizado 2 épocas - 1959/1961
Fêz 11 jogos e marcou 3 golos

O tal jogo de que escreve o Chico:
Época de 1960/1961
Estádio Municipal de Coimbra:
13-01-1960
Com arbitragem de Manuel Lousada (de Santarém)
ACADÉMICA 2    F.C. PORTO - 1
Académica: Maló, Marta, Araújo, Samuel, Wilson, Torres, Rocha,Chipenda, Jorge Humberto,Miranda e Gonçalves
Treinador Mário Imbelloni
F.C. Porto:Acúrsio, Virgílio,Paula, Alabano Sarmento, Monteiro da Costa, Carlos Duarte, HerNani, Teixeira, Ivan e Morais.
Treinador: Otto Glória
Outras imagens possiveis



EG

ANIVERSÁRIO

CÂNDIDO MONTEIRO FERREIRA

07-04-1949

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

      Encontro de Gerações BNM
      Encontro  de Gerações BNM

      Encontro de Gerações BNM
  CASA DA URRA-UM RECANTO CHEIO DE ENCANTOS


ANIVERSÁRIO

MANUEL PINTO SOARES

07-04-1958

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!



   Rota da Sardinha -Quiaios
   Rota da Vitela - Maia
    Rota do Gerês
   Rota do Gerês
EG

quinta-feira, 6 de abril de 2017

O LOUCO MUNDO DO FUTEBOL ...






Emoções a azul e encarnado ...

Naquele sábado à noite, Lisboa esgotou-se para o Estádio da Luz. Era o nonagésimo jogo do século entre águias e dragões. Separados apenas por um ponto na tabela, o jogo prometia. Sem o retângulo mágico que me permitisse ingresso para a peleja, fui desaguar ao Vita Tejo, lá para as bandas da Amadora.

Tinham-me prometido um écran gigante de alta definição e não me mentiram. O problema é que o Vita já rebentava pelas costuras de gente vestida de vermelho. Centenas de veraneantes eram portugueses de origem africana, que vivem ali na zona.

Com o seu jeito gingão, deambulavam entre as mesas na procura de um lugar estratégico para ver o Benfica. Sim, porque a multidão apinhava-se em vagas de gente apressada, que era necessária muita paciência para conseguir um lugar, mesmo sendo o palco do jogo e dos sonhos de enormes dimensões.

Os restaurantes não tinham mãos a medir, com filas imensas de gente ordeira que esperava pacientemente a sua vez de ser servida. Numa fila entrei, na procura de um simples caldo verde, pois o almoço tinha sido maciço e saboroso a olhar o mar.

Regressemos à sucursal do Estádio da Luz, que o mesmo é dizer ao Vita Tejo. Numa mesa manhosa e através de um vidro grosso, lá me sentei a jantar e a olhar de viés para o jogo. À segunda colherada de caldo verde, o Benfica marcou um golo. Foi o fim. O Vita explodiu e muitos dos sentados nas mesas, subiram para as cadeiras em infernal gritaria. Outros dançavam em ritmo africano e atiravam bonés ao ar. Num ápice, o Vita transformou-se num comício de estrondoso fervor clubista.

O golo arreliou-me. Confesso que gosto do céu e do mar, que o mesmo é dizer que gosto do azul. A “culpa” é do Simões, que viveu no nosso bairro, que jogava no Porto e naquele dia em que o “Rápido” para Lisboa ia cheio e ele que me viu de pé, reconheceu-me e trouxe-me a reboque para uma carruagem reservada, onde ia a equipa do Futebol Clube do Porto que jogava no dia seguinte com a extinta CUF, no Barreiro. Gentilmente, ofereceram-me um lugar sentado junto deles e o Simões apresentou-me como um amigo dele do bairro. A cordialidade de todos para comigo, foi o início de uma simpatia surda pelo emblema do dragão.

Academista de coração e portista de adoção, assim resumo o meu universo do pontapé na bola.

Por isso, o caldo verde azedou. Pousei a colher e olhei para o meu companheiro que conheço há muitos anos porque nasceu lá em casa e que, pouco ou nada impressionado com aquele delírio encarnado, continuava a comer calmamente um bife com uma montanha de batatas fritas e salada. 

Aquele desamor pelo norte teve o condão de me irritar ainda mais. Mal ele acabou o repasto, partimos. Depois de o deixar em casa, rolei veloz pela autoestrada na noite escura, de ouvido no relato da partida. Não se via vivalma. Estava tudo de olhos postos no “match” e, já não muito longe da unidade hoteleira onde fiquei hospedado e ao circular numa rotunda, a rádio deu-me uma prenda: Golo do Porto!  

Entrei no hotel a sorrir e o empregado – rapaz novo e bem aparentado – fez o meu chek - in para, surpreendentemente e em estilo de comunicação obrigatória, como se decreto se tratasse, me informar que o Benfica ia na frente do marcador. Disse-lhe que estava enganado, porque os do norte tinham acabado de empatar a partida e ele mostrou-se surpreendido. 

Percebi então, que tinha ficado pouco entusiasmado com a novidade. Subi ao quarto e liguei a televisão. O jogo tinha terminado com um empate, diziam os comentadores desportivos a fazer que eram isentos a dar as suas doutas opiniões com termos rebuscados e verdades convenientes, de acordo com os seus interesses de avençados de um canal televisivo.

Do mal o menos, pensei para com os meus botões. E foi a sorrir por um resultado que com alguma sorte e felicidade poderá ainda valer um campeonato azul, que espreitei pela janela e vi uma cidade adormecida de uma noite de emoções fortes em tons de azul e encarnado.
Quito Pereira        

quarta-feira, 5 de abril de 2017

terça-feira, 4 de abril de 2017

Bairrismo

Bairro de Saint-Pierre.
Este bairro de mais de cinco mil habitantes, já foi uma cidadezinha cercada por Montreal até há dezassete anos. Hoje, fazendo parte de Montreal, não nos deixam passar sem nos lembrarem aonde estamos.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

domingo, 2 de abril de 2017

ENCONTRO COM A HISTÓRIA - SE NÃO SABIA PASSAR A SABER-PARTE I INTERESSANTE

 Lisboa não é a capital de Portugal e outros 9 factos que não aprendeu nas aulas de História                                                    "1143, quem não sabe esta data não é bom português" é das primeiras frases que o professor de História nos ensina. Mas há pormenores peculiares da história nacional que continuam na sombra.


Procure nas entrelinhas de todos os seus livros de História, vasculhe a biblioteca da sua antiga escola, pergunte aos mais sábios e só muito dificilmente alguém saberá estes pormenores da História de Portugal. É que todos conhecemos a saga dos Descobrimentos, a sequência de reis à frente e até as datas mais simbólicas. Mas contam- se pelos dedos da mão os que sabem que, afinal, Lisboa não é, no papel, a capital de Portugal ou que os lusitanos têm um gene único. Regressámos à sala de aula, mas desta vez com histórias que contrariam muitas das verdades absolutas que conservamos desde os tempos de escola. Descubra tudo nos nos próximos 10 tópicos.
 1 LISBOA não é a Capital Oficial de Portugal

A capital oficial do país é Coimbra, onde a corte morou até 1255. Nesse ano, D. Afonso III quis mudar toda a corte para Lisboa, que se havia tornado numa cidade cada vez mais próspera. O estuário estava de tal forma desenvolvido que podia receber os navios de mercadorias, o que motivou muita gente a escolher viver por perto. A certa altura, Coimbra tinha ficado para trás nas condições de vida que oferecia. Então D. Afonso III fez as malas e rumou para a cidade. Mas nem ele, nem nenhum outro rei assinou qualquer documento que oficializasse Lisboa como capital oficial portuguesa: passou a sê-lo de facto, na prática, porque a corte lá vivia em permanência. Algo que nunca foi oficializado, pelo que Coimbra continua a ser a capital oficial de Portugal.                 2-    BADAJOZ já foi Capital  de meio Portugal

Houve em tempos um reino muçulmano na Península Ibérica cuja capital era a cidade de Badajoz. O Emirado de Badajoz – em muçulmano chamada Ta’waif al-Batalyaws – vinha desde o rio Douro até ao Alentejo, incluía as cidades de Lisboa e de Santarém, mas também Castela e Leão.

3-Portugal já teve cinco capitais ao longo da história


São 900 anos de História, portanto o número não é de espantar. Tudo começou em Guimarães, o berço de Portugal, seguindo depois para Coimbra – que permaneceu efetivamente como capital até ao reinado de Afonso III em 125 – e mudou para Lisboa quando a residência oficial da corte passou a ser em terras do Tejo. Pelo caminho estiveram também o Rio de Janeiro (Brasil) e Angra do Heroísmo (Açores), a primeira durante as Invasões Francesas e a segunda durante o conflito entre liberais e absolutistas.
 "Jornal  Observador-Maria Leite Ferreira"
oportunamente seguem-se outos 7 factos

ANIVERSÁRIO


 CARLOS ALBERTO CAMPOS GOMES

               NITO

02-04-1945

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!




sábado, 1 de abril de 2017

ENCONTRO COM A ARTE - POESIA para Abril

     O AROMA E A VOLÚPIA DAS ROSAS

Poema de ORCA
Jorge Castro


                                       - às mulheres de Abril

   Quanto aprecio quando o vento despenteia
            As ideias que guardamos inconscientes
   Quanto aproveito quando a tua mão semeia
    As sementes  que  são  nossas por instantes

            E  quando  o  Sol  anuncia  as alvoradas
   quanto eu quero ouvir de ti o  que me digas
         de quanto sabes das campinas alouradas
    da  liberdade  solta  enfim  entre  as espigas

        trazes contigo o mundo inteiro no regaço
   e nunca é tarde ver-te a dimensão do tempo
 que por nós passa e ao passar nesse compasso
faz de nós intemporais por um momento


e a vida flui pelas pontes que fazemos
sobre águas mansas ou torrentes alterosas 
e nunca tendo tudo aquilo que queremos

        é sempre o nosso aroma e a volúpia das rosas
                                                        

AMANHECER ...

Amanhecer algarvio, na cidade do Infante ...