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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

A LETRA "P" INACREDITÁVEL

 

A Letra "P" inacreditável

 

Para Provocar Pensadores...


A língua portuguesa, junto com a francesa, são as ÚNICAS línguas
neolatinas na face da Terra que são completas em todos os sentidos...
quem fala português ou francês de nascimento, é capaz de fazer proezas
como esse texto com a  letra "P" 



Só o português e o francês permitem isso...  a língua inglesa, se
comparada com a língua portuguesa, é de uma pobreza de palavras sem
limites... portanto, antes de estudar uma outra língua, se aperfeiçoe
na sua, combinado?!

Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...


Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar
panfletos. Partindo para Paracicaba, pintou prateleiras para poder
progredir.



Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.



Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir
permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirinéus, pois

pretendia pintá-los.



Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam
precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes
potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria
percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro
Paulo precaver-se.



Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando
profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente
para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir
para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando
principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.



Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai
Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para
prosseguir praticando pinturas.




Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo
permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio
puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar
pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou
perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu
Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei
procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois
pretendo permanecer por Portugal.



Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando
pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo
para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte
precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.



Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo,
pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois
pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo
próximo, pedreiro profissional perfeito.




Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para
Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo
pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois
precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu
pintando...



Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar…

Para parar preciso pensar.

Pensei.

Portanto, pronto pararei!

    Porrrrrrrrrrra !!!...

Sugerido por JU Faustino

segunda-feira, 22 de junho de 2020

QUANDO ERA CRIANÇA...

Qualquer espaço servia
Para se saltar à corda
Quer fosse a hora tardia
Ou quando o sol acorda...
   Por Georgina Ferro

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

EXPRESSÕES POPULARES 1ª PARTE

ERRO CRASSO
Significado: Erro grosseiro.
Origem: Na Roma antiga havia o Triunvirato: o poder dos generais era dividido por três pessoas. No primeiro destes Triunviratos , tínhamos: Caio Júlio, Pompeu e Crasso. Este último foi incumbido de atacar um pequeno povo chamado Partos. Confiante na vitória, resolveu abandonar todas as formações e técnicas romanas e simplesmente atacar. Ainda por cima, escolheu um caminho estreito e de pouca visibilidade. Os partos, mesmo em menor número, conseguiram vencer os romanos, sendo o general que liderava as tropas um dos primeiros a cair. Desde então, sempre que alguém tem tudo para acertar, mas comete um erro estúpido, dizemos tratar-se de um "erro crasso".
TER PARA OS ALFINETES
Adicionar legenda

Siognificado: Ter dinheiro para viver.
Origem: Em outros tempos, os alfinetes eram objecto de adorno das mulheres e daí que, então, a frase significasse o dinheiro poupado para a sua compra porque os alfinetes eram um produto caro. Os anos passaram e eles tornaram-se utensílios, já não apenas de enfeite, mas utilitários e acessíveis. Todavia, a expressão chegou a ser acolhida em textos legais. Por exemplo, o Código Civil Português, aprovado por Carta de Lei de Julho de 1867, por D. Luís, dito da autoria do Visconde de Seabra, vigente em grande parte até ao Código Civil actual, incluía um artigo, o 1104, que dizia: «A mulher não pode privar o marido, por convenção antenupcial, da administração dos bens do casal; mas pode reservar para si o direito de receber, a título de alfinetes, uma parte do rendimento dos seus bens, e dispor dela livremente, contanto que não exceda a terça dos ditos rendimentos líquidos.
DO TEMPO  DA MARIA CACHUCA
Significado: Muito antigo.

Origem: A cachucha era uma dança espanhola a três tempos, em que o dançarino, ao som das castanholas, começava a dança num movimento moderado, que ia acelerando, até terminar num vivo volteio. Esta dança teve uma certa voga em França, quando uma célebre dançarina, Fanny Elssler, a dançou na Ópera de Paris.
Em Portugal, a popular cantiga Maria Cachucha (ao som da qual, no séc. XIX, era usual as pessoas do povo dançarem) era uma adaptação da cachucha espanhola, com uma letra bastante gracejadora, zombeteira.
À GRANDE E À FRANCESA

Significado: Viver com luxo e ostentação.
Origem: Relativa aos modos luxuosos do general Jean Andoche Junot, auxiliar de Napoleão que chegou a Portugal na primeira invasão francesa, e dos seus acompanhantes, que se passeavam vestidos de gala pela capital.






COISAS DO ARCO DA VELHA
Significado: Coisas inacreditáveis, absurdas, espantosas, inverosímeis.
Origem: A expressão tem origem no Antigo Testamento; arco-da-velha é o arco-íris, ou arco-celeste, e foi o
sinal do pacto que Deus fez com Noé: "Estando o arco nas nuvens, Eu ao vê-lo recordar-Me-ei da aliança
eterna concluída entre Deus e todos os seres vivos de toda a espécie que há na terra." (Génesis 9:16)
Arco-da-velha é uma simplificação de Arco da Lei Velha, uma referência à Lei Divina.
Há também diversas histórias populares que defendem outra origem da expressão, como a da existência de
uma velha no arco-íris, sendo a curvatura do arco a curvatura das costas provocada pela velhice, ou devido a
uma das propriedades mágicas do arco-íris - beber a água num lugar e enviá-la para outro, pelo que velha
poderá ter vindo do italiano bere (beber).
DOZE PARA CAVALO

Significado: Quantidade excessiva; demasiado.
Origem: Dose para cavalo, dose para elefante ou dose para leão são algumas das variantes que circulam com o mesmo significado e atendem às preferências individuais dos falantes.
Supõe-se que o cavalo, por ser forte; o elefante, por ser grande, e o leão, por ser valente, necessitam de doses exageradas de remédio para que este possa produzir o efeito desejado.
Com a ampliação do sentido, dose para cavalo e suas variantes é o exagero na ampliação de qualquer coisa desagradável, ou mesmo aquelas que só se tornam desagradáveis com o exagero.

DAR UM LAMIRÉ

Significado: Sinal para começar alguma coisa.
Origem: Trata-se da forma aglutinada da expressão «lá, mi, ré», que designa o diapasão, instrumento usado na afinação de instrumentos ou vozes; a partir deste significado, a expressão foi-se fixando como palavra autónoma com significação própria, designando qualquer sinal que dê começo a uma actividade. Historicamente, a expressão «dar um lamiré» está, portanto, ligada à música (cf. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa).
Nota: Escreve-se lamiré, com o r pronunciado como em caro.

MEMÓRIA DE ELEFANTE

Significado: Ter boa memória; recordar-se de tudo.
Origem: O elefante fixa tudo aquilo que aprende, por isso é uma das principais atracções do circo.





LÁGRIMAS DE CROCODILO
Significado: Choro fingido.
Origem: O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima







NÃO PODER COM UMA GATA PELO RABO
Significado: Ser ou estar muito fraco; estar sem recursos.
Origem: O feminino, neste caso, tem o objectivo de humilhar o impotente ou fraco a que se dirige a referência. Supõe-se que a gata é mais fraca, menos veloz e menos feroz em sua própria defesa do que o gato. Na realidade, não é fácil segurar uma gata pelo rabo, e não deveria ser tão humilhante a expressão como realmente é.






MAL E PORCAMENTE

Significado: Muito mal; de modo muito imperfeito.
Origem: «Inicialmente, a expressão era "mal e parcamente". Quem fazia alguma coisa assim, agia mal e eficientemente, com parcos (poucos) recursos.
Como parcamente não era palavra de amplo conhecimento, o uso popular tratou de substituí-la por outra, parecida, bastante conhecida e adequada ao que se pretendia dizer. E ficou " mal e porcamente", sob protesto suíno.»(1)
(1) in A Casa da Mãe Joana, de Reinaldo Pimenta, vol. 1 (Editora Campus, Rio de Janeiro)

JÁ A FORMIGA TEM CATARRO

Significado: Diz-se a quem pretende ser mais do que é, sobretudo dirigido a crianças ou ineerxpientes.









FAZER TIJOLO



Significado: Morrer.
Origem: Segundo se diz, existiu um velho cemitério mouro para as bandas das Olarias, Bombarda e Forno do Tijolo. O almacávar, isto é, o cemitério mourisco, alastrava-se numa grande extensão por toda a encosta, lavado de ar e coberto de arvoredo.
Após o terramoto de 1755, começando a reedificação da cidade, o barro era pouco para as construções e daí aproveitar-se todo o que aparecesse.
O cemitério árabe foi tão amplamente explorado que, de mistura com a excelente terra argilosa, iam também as ossadas para fazer tijolo. Assim, é frequente ouvir-se a expressão popular em frases como esta: 'Daqui a dez anos já eu estou a fazer tijolo '.
in 'Dicionário de Expressões Correntes' ; Orlando Neves

FILA INDIANA
Significado: enfiada de pessoas ou coisas dispostas uma após outra.
Origem: Forma de caminhar dos índios da América que, deste modo, tapavam as pegadas dos que iam na

frente.


ANDAR À TOA 


Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.

Origem: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar

terça-feira, 24 de setembro de 2019

PORTUGUÊS NÃO É PARA AMADOR...

Português não é para Amador…
Vale a leitura!
A diferença de doida e doída é um acento.
Assento não tem acento.
Assento é embaixo, acento é em cima.
Embaixo é junto e em cima separado.
Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.
É a primeira vez que tu não vês.
Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.
Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.
Vão cassar o direito de caçar de dois pais no meu país.
Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.
Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.
Ao empossar permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.
Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Calça você bota, Bota você Calça
Oxítona é Proparoxítona
Realmente, não é para amador!
(Desconheço a autoria)
Enviado por Júlia Faustino Lopes

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

BODAS DE OURO - CASAMENTO BOBBYZÉ E ELIZABETH

Almoço no dia 12-09 no Restaurante Pedro dos Leitões com amigos




Nota: na foto falta o fotógrafo Alfredo Moreirinhas e a minhota Ana

terça-feira, 2 de julho de 2019

SONS, SABERES E SABORES DA LUSOFONIA-BAIRRO NORTON DE MATOS




No dia 4 de Julho (quinta-feira) há um Percurso Pedonal por ruas e praças do Bairro Norton de Matos. O início do percurso é na PRAÇA INFANTE DOM HENRIQUE (Rosa dos Ventos, Gelataria Farggi/Café Samabaia) pelas 10h30 terminando perto das 12h00 na PRAÇA DE CABO VERDE. Pelo caminho haverá poesia de poetas da Madeira, Goa, Moçambique, Timor-Leste, Guiné-Bissau, Brasil, Açores, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde. APAREÇAM: faz bem ao corpo e ao espírito, abre o apetite para os petiscos das Tendas dos Sabores 

FESTAS DE VERÃO NO BAIRRO. JUNTA F. S. A. DOS OLIVAIS

    PRAÇA INFANTE DON HENRIQUE

sexta-feira, 19 de abril de 2019

P Á S C O A

 Para todos os amigos e amigas 
"ENCONTRO DE GERAÇÕES"

DESEJA

PÁSCOA FELIZ

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

CURiOSIDADES

O que significa a expressão italiana Fare il
portoghese?

Por vezes, factos históricos dão origem a expressões que se tornam populares e se perpetuam no tempo. E muitas vezes, o uso dessas expressões não expressa a realidade dos factos ou induz a confusões sobre o carácter e a personalidade de um povo inteiro. É o caso da expressão italiana Fare il portoghese.
Esta expressão “Fare ll portoghese” (Passar por português/ fazer de português) é um ditado italiano. Hoje em dia não é muito utilizado, mas a maioria dos italianos conhece dita expressão… mas não conhece a verdadeira razão da existência de tal ditado. É uma expressão em nada simpática, sobretudo porque utiliza como adjectivo uma nacionalidade, e neste caso a nossa.
“Fare il Portoghese” serve para referir-se aquelas pessoas que entram sem pagar em espectáculos, autocarros etc., isto é, uma forma do chamado “desenrascar”, tão cara a nós Portugueses… mas também Espanhóis, Italianos, Gregos… latinos, mediterrânicos e todos os povos periféricos ou do sul do mundo…
A origem desta designação é engraçada. Começou há 496 anos e
não é nada desprestigiante para os portugueses. Pelo contrário.

Com os Descobrimentos, chegavam a Portugal especiarias, ouro, pérolas, madeiras e pedras preciosas vindos de África e do Oriente.
Chegavam também animais exóticos nunca vistos na Europa. Para homenagear e impressionar o recém-eleito Papa Leão X, D. Manuel I enviou uma embaixada com ofertas de jóias, macacos, papagaios, cavalos persas, uma pantera, leopardos, um rinoceronte (que morreu pelo caminho) e até um elefante coberto com um pano de veludo e comum cofre em cima do dorso.
No dia 12 de Março de 1514 chegava a Roma uma fabulosa embaixada e o Papa em sinal de reconhecimento, deu ordem para que os portugueses tivessem entrada livre em todas as festas que se realizassem. O que aconteceu então, foi que os Romanos para poderem entrar sem pagar diziam “io sono portoghese” e assim ficámos nós até hoje com esta fama…
A impressão com que se fica, entretanto, é que com o passar do tempo a história verdadeira foi se perdendo e quando se usa a expressão parece que se está a falar mal dos portugueses, como se eles fossem caloteiros ou de pouca confiança, mas é totalmente o oposto! Os italianos romanos eram os “metidos a espertinhos”, i furbi, como sediz em italiano.
Enviado por José Alvim

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018