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sábado, 20 de outubro de 2018

EM HOMENAGEM AO CHICO TORREIRA DA SILVA PRIMEIRA POSTAGEM NO BLOGUE - Marché Public - Século XVIII - EM 29´08/2010

EM 29-08-2010
Foi no ambiente do tempo da "Nova França", pelo que pude deduzir pelos uniformes dos militares da época, que ontem visitei o Mercado Público de Pointe-à-Callière, para o qual muito contribuíu o Museu Histórico do mesmo nome.

Lindas caras em maravilhosos trajos de outros tempos, pude assistir à confeção de artigos dos mais diversos produtos da época no Velho Montreal, junto ao Velho Porto, autêntica cidadezinha do passado dentro de Montreal; tem sido conservada ao longo dos séculos.

A alimentação que derivado ao tempo em que os produtos foram semeados era sem dúvida sã, pois nessa época ainda não conheciam nomes técnicos hoje tão utilizados, deixava-nos um travo agradável na boca bem diferente das iguarias de hoje. Os bolos eram uma delícia.

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Tabém pude ver diferentes artes e ofícios da época, dos quais uma me trouxe à memória o Terreiro da Erva. Pelos olhos do mestre, ela deve ser muito bonita.

Mais um dia aonde o filme de uma parte da História de um Povo, desfilou nas nossas mentes numa época em que os países europeus estiveram ligados à navegação marítima.
Distrações não faltaram.

Um pãozinho da época, soube muito bem.


Pequeninos nadas: notei que a bandeira foi recebida pelo comandante sem chapéu em sinal de respeito, pondo-o depois.

Ai, ai: batota já existia.
Não esquecendo os proprietários da terra.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Água de Montreal

A água de Montreal nasce no rio Sain-Laurent seguindo imediatamente para as oficinas de tratamento de água, pelo que as pessoas são alimentadas com água de excelente qualidade. Depois de usadas, são purificadas antes de voltarem ao rio.
Todos os dias os empregados dos serviços de água destas nascente gerem de maneira durável e responsável para o bem estar dos cidadãos, ao benefício das gerações futuras.

domingo, 16 de setembro de 2018

Fachadas

A arquitecgtura em Montreal assim como em toda a província do Quebec vêm do tempo colonial francês, que mais tarde foi ultrapassada pela influência inglesa e que por sua vez veio a ser americanizada durante o século vinte.
Assim, quando se passeia por Montreal temos a possibilidade de ver fachadas de edifícios privados dos mais variados estilos, dos quais podemos ver alguns em baixo.

Fachadas do tipo torreões.
Outros tipos de fachadas que apresentam acabamentos em madeira ou metálicos.
Belezas encastradas.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

O banco dos amantes

Esta escultura apresenta-nos um casal nu na sua intimidade, enquanto que uma terceira pessoa vira o olhar projectando a sua tristeza e solidão. Podem-se ler grafitos de frases sobre o amor de pessoas célebres como Menahem Begin, Indira Gandhi et Mère Teresa : «lembrarmo-nos todos os dias que somos irmãos», «o amor é o ritmo da vida», «amor com paixão para sempre». Estas pessoas de tamanho maior do que o normal, contrastam com o seu tema um pouco provocador. Enquanto o casal representa uma alegria de vida, a terceira pessoa transmite-nos a rejeição e o isolamento dando-nos a ideia de concepções de vida diferentes.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Vamos dar uma volta

Com limpeza e higiéne.


Os turistas que visitam Montreal são surpreendidos pelas diferentes arquitecturas que vão vendo por onde passam, pelos diferentes tipos de jardins muito especialmente os privados e pela limpeza das ruas que estão a cargo da cãmara.
Dá-me a aperceber que se a grande maioria do pavimento é asfaltado, já os passeios de serviço normal são em grandes quadrados de cimento evitanto as penetrações das águas e o desgaste das juntas
e os outros aonde há as mais diferentes actividades como exposições, festivais, etc, são quase sempre em folha de pedra de certas dimensões e peso suficiente para que os jactos de água e as escovas das máquinas não os arranquem.
De notar que estando esta cidade sujeita a um clima difícil pois chega aos menos vinte graus no inverno e ronda os quarenta no verão, todo o sistema de limpeza tem de ser adaptado às diferentes situações pois o inverno deixa imenso pó derivado ao sal e produtos abrasivos que ficam depositados na neve. Nessa altura utilizam camiões cisternas com fortes jactos de água junto ao asfalto para lançar o lixo lateralmente contra o passeio
e depois passam as máquinas com escovas para terminarem a limpeza.
No caso da baixa, durante o dia ainda utilizam pessoas em certos passeios mais movimentados a fazerem o trabalho manualmente.
Por outro lado, aonde há menos movimento, o uso de máquinas é muito mais rápido, prático e eficiente.
Podendo ser utilizado nas pistas, nos passeios ou nas ruelas.
No fim dos festivais, há que proceder à limpeza das ruas.
E depois proceder à abertura das mesmas ao tráfego.
Por seu lado, nas zonas residenciais as pessoas também contribuem com a apanha das folhas que caiem nos seus jardins no dia a dia muito especialmente no outono. Deixados em sacos de papel reciclável em frente dos passeios das respectivas casas dão depois um excelente adubo.
Em dias pré-estabelecidos passam os carros da cãmara muitas vezes com trabalho feminino na carga e descarga pois a descriminação do sexo não entra em conta para efectuarem qualquer tipo de trabalho.
Não é o espaço mais bonito mas é uma grande área e está limpinha para se ficar com uma boa ideia.
Pelo que me é dado observar a utilização desta maquinaria foi sendo feita de acordo com as necessidades e sem dar origem a perca de postos de trabalho, pois o pessoal foi sendo reciclado porque hoje práticamente todas as pessoas têm carta de condução facilitando-lhes a adaptação e muito provávelmente oferecendo-lhes de mão beijada um aumento de salário. Para os que hoje são admitidos directamente aos mais diversos postos, ainda melhor. Não esqueçamos a existência não mostrada nesta postagem de triciclos com motores eléctricos que se destinam à limpeza e manutenção de certas zonas mais restritas.


E com esta explicação aqui fica uma pequenina homenagem ao Quito Pereira que tanto admira a limpeza das ruas de Montreal mostradas nas minhas fotos e que tanto tem contribuído para a manutenção deste blogue com as suas excelentes postagens. O mesmo torno extensivo ao incansável Rafael e a todos os que pelos mais diversos meios ajudam a ser realidade o sonho deste blogue. Bem hajam.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Jardinszinhos de Montreal

Montreal brilha pela beleza de jardins que nos apresenta, pois os propietários gostam muito de dar o seu toque pessoal na arquitectura das suas obras primas, nem que para tal tenham que criar ou comprar artigos para exporem no local. Nalguns casos vão ao ponto de contratarem estilistas para lhes criar a arquitectura do jardim ou mesmo fazerem o jardim na sua totalidade.
De notar que para apresentar estas melhorias nos jardins, muito conta o sistema de segurança pública criado pelas cãmaras em apoio às leis que evitam o roubo.

sábado, 11 de agosto de 2018

Bezt

Bezt é um dos trabalhos da equipa Etam Cru originária da polónia que se dedica à pintura de murais que ocupam vários andares em altura. Baseiam-se em contos de crianças que dão vida a prédios de aparência degradada. Estiveram presentes no Festival Inernacional de Arte Pública de Montreal que se destina a propagar a creatividade e a democratizar a arte urbana. As suas obras encontram-se espalhadas um pouco por todo o mundo, incluindo Portugal.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Fênix

No passado o Fênix era considerado o rei dos pássaros, mas hoje é visto como o símbolo da sorte, paz e harmonia. Dotado de uma grande longevidade tem o poder de renascer depois de consumido pelas chamas, simbolizando os ciclos da morte, ressurreição e nobreza.
É o símbolo de que com trabalho duro a nossa vida vai ser cada vez mais bela e feliz.

A legenda que nos fala de plantar os platanos com o fim de atirar o Fênix chegada até aos nossos dias, interpreta as acções positivas do homem sobre o meio ambiente.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Mural

Mural baseado em côres fortes assim como em padrões geométricos apresentando linhas bem definidas e outras com tendência a dissiparem-se. Observadas dão-nos a noção de movimento ou mesmo vibração, perdendo a expressão do exacto para se basear sobre a fantasia que o nosso cérebro consegue visualizar.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Jardinszinhos de Montreal

Um grande número de jardins em Montreal são apaparicados pelos proprietários que gostam de lhes dar um cunho próprio, criando certos tipos de obras de arte de uma simplicidade a toda a prova mas que embelezam os jardins e não passam despercebidos a quem passa.

domingo, 22 de julho de 2018

Viaturas antigas

Ford Hot Rod 1933


Os Hot Rod são carros de colecção dos anos vinte a cinquenta do século passado altamente modificados na sua aparência, muito especialmente no tipo e disposição das rodas. Na potência, a preferência ia para motores V8.
A pintura geralmente da côr do fogo, não foge ao habitual.
São ainda hoje consideradas peças únicas de grande valor pelos colecionadores americanos.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Jardinzinhos de Montreal

Montreal é uma cidade que brilha não só pela graciosidade dos seus jardins, como também pela sua diversificação e muita dedicação dos seus proprietários.
Num certo número de casos as pessoas gostam de lhes juntar um toque pessoal, quer seja tanto na sua arquitectura como com pequenas esculturas feitas pelos próprios ou compradas para dar um cunho pessoal.

Raramente são tão práticos.
Uma cabeça com quatro faces.
Um belo canteiro.
Trepando o mais possível para alcançar a luz do sol, as trepadeiras dão outra beleza ao conjunto e são excelentes climatizadoras. Refrescam de verão com as suas folhas verdes na sua grande maioria, assim como com flôres das mais variadas côres em certos tipos desta planta. É com as suas raízes que não permitem a passagem do ar frio no inverno para o interior das casas.
A verdura em pleno meio da cidade oferece-nos uma outra visão.
Lindo vaso.