Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Moura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Moura. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

3D DA COIMBRA MEDIEVAL

Vídeo da página Coimbra Medieval:

"Este espaço procura dar a conhecer ao público em geral, a natureza desta outrora capital de Portugal, em tempos medievais. 

Com base em investigação consolidada mas também em atuais descobertas, está a ser criado um modelo 3D virtual que pretende, por um lado, revelar edifícios e espaços desconhecidos de grande parte da população, e por outro, assistir e incentivar a investigação."



domingo, 1 de novembro de 2015

A apanha da azeitona... digo, das 58 azeitonas da Maria de Oliveira Rafael

58 azeitonas 58, como se diz nas touradas.
E 3 já tinham sido antecipadamente apanhadas pelo Rafaelito.
A música que cantamos é «Chapéu preto» de Arlindo Carvalho, uma música que o meu Pai, Professor Rogério, ensinava aos seus alunos.
Paulo - viola
Joana e Mariana - vozes
Luisa - "alguém tem que fazer o jantar!"

A Maria Oliveira agradece aos seus outros padrinhos, Antonino, Carlos Carvalho, o senhor Diamantino (nosso jardineiro) e o amigo do Rafael, de que não se recorda do nome. Em 20 de Abril de 2013, foram eles que a transportaram de Vila Nova de Monsarros para a Mouradia.



sábado, 10 de outubro de 2015

Quem quer dióspiros da última colheita deste ano?

Tinha acabado de apanhar o último dióspiro e entrar em casa quando os primeiros sinais do Joaquim (ex-furacão) chegaram, agora mesmo (10h20m), ao Bairro Norton de Matos - extensão de Fala.
Quem quer comer destes dióspiros?
Não atendo números privados.
Faço domicílios mas não faço hotéis.


Estão a ver aquele dióspiro da direita, com aspecto mais manhoso? Tinha de um lado um buraco feito pelos passaritos. Pois, como a malta do campo sabe, as avezinhas só se alimentam do melhor (a fruta mais madura e docinha). E este foi o melhor dióspiro que já comi.


Aproveitem que só para o ano há mais.

ps - entretanto, a Maria Oliveira Rafael já tem a maioria das azeitonas escurinhas. Mas ainda tenho de saber qual a melhor altura para as apanhar. É que na Cova da Beira é mais tarde...
E não será uma "apanha da azeitona" pois não é só uma. A Luísa contou-as e eram 53! [em actualização]

Em tempo: metade dos dióspiros já foram resgatados. E fica a prova de que a Maria de Oliveira Rafael não tem só uma azeitona. Estas 3 estavam na relva.



domingo, 15 de julho de 2012

domingo, 24 de junho de 2012

Os pastéis da Cerejeste (ou da Celesteja)

A extensão de Fala foi atacada pela Amizade:
"Ó Pai, o Rafael ligou quando estavas a dormir a sesta e disse-lhe que não estavas em casa [como se o Rafael não soubesse]. Perguntou se tu estarias por casa às seis e eu disse-lhe que sim".
E cá veio o Casalitolindo com uma travessa de pastéis da Cerejeste (ou da Celesteja?!), feitos pela Celeste e que, pelo menos no aspecto, são tal e qual os pastéis de cereja do Fundão.
Ainda não os provámos mas uma coisa é certa: já nos souberam muito bem, mesmo antes de os comermos.



Os pastéis da Cerejeste (ou da Celesteja)


A plagiadora


Bem hajam, Amigos! Do coração.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A reportagem da cereja em cima do pastel... do Fundão até ao Bairro

ACTUALIZAÇÃO








Triste por não ter saboreado o pastel por se encontrar desterrado nas faldas da serra, 
agora regressado ao doce lar, teve a surpresa de uma alma  caridosa, que lhe guardou a preciosa relíquia, em frigorífico com temperatura adequada!
São, não fiques com remorsos: o teu Quito vai lamber-se tal como fez o benfeitor Paulo Moura!

domingo, 10 de junho de 2012

O diospireiro do meu quintal é tão maluco como o dono

Redacção ilustrada

Eu tenho um diospireiro no meu quintal.
Eu gosto muito do meu diospireiro.
Uma noite, há alguns anos, estava a chover e a fazer muito vento. A minha Luísa veio chamar-me, aflita:
- Ó Paulo, o diospireiro tombou com a força do vento.
Quando o vi, pensei que estava perdido. O tronco, fininho para o tamanho da copa, fazia um ângulo de 90º. A copa estava toda caída no chão. Mas reparei que o tronco não estava rachado. Fomos buscar umas cordas e, à chuva, endireitámos a árvore e prendemo-la às nossas duas magnólias. No fim de semana seguinte, substituí as cordas por umas estacas, que lá estão até hoje... a apoiar o diospireiro, que cada ano está mais bonito e mais forte.
Desde então, todos os anos o diospireiro fica carregadinho de dióspiros. São tantos que os ramos se dobram até ao chão. E eu penso que é a forma que ele encontrou de agradecer a nossa amizade, que é recíproca.


Este ano, o diospireiro não vai só dar dióspiros. Um casal de melros fez dele a sua casa...


... e, por isso, vamos ser padrinhos de um belo par de melros.


Eu gosto muito do meu diospireiro.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

«Cantadeiras de Carais»

Homenagem dos Mouras de Fala, no jantar de Natal de 2011, às Cantadeiras de Caria. A Dona Maria Albina (Albina porque tem o buço branco), a Marquinhas e a Emilinha Padecente interpretam uma música de Natal.

«Alegrem-se os céus e a terra
cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino (carais!)
Filho da Virgem Maria»




O David Caetano explica, partindo deste video e para quem não sabe, quem são as Cantadeiras de Caria.
Para memória futura, registe-se que a Dona Maria Alcina, líder das Cantadeiras de Caria, com 92 anos e que foi professora de desenho do Paulo Moura no Colégio Nossa Senhora da Esperança, em Belmonte, não gostou desta brincadeira. Já tinha saudades do sentido de humor das gentes da minha terra, carais...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

«Rebuçados para o caminho» - expedição todo-o-terreno pelo centro de Portugal

"E se de repente lhe oferecessem rebuçados? Foi o que aconteceu à equipa de reportagem da SIC, em expedição todo-o-terreno ao centro de Portugal. Receberam ainda testemunhos de vida que vale a pena escutar, paisagens de acesso difícil e outras histórias agridoces. São os rebuçados que agora se repartem."



O Passado cristalizou a preto e branco - diz a jornalista.
Também o Presente deste Portugal profundo, cristalizou. Há um País e um povo para (re)descobrir. Longe das grandes metrópoles, dos jogos de interesses e das obras megalómanas.
Nada mais reconfortante, que o cristalino Mondego a correr pelas fragas da Serra da Estrela. De ouvir a sabedoria popular, de experiência feita. O tilintar dos badalos dos extensos rebanhos, que povoam o glaciar de Unhais da Serra. Uma forma de galopar pelo silêncio de um passado presente, que nos nos dá o cheiro acre da solidão, mas também de uma natureza desnudada dos efeitos maléficos do Homem, que a pretexto do bem comum, vão desvirtuando a paisagem.
Por aqui, onde se insiste em não querer viver, na ilusão dos benefícios dos grandes aglomerados urbanos e no ruído da massificação , existe uma outra forma de caminhar pela vida. De conseguir conviver com a solidão e os dias agrestes. Mas também com os dias claros e o perfume da primavera. E é assim, nesta balança de emoções, que os que aqui nasceram ou vivem, glorificam esta fio ténue de mundo.


Texto de QUITO (em comentário a esta postagem da São Rosas)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

«Esperança» - de Luis Batista

Documentário sobre uma aldeia que morre lentamente.
Trabalho de mestrado de Luis Batista, professor de EVT na Escola Básica Pêro da Covilhã.
Quito, este é dedicado especialmente a ti (sem perda de generalidade).



Caro Paulo
Foi no silêncio do meu escritório que, durante largos minutos, convivi com as gentes de Vales de Pêro Viseu.
Longe do Terreiro do Paço e longe de tudo. Apenas perto de Deus - assim dirá o padre na missa dominical.
Vales, bem que se podia geminar com Salgueiro do Campo. Pelas suas incertezas,pelas suas angústias, pelo descalabro da emigração, pela solidão dos que teimaram em ficar.
As mantas estendidas no chão, na apanha da azeitona, são a tradição secular que resiste ao Tempo e à ditadura dos novos costumes que corroem as amarras do Passado.
Vi depoimentos de desalento. Lá como cá, o elogio dos velhos tempos da aldeia. Por aqui, falava-se dos jogos de futebol entre aldeias, com pancadaria da grossa e tudo sanado na "barraca de chá", em frente de um copo de vinho. De quando os do Salgueiro, roubaram o sino da torre da igreja do Juncal e de que ainda hoje se vangloriam. Mas neste horizonte cinzento que se perfila, a concertina nunca deixará de tocar. Como em Vales. Por cá, morreu o Manuel Augusto, que a tocava nos dias e noites de folia. Ficou a neta, para dedilhar o que lhe foi legado e que, sendo jovem, ainda não teve a tentação de passar a fronteira....
Obrigado, Paulo, pela dedicatória.
Toma lá um abraço, ao som de um cavaquinho ...
Quito Pereira

terça-feira, 6 de setembro de 2011

S. Martinho do Bispo tem agora os «Martinhitos»

A notícia no Diário de Coimbra de ontem

Os pastéis, à base de milho e citrinos, que ganharam o concurso e passam a ser os «martinhitos»

Bem... agora mãos à obra que o Bairro Norton de Matos não pode ficar atrás!
Eu sugiro o nome para os pastéis: «Matosinhos»!

domingo, 7 de agosto de 2011

«Metade de mim» - Mariana Moura


Ideia de base - Mariana Moura
Ideia para esta imagem e fotos - o pai dela
Tratamento em PhotoShop - Mariana Moura
Na imagem - a Joana Moura agarra metade da Mariana