Roubaram-lhe o Sousa Bastos. Roubaram-lhe o Teatro Avenida. Roubaram-lhe as Fábricas Triunfo, a Santix e a Mondorel. Roubaram-lhe os elétricos amarelinhos a cirandar pela cidade. Roubaram-lhe a matriz de uma Briosa de outras eras. Roubaram-lhe a "Brasileira", emblema intelectual da cidade. Roubaram-lhe tudo ou quase tudo. Agora já só falta roubarem-lhe a ALMA.
Quito Pereira