Para esclarecer o assunto, aqui vai vai um resumo da minha história e da minha mãe Teresa.
Chama a Mamãe e outras pessoas que não conheçam a história,
Teresa Lousada é minha mãe, mas eu só soube já em adulto!
Fui abandonado numa caçamba, quando tinha 1 ano. Uma
história muito triste!...
Eu ia de carro com a minha mãe, eu no banco de trás a
dormir. A determinada altura, uns ladrões mandaram parar o carro tiraram à
força a minha mãe de dentro do carro e fugiram sem saberem que eu estava no
banco de trás.
Quando os bandidos me descobriram, pararam o carro junto de uma caçamba e arrumaram-me lá para dentro. Os ladrões, entretanto, tiveram um acidente com o carro da minha mãe que explodiu sem deixar qualquer rasto de quem lá ia dentro. Minha mãe Teresa, ficou convencida que eu também teria morrido no acidente. Pôs luto, e não quis ter mais filhos! Entretanto, eu fui encontrado por uma senhora que me ouviu chorar, dentro da caçamba. Essa senhora, a quem passei a chamar mãe, tinha perdido um filho há pouco tempo e cuidou de mim, com muito carinho como se eu fosse seu filho, o que para mim, era verdade.
Antes da hora da morte, minha mãe adoptiva, contou-me a verdade e disse que desconfiava que eu seria filho de uma senhora que tinha sido assaltada e que pensava que eu teria morrido juntamente com os ladrões, na explosão do carro.
A partir daí andei a investigar e até fui a um programa da televisão, que procurava pessoas desaparecidas. A minha mãe Teresa, que estava no aconchego do seu lar a ver televisão, viu logo pelas nossas parecenças que eu só podia ser o filho que ela julgava morto. Encontrámo-nos, fizemos testes de DNA e chegámos à extraordinária conclusão que somos mesmo mãe e filho.
A partir daí, a minha mãe tirou o luto, já casou mais duas vezes e ainda me deu mais 2 irmãos e 3 irmãs. Hoje, somos uma família muito feliz, embora os meus irmãos não gostem muito de mim, porque queriam ter nascido há mais tempo e dizem que eu é que fui o culpado de eles só terem nascido agora. Eu relevo porque entendo mas nada me tira a alegria de ter tido duas mães.
Quando os bandidos me descobriram, pararam o carro junto de uma caçamba e arrumaram-me lá para dentro. Os ladrões, entretanto, tiveram um acidente com o carro da minha mãe que explodiu sem deixar qualquer rasto de quem lá ia dentro. Minha mãe Teresa, ficou convencida que eu também teria morrido no acidente. Pôs luto, e não quis ter mais filhos! Entretanto, eu fui encontrado por uma senhora que me ouviu chorar, dentro da caçamba. Essa senhora, a quem passei a chamar mãe, tinha perdido um filho há pouco tempo e cuidou de mim, com muito carinho como se eu fosse seu filho, o que para mim, era verdade.
Antes da hora da morte, minha mãe adoptiva, contou-me a verdade e disse que desconfiava que eu seria filho de uma senhora que tinha sido assaltada e que pensava que eu teria morrido juntamente com os ladrões, na explosão do carro.
A partir daí andei a investigar e até fui a um programa da televisão, que procurava pessoas desaparecidas. A minha mãe Teresa, que estava no aconchego do seu lar a ver televisão, viu logo pelas nossas parecenças que eu só podia ser o filho que ela julgava morto. Encontrámo-nos, fizemos testes de DNA e chegámos à extraordinária conclusão que somos mesmo mãe e filho.
A partir daí, a minha mãe tirou o luto, já casou mais duas vezes e ainda me deu mais 2 irmãos e 3 irmãs. Hoje, somos uma família muito feliz, embora os meus irmãos não gostem muito de mim, porque queriam ter nascido há mais tempo e dizem que eu é que fui o culpado de eles só terem nascido agora. Eu relevo porque entendo mas nada me tira a alegria de ter tido duas mães.
Eu e minha mãe Teresa, no dia em que, finalmente, nos encontrámos.
