quarta-feira, 18 de julho de 2018
COIMBRA- MERCADO MUNICIPAL
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Notícias de Coimbra
terça-feira, 17 de julho de 2018
POSTALINHO DE TERMAS DE SÃO PEDRO DO SUL
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segunda-feira, 16 de julho de 2018
POSTALINHO DE TIMOR LORASAE III
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Daisy Moreirinhas
domingo, 15 de julho de 2018
Estado de choque
Quando nos passeamos na pista de ciclismo e pedreste de Lachine, podemos admirar esta escultura em aço forjado e bricas de André Fournell.
Nesta obra, três secções de uma vedação foram deformadas e guardam a memória de uma violenta transferência de energias. A vedação tem por função de delimitar um espaço, de a fechar e proteger. A torsão do metal sugere que uma colisão brutal teve lugar.
A deformação destas barreiras exprime a vontade de ultrapassar o proibido e de marcar uma oposição.
A deformação destas barreiras exprime a vontade de ultrapassar o proibido e de marcar uma oposição.
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Chico Torreira,
Montreal (notícias)
sábado, 14 de julho de 2018
POSTALINHO DE TIMOR LOROSAE II
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sexta-feira, 13 de julho de 2018
NOTÍCIAS DE COIMBRA - JOGOS UNIVERSITÁRIOS EUROPEUS
ANIVERSÁRIO - Zeca Simões
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quinta-feira, 12 de julho de 2018
COIMBRA ANTIGA- POLICIA RAÚL
EG
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mbra antiga
ANIVERSÁRIO
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quarta-feira, 11 de julho de 2018
Caratoes
É difícil passar por um Caratoes sem parar e admirar. Esta artista que deixa a sua arte um pouco por todo o mundo, tem uma capacidade creativa invulgar para ocupar os espaços com trabalhos que nos transmitem serinidade e beleza. Ela obriga-nos a pensar na mensagem que pode ou é diferente de pessoa para pessoa. tentando-nos fazer entrar no seu interior.
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terça-feira, 10 de julho de 2018
POSTALINHO- TIMOR LOROSAE I
ANIVERSÁRIO
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segunda-feira, 9 de julho de 2018
RECANTOS DE COIMBRA- PELA BAIXA DE COIMBRA-Com video
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domingo, 8 de julho de 2018
COIMBRA AO ANOITECER Coimbra at dusk II
Vídeo de Helder Afonso II
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sábado, 7 de julho de 2018
As lições singulares
Já apresentadas neste blogue a sua primeira criação localizada na Praça Roy respeitante à vida humana e seu relacionamento social colectivo, apresento agora a segunda fase desta primeira obra dentro do plano de acção de arte pública de Montreal.
Foi seguindo a continuação da rua Roy que chegámos ao Parc Lafontaine aonde existe um miradouro semi-circular com elementos que dão continuidade à obra inicial de Michel Goulet, assim como várias cadeiras personalizadas pelo tipo de objecto que lhe está anexo. Esses objectos familiares como um balão, livro, binóculos, etc, colocado por baixo de cada cadeira permitem às pessoas de utilizá-las para se sentarem no miradouro.
Foi seguindo a continuação da rua Roy que chegámos ao Parc Lafontaine aonde existe um miradouro semi-circular com elementos que dão continuidade à obra inicial de Michel Goulet, assim como várias cadeiras personalizadas pelo tipo de objecto que lhe está anexo. Esses objectos familiares como um balão, livro, binóculos, etc, colocado por baixo de cada cadeira permitem às pessoas de utilizá-las para se sentarem no miradouro.
| Binoculos | Bola | Jornal amarfanhado |
|---|---|---|
| Livro | Boteiras | Saco de papel |
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sexta-feira, 6 de julho de 2018
NOTÍCIAS DE COIMBRA - PROCISSÃO DA RAINHA SANTA ISABEL - 2018
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NA AULA DE FILOSOFIA -Reposição de 2010
Há sessenta anos eu sabia tudo. Hoje só sei que sou ignorante.
A aprendizagem é a descoberta progressiva da nossa ignorância.Foi com estas palavras que o Boaventura Sousa Santos, nosso professor de filosofia, iniciou a aula no Colégio D. João de Castro.
A aprendizagem é a descoberta progressiva da nossa ignorância.Foi com estas palavras que o Boaventura Sousa Santos, nosso professor de filosofia, iniciou a aula no Colégio D. João de Castro.
Entreolhámo-nos, com um meio sorriso. Eu, o Chico Duarte, do Bairro, e o Faria, que morava ao pé do Custódio Moreirinhas na Ladeira das Alpenduradas.
O professor, prosseguiu:E vocês, desconhecedores da vossa ignorância, ainda estão numa fase da vida em que acham que sabem muito.
Porque até hoje, ainda não aprenderam quase nada da vossa ignorância.
Ali, o Faria, por exemplo é, de todos nós, o mais sábio porque não estuda, não trabalha, não se dedica a aprender. É por isso que eu lhe dei negativa no período passado.
Ao Felício dei a melhor nota da turma no último exercício. Porque é trabalhador, vê-se que estudou, que se interessou pela matéria dada.
Quer dizer, o Felício já aprendeu mais do que o Faria, e por isso já tem maior consciência da sua ignorância.Olhou fixamente para mim e disse-me:- Portanto, não estejas já todo contente com a nota que te dei, porque eu premeio é o trabalho, não é a sabedoria!
- Na realidade, a boa nota que te dei só significa que já és mais ignorante que o Faria.E desviando o olhar para o Faria:
Porque até hoje, ainda não aprenderam quase nada da vossa ignorância.
Ali, o Faria, por exemplo é, de todos nós, o mais sábio porque não estuda, não trabalha, não se dedica a aprender. É por isso que eu lhe dei negativa no período passado.
Ao Felício dei a melhor nota da turma no último exercício. Porque é trabalhador, vê-se que estudou, que se interessou pela matéria dada.
Quer dizer, o Felício já aprendeu mais do que o Faria, e por isso já tem maior consciência da sua ignorância.Olhou fixamente para mim e disse-me:- Portanto, não estejas já todo contente com a nota que te dei, porque eu premeio é o trabalho, não é a sabedoria!
- Na realidade, a boa nota que te dei só significa que já és mais ignorante que o Faria.E desviando o olhar para o Faria:
- E tu, enquanto continuares a ser sábio, já sabes. Levas negativa...
NOTA: O Boaventura Sousa Santos de que falo não é, claro, aquele que actualmente é professor na Universidade de Coimbra. Não sei se este é filho daquele, mas é provável que exista algum laço familiar entre os dois.
Rui Felício
Publicado em 18-10-2010
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
ANIVERSÁRIO
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quarta-feira, 4 de julho de 2018
GALINHA À CABIDELA, BRASILEIRA
Galinha à Cabidela, Brasileira!
Por estas plagas brasileiras, também temos o famoso prato Galinha à
Cabidela. Conheço a boa fama desta culinária, mas não por tê-la provado.
Não me sinto confortável ao saber do ritual para se chegar a esse –
dizem – saboroso prato. Tampouco um outro, feito com o mesmo ritual –
macabro! – com a carne da tartaruga.
Frescuras de lado, não sou tão inocente a ponto de desconhecer que as proteínas por mim ingeridas, todos os dias, são de animais, cujo abate também me deixa desconfortável. Mas é preciso fincar-se o “saco” em pé, porque vazio nada consegue. E, como já disse a amiga Daisy, que o amigo Alfredo costuma dizer "animais foram feitos para comerem-se uns aos outros", ou algo similar.
Mas a Galinha à Cabidela ainda não consegui encarar! Ainda não. Talvez por um bom tempo, não! Apesar de a minha vida, de uns anos para cá, ter sido de experimentar novos pratos, novos sabores (domingo último, por exemplo, degustei um bom Ceviche (Cevite) em um Restaurante peruano, Mira Flores, feito com a carne de um dos maiores peixes de água doce, o nosso delicioso Pirarucu (por sinal, se fosse parar para pensar, também não o comeria, por estar sempre ameaçado de extinção).
Voltando ao falecido "Galo de Cabidela", português, que foi vilipendiado pelos “confrades”, resta-me pedir à(s) viúva(s) – porque galo não tem somente uma amante; afinal, no seu harém, digo, galinheiro, ele até escolhe as galinhas mais faceiras e de bom cocoricó! – que rezem para não serem as próximas. Pelos vistos, eles, os confrades, já estão a programar novo encontro lá pelas bandas de Águeda, ou seja lá para onde for “intimado” o anônimo, que tanto pode fumar um charuto cubano, como a se empanturrar de galos de cabidela e bolos-rei , sem sequer sentir-se indisposto, e ainda a gabar-se do estômago.
Pelos vistos, um cabrito irá ao abatedouro, em breve. Já vislumbro, da Amazônia, um cheiro de charuto...
Chama a Mamãe
terça-feira, 3 de julho de 2018
O infeliz magnífico
Estamos em presença do esquema de um ser humano, que se mantendo na posição de cócoras resiste às pressões do mundo exterior defendendo-se com as mãos. Assim se refugia no seu mundo numa reflexão que só a ele pretence.
Pierre Yves Angers dedica esta obra aqueles que olham no seu interior e ultrapassam as fronteiras do visível.
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segunda-feira, 2 de julho de 2018
BAIRRO NORTON DE MATOS - JARDINS FLORIDOS
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Jardins floridos do Bairro
domingo, 1 de julho de 2018
CENTRO NORTON DE MATOS - ACADEMIA DE DANÇA
Programa de Férias de Verão
Das Academias de Dança e de Ginástica CNM
INICIAL
ACADEMIADANCA-CNM.WIXSITE.COM Whoosh | ATL Férias de Verão Dança | Coimbra ATL Férias de Verão dedicado à dança, a decorrer em Julho, em Coimbra, dedicado a crianças dos 5 aos 16 anos (ou mais). Organizado pela Academia de Dança CNM.
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OBRIGADO ...
Desportivismo ...
Hoje, em termos desportivos, foi dia de desencanto. Era
previsível, quando por azar de um resultado improvável com a modesta equipa do
Irão, nos colocou pela frente a fava do bolo – rei – o Uruguai. A outra hipótese seria
a Rússia, muito mais permissiva, como se constatou pelos três golos que
encaixaram perante o seu público exatamente contra o nosso adversário de hoje.
O Uruguai, há muito que não sabe o que é
perder, com uma defesa fortíssima que raramente sofre golos. Na frente o
instinto “assassino” de Suarez e Cavani, que precisaram apenas de dois momentos
para mandar Portugal para casa. Vitória sem discussão da equipa mais bem
estruturada e organizada, com executantes que Portugal globalmente não tem.
Brilhante a defender e eficaz a atacar – três remates dois golos – chegou. Portugal foi correndo com a bola num domínio
consentido pelo adversário, de resto como treinador da equipa azul – celeste fez
questão de afirmar no fim do jogo em conferência de imprensa. Porém, dizer que
esta derrota que era esperada, não deslustra e é justo enaltecer o esforço da
equipa em tentar contrariar um adversário poderoso. Por isso, não é tempo de
recriminações, apenas de aplaudir o que este grupo tem feito em termos
desportivos pela projeção do país, com a certeza de que ainda durante os
próximos dois anos continuamos a ter o título de campeões europeus no desporto
talvez mais apreciado à escala planetária.
Obrigado Seleção Nacional de Futebol.
Q.P.
sábado, 30 de junho de 2018
FESTAS DA RAINHA SANTA ISABEL...E DA CIDADE
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ANIVERSÁRIO
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ANIVERSÁRIO
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quinta-feira, 28 de junho de 2018
O GALO DE CABIDELA ...
Pensa um homem que anda anónimo, a percorrer a autoestrada do
norte a caminho do sul, quando nestas modernices que os novos carros oferecem,
o telefone tocou. Do lado da lá da linha, uma voz familiar suplicou – me em tom
amistoso:
- Óh pá, tens aí dez mil euros disponíveis para comprar um
brasileiro para a Académica, que está para desalfandegar num contentor de um
navio atracado no porto de Leixões?
A fumar um charuto cubano, perguntei ao meu preclaro amigo se queria em
dinheiro vivo ou cheque visado. A brincadeira acabaria por ali, não fosse a voz
tornar-se imperativa, para me dar uma ordem sem direito a resposta:
- Vais a Lisboa mas resolve lá a tua vida, que amanhã tens
que estar em Águeda, a lutar contra um galo de cabidela.
Fui a Lisboa e, de uma janela alta, vi uma vista privilegiada
da capital do reino. Depois regressei a Coimbra na brasa, sempre desconfiado
dos radares fixos, por muito que alguns digam que estão desativados. No dia
seguinte, lá partimos todos em procissão, como é costume. Após uma viagem com
muito trânsito e muitos semáforos, um compasso de espera fora do restaurante.
Uma espécie de estágio, agora que andamos em tempo de campeonato do mundo de
futebol. Minutos depois entrámos em campo, onde sentados numa mesa comprida,
vimos aterrar dois enormes tachos que
mais pareciam duas piscinas. Só faltava a prancha de saltos.
Bonito foi o repasto. E belíssimo era o arroz de cabidela,
bem condimentado, picante quanto baste para puxar ao tinto a escorrer pelas
gargantas. A conversa animada e as estórias de outros tempos de um bairro que é
o nosso. Dos tachos não restou nada. Dos confrades, apenas ficou a confissão do
costume de que comeram de mais, enquanto afagavam as barrigas redondas como um
tambor, sob o olhar reprovador do elemento feminino, muito mais comedido na
arte milenar e gloriosa de dar ao dente. Ainda não refeitos, derramaram-se sur
la table dois bolos – rei apetitosos, que mais parecia tempo de Natal. Nem a
falta de adereços natalícios tirou o apetite aos circunstantes, que se lançaram
aos bolos como se ainda não tivessem almoçado. De novo o padre Aníbal a dar
mais duas voltas na tumba, pois de nada lhe valeu os seus monocórdicos e
enfadonhos discursos sobre o pecado da gula. Nem um que também por lá apareceu
com nome Bíblico se livrou de um dedo acusador, naquela orgia de mastigação.
Ainda a horas decentes, regressámos a casa entre risos e
abraços. E, como nos contos infantis, vivemos todos para sempre muito felizes.
Menos o pobre do galo, uma evidência que nem carece de demonstração.
Q.P
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