Mostrar mensagens com a etiqueta Música no metro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música no metro. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
METRO A METRO..COM MÚSICA BRASILEIRA!
autotia João Marcelino
Etiquetas:
Metro Mondego,
Música,
Música no metro
domingo, 23 de janeiro de 2011
Quatro momentos da jornada de luta dos «Músicos do Metro»
"Ai como é triste
à luz do dia
Alguém levar
os carris que havia.
A população
devia estar grata
pelo dinheirinho
pago p'la sucata"
"Coitadinho do Menino
Jesus teve um pesadelo:
Os carris já lá não estavam
e o comboio, então, nem vê-lo!"
Etiquetas:
Metro Mondego,
Música no metro
Apita o comboio...
Etiquetas:
Metro Mondego,
Música no metro
sábado, 22 de janeiro de 2011
Etiquetas:
Metro Mondego,
Música no metro
PÔR O METRO NOS CARRIS COM MÚSICA NO METRO! JANEIRAS!
e os compadres "VIANA"
Podem complementar a reportagem clicando AQUI
Etiquetas:
Janeiras,
Lousã,
Luís Garção Nunes,
Metro Mondego,
Música,
Música no metro
Músicos do Metro - grande jornada de luta!
Etiquetas:
Metro Mondego,
Música no metro
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
«Janeiras a Metro» - pelos Músicos do Metro de Coimbra
Em primeira mão para vocês, aqui vos deixo, acabadinha de escrever, a letra das Janeiras que vamos cantar no sábado, com o nosso Rouxinol Bombástico* em merecido destaque:
Janeiras a Metro
Levante-se daí, minha senhora
Desse banco da estação
Venha a pé ou de automóvel
De autocarro ou camião
Coitadinho do Menino
Jesus teve um pesadelo:
Os carris já lá não estavam
E o comboio, então, nem vê-lo
(repete dois versos finais)
Levante-se daí minha senhora
Desse banco em Serpins
Venha cantar as Janeiras
A Coimbra de patins.
Coitadinho do Menino...
Levante-se daí minha senhora
Desse banco na Lousã
E venha de bicicleta
p’la fresquinha da manhã.
Coitadinho do Menino...
Levante-se daí minha senhora
Aí de Miranda do Corvo
Vem de burro p’ra Coimbra
Se não for muito estorvo.
Coitadinho do Menino... Mais informações AQUI
* não usei em lado nenhum a palavra "prata" para evitar que o Rafaelito a troque de novo por "chouriça"

Levante-se daí, minha senhora
Desse banco da estação
Venha a pé ou de automóvel
De autocarro ou camião
Coitadinho do Menino
Jesus teve um pesadelo:
Os carris já lá não estavam
E o comboio, então, nem vê-lo
(repete dois versos finais)
Levante-se daí minha senhora
Desse banco em Serpins
Venha cantar as Janeiras
A Coimbra de patins.
Coitadinho do Menino...
Levante-se daí minha senhora
Desse banco na Lousã
E venha de bicicleta
p’la fresquinha da manhã.
Coitadinho do Menino...
Levante-se daí minha senhora
Aí de Miranda do Corvo
Vem de burro p’ra Coimbra
Se não for muito estorvo.
Coitadinho do Menino...
* não usei em lado nenhum a palavra "prata" para evitar que o Rafaelito a troque de novo por "chouriça"

Etiquetas:
Janeiras,
Lousã,
Metro Mondego,
Música no metro
«Esmifrate the Januaries 2011»
As Janeiras deste ano deram uma receita de 140 e tal euros, vários bombons, três garrafas de vinho e uma de cerveja. A Charamela do Bairro agradece à malta do Dito com uma vénia até ao chão.
Como todos os anos, temos que esmifrar o dinheiro indo tocar para a Baixa de Coimbra e, em seguida, almoçar.
Desta vez, o «Esmifrate the Januaries 2011» vai ser no Metro de Coimbra... quer dizer... na loja do Espaço (Sem) Metro.
Agradecem-se sugestões de frases para o evento.
«De Coimbra p'rá Lousã
Eu vi comboios passar,
Agora sem os carris
Só me resta recordar.
Oh METRO de superfície
Tão belo e fanfarrão,
Onde andas, onde estás
Não passas d'uma ilusão...»
«Ai, Metro, Metro, que tão desgraçado é.
Ai, Metro, Metro que te dão tratos de polé!»
«Com música do Fado de Santa Clara:
Eu ouvi lá de Serpins
Gemidos, rezas e prece
Para que a tais confins
Chegue o Metro que merece
Da Câmara veio a resposta:
Que o orçamento primeiro
E co’a lei que lhe foi imposta
Se tinha acabado o dinheiro
Arrancados os carris
Vão ser vendidos a peso
Que para pagar aos edis
O Presidente está teso
Só resta uma solução
Para ir até Serpins
O TGV do Poceirão
Deslizando de patins»
«O comboio nos roubaram
E o metro há-de chegar
Os movimentos não param
Não deixamos de lutar
Isto não é um lamento
Queremos o metro já
Se não houve planeamento
Culpa nossa não será…
Do metro que há-de vir
Há tantos anos que falam
O comboio vi partir
Até os carris arrancaram»
«Comboio sem carril
É político num barril
O povo está febril
Por meter o senhoril
Em dia primaveril
Num monocarril
Sem contracarril
Para ver o viril»
«O metro é uma miragem...
(vem o coro)
prá outra margem...»
«É conversa da treta dizer que para o Metro não há cheta!»
«O metro é uma treta. Vai de caminheta»
«Vamos beber para esquecer. Apanhamos todos uma carrispana» «O Metro está por um triz. Só lhe faltam os carris»
«Vós carris para onde?» «Não à crise!»
«Metro sem medidas» «Será que os carris já foram para a sucata?!»
«A REFER é uma REFER... ência do 3º Mundo» «Pare e... olhe?! Aqui existiu uma linha de comboio?!»
«Alegrias
Comboio de mercadorias
Automotora deu serventias
A Senhorias
A terra apareceu
O Comboio Desapareceu
O Metro ninguém o percebeu
O Povo ardeu» «Carris voltem,precisamos de vós!»
«Nunca_rris?!» «Carris, desapareceram num triz»
«Ai, metro, metro, metro Vamos todos metralhar
As cabeças de políticos,
Que nos querem ignorar!» «Pelo menos assim não corremos o risco de o Metro descarrilar!»
«Lar, doce descarrilar» «Onde é que há carris a Metro?»
«Metro?! É mais três municípios "sem ti, Metro"» ... quem dá mais? Mais informações AQUI
Como todos os anos, temos que esmifrar o dinheiro indo tocar para a Baixa de Coimbra e, em seguida, almoçar.
Desta vez, o «Esmifrate the Januaries 2011» vai ser no Metro de Coimbra... quer dizer... na loja do Espaço (Sem) Metro.
Agradecem-se sugestões de frases para o evento.
Eu vi comboios passar,
Agora sem os carris
Só me resta recordar.
Oh METRO de superfície
Tão belo e fanfarrão,
Onde andas, onde estás
Não passas d'uma ilusão...»
«Ai, Metro, Metro, que tão desgraçado é.
Ai, Metro, Metro que te dão tratos de polé!»
«Com música do Fado de Santa Clara:
Eu ouvi lá de Serpins
Gemidos, rezas e prece
Para que a tais confins
Chegue o Metro que merece
Da Câmara veio a resposta:
Que o orçamento primeiro
E co’a lei que lhe foi imposta
Se tinha acabado o dinheiro
Arrancados os carris
Vão ser vendidos a peso
Que para pagar aos edis
O Presidente está teso
Só resta uma solução
Para ir até Serpins
O TGV do Poceirão
Deslizando de patins»
«O comboio nos roubaram
E o metro há-de chegar
Os movimentos não param
Não deixamos de lutar
Isto não é um lamento
Queremos o metro já
Se não houve planeamento
Culpa nossa não será…
Do metro que há-de vir
Há tantos anos que falam
O comboio vi partir
Até os carris arrancaram»
«Comboio sem carril
É político num barril
O povo está febril
Por meter o senhoril
Em dia primaveril
Num monocarril
Sem contracarril
Para ver o viril»
«O metro é uma miragem...
(vem o coro)
prá outra margem...»
«É conversa da treta dizer que para o Metro não há cheta!»
«O metro é uma treta. Vai de caminheta»
«Vamos beber para esquecer. Apanhamos todos uma carrispana»
«Vós carris para onde?»
«Metro sem medidas»
«A REFER é uma REFER... ência do 3º Mundo»
«Alegrias
Comboio de mercadorias
Automotora deu serventias
A Senhorias
A terra apareceu
O Comboio Desapareceu
O Metro ninguém o percebeu
O Povo ardeu»
«Nunca_rris?!»
«Ai, metro, metro, metro
As cabeças de políticos,
Que nos querem ignorar!»
«Lar, doce descarrilar»
«Metro?! É mais três municípios "sem ti, Metro"»
Etiquetas:
Charamela do Bairro,
Janeiras,
Lousã,
Metro Mondego,
Música,
Música no metro
Subscrever:
Mensagens (Atom)




