Carlos Carranca - Recital no Teatro Gil Vicente em Barcelos, em 10 de Outubro de 2015.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Carlos Carranca - «A morte saiu à rua» de José Afonso
Carlos Carranca - Recital no Teatro Gil Vicente em Barcelos, em 10 de Outubro de 2015.
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terça-feira, 13 de outubro de 2015
José Afonso em Coimbra, em 1983
O último concerto de José Afonso foi o que se realizou no dia 25 de Maio de 1983 na cidade do Porto, organizado por Avelino Tavares, promotor musical da revista «MC - Mundo da Canção».
No dia seguinte ao concerto Zeca Afonso e sua mulher Zélia seguem de comboio para Coimbra, para este receber a medalha de honra da cidade.
O autor da proposta de atribuição da medalha de ouro da cidade ao cantor José Afonso, foi António Portugal e aceite por unanimidade pela Assembleia Municipal de Coimbra.
Entre guitarras de fado e estudantes de Coimbra, no dia 26 de Maio no Jardim da Sereia, Zeca agradece a homenagem e o Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Fernando Luís Mendes Silva, no final da sua intervenção diz o seguinte:
“A cidade de Coimbra, a tua cidade, em momento de gratidão bem alto, concedeu-te a medalha de ouro com que distingue os seus vultos mais ilustres.
Bem a mereceste, pois fazes parte da sua história por direito próprio.
Perdoa o meu orgulho e o meu desvanecimento, mas nem imaginas a felicidade que vai em mim.
Obrigado, Zeca.
Volta sempre. A casa é tua”.
“Não quero converter-me numa instituição, embora me sinta muito comovido e grato pela homenagem” - respondeu José Afonso.
Este é um pequeno excerto dessa homenagem:
... e aqui outras intervenções de Zeca e a gravação dessa homenagem:
Gravação completa do disco que saiu à revelia de José Afonso, gravado nesta homenagem.
Participação dos cantores Luis Marinho, António Bernardino, dos guitarristas António Portugal, António Brojo e dos violas Aurélio Reis, Luis Filipe e Rui Melo Pato.
Obs: O fado que o Zeca canta neste registo (Saudades de Coimbra) não é o som original dessa homenagem.
Mário Lima
No dia seguinte ao concerto Zeca Afonso e sua mulher Zélia seguem de comboio para Coimbra, para este receber a medalha de honra da cidade.
O autor da proposta de atribuição da medalha de ouro da cidade ao cantor José Afonso, foi António Portugal e aceite por unanimidade pela Assembleia Municipal de Coimbra.
Entre guitarras de fado e estudantes de Coimbra, no dia 26 de Maio no Jardim da Sereia, Zeca agradece a homenagem e o Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Fernando Luís Mendes Silva, no final da sua intervenção diz o seguinte:
“A cidade de Coimbra, a tua cidade, em momento de gratidão bem alto, concedeu-te a medalha de ouro com que distingue os seus vultos mais ilustres.
Bem a mereceste, pois fazes parte da sua história por direito próprio.
Perdoa o meu orgulho e o meu desvanecimento, mas nem imaginas a felicidade que vai em mim.
Obrigado, Zeca.
Volta sempre. A casa é tua”.
“Não quero converter-me numa instituição, embora me sinta muito comovido e grato pela homenagem” - respondeu José Afonso.
Este é um pequeno excerto dessa homenagem:
... e aqui outras intervenções de Zeca e a gravação dessa homenagem:
Gravação completa do disco que saiu à revelia de José Afonso, gravado nesta homenagem.
Participação dos cantores Luis Marinho, António Bernardino, dos guitarristas António Portugal, António Brojo e dos violas Aurélio Reis, Luis Filipe e Rui Melo Pato.
Obs: O fado que o Zeca canta neste registo (Saudades de Coimbra) não é o som original dessa homenagem.
Mário Lima
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José Afonso (Zeca Afonso)
terça-feira, 6 de outubro de 2015
José Afonso e Rui Pato - 7 discos, 49 temas
Inédito!
Reunidos pela 1ª vez, por Mário Lima, em 2 horas e 36 minutos, os 49 temas que fazem parte dos 7 discos originais, da dupla José Afonso e Rui Pato, entre 1962 e 1969.
«Obrigado Mário Lima. Excelente trabalho que nos vem recordar "um Zeca" que se vai perdendo na memória: o Zeca antes do mito, o Zeca do salazarismo, o Zeca de Coimbra».
Rui Pato
«Rui, sobre o Zeca e sobre o companheiro que foi o seu suporte na viola durante sete anos.
Ambos são merecedores e a ambos temos que estar reconhecidos.
Se enlacei o meu braço com o Zeca lá longe onde o sol castiga mais, no cinema Chiloango em Cabinda, de farda vestido, esse enlace era como se ali ao lado estivesse, não só o Adriano e o Fausto, mas também o Rui, pois vocês eram a música que tinha nas minhas cassetes que ouvia na solidão do meu quarto em Tando Zinze, uma aldeola perdida nas matas do Maiombe.
Foram dois anos a ouvi-los e, de tal forma, que no fim da minha comissão as fitas estavam gastas.
Muitas vezes os que cantam e tocam não têm ideia da companhia que nos fazem, quando fitámos o horizonte sempre pensando se haveria um amanhã.
Grande Abraço, Rui e Obrigado por tudo»
Mário Lima
Reunidos pela 1ª vez, por Mário Lima, em 2 horas e 36 minutos, os 49 temas que fazem parte dos 7 discos originais, da dupla José Afonso e Rui Pato, entre 1962 e 1969.
«Obrigado Mário Lima. Excelente trabalho que nos vem recordar "um Zeca" que se vai perdendo na memória: o Zeca antes do mito, o Zeca do salazarismo, o Zeca de Coimbra».
Rui Pato
«Rui, sobre o Zeca e sobre o companheiro que foi o seu suporte na viola durante sete anos.
Ambos são merecedores e a ambos temos que estar reconhecidos.
Se enlacei o meu braço com o Zeca lá longe onde o sol castiga mais, no cinema Chiloango em Cabinda, de farda vestido, esse enlace era como se ali ao lado estivesse, não só o Adriano e o Fausto, mas também o Rui, pois vocês eram a música que tinha nas minhas cassetes que ouvia na solidão do meu quarto em Tando Zinze, uma aldeola perdida nas matas do Maiombe.
Foram dois anos a ouvi-los e, de tal forma, que no fim da minha comissão as fitas estavam gastas.
Muitas vezes os que cantam e tocam não têm ideia da companhia que nos fazem, quando fitámos o horizonte sempre pensando se haveria um amanhã.
Grande Abraço, Rui e Obrigado por tudo»
Mário Lima
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Poesia Para Todos - «Coimbra - O Canto a Guitarra e a Poesia»
Um programa de Carlos Carranca com apresentação de Laura Galvão e participação especial de Augusto Camacho.
Realização de Miguel Babo.
Poesia Para Todos - Coimbra - O Canto a Guitarra e a Poesia from MFB Prod on Vimeo.
Realização de Miguel Babo.
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terça-feira, 8 de setembro de 2015
Recital do Grupo Serenata de Coimbra no Teatro Trindade - Lisboa, 1986
"O “Grupo Serenata de Coimbra” participou em julho de 1986 um sarau solidário a favor da Unicef no Teatro da Trindade em Lisboa preenchido com poesia, teatro e fados que foram registados pela Intervídeo numa produção de Firmino Amaral e José António Crespo, realizada por Nunes Forte.
Foram interpretados alguns dos temas mais belos e clássicos do reportório coimbrão nas vozes de João Frada, Costa Santos, Sutil Roque, Luiz Goes, Fernando Rolim, Alcindo Costa, Alexandre Herculano, Augusto Camacho, Jorge Gouveia e Ângelo Araújo.
Em guitarras: Francisco Vasconcelos e Luís Plácido e em violas Alcindo Costa, João Alpoim e Àlvaro Bandeira
Para os apreciadores da música de Coimbra será certamente um programa emocionante que guardámos em cassete e que temos o prazer de partilhar agora quase 30 anos depois.
Alguns dos participantes ainda costumam atuar (...)"
Nunes Forte
(realizador do programa)
Agosto de 2015
Foram interpretados alguns dos temas mais belos e clássicos do reportório coimbrão nas vozes de João Frada, Costa Santos, Sutil Roque, Luiz Goes, Fernando Rolim, Alcindo Costa, Alexandre Herculano, Augusto Camacho, Jorge Gouveia e Ângelo Araújo.
Em guitarras: Francisco Vasconcelos e Luís Plácido e em violas Alcindo Costa, João Alpoim e Àlvaro Bandeira
Para os apreciadores da música de Coimbra será certamente um programa emocionante que guardámos em cassete e que temos o prazer de partilhar agora quase 30 anos depois.
Alguns dos participantes ainda costumam atuar (...)"
Nunes Forte
(realizador do programa)
Agosto de 2015
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Serenata Monumental da Queima das Fitas de Coimbra - 1994
Transmissão feita em directo pela SIC.
Participação do Grupo Quarto Crescente da TAUC (1994)
Rui Ferreira, José Manuel Beato (vozes),
Tiago Cunha, Miguel Drago (guitarra portuguesa),
Adamo Caetano, Paulo Larguesa (guitarra clássica)
Desfolhada - Artur Paredes - solista Miguel Drago
Balada da Saudade - canta Rui Ferreira
Fado dos Beijos - canta José Beato
Variações em Sol Maior - Artur Paredes - solista Tiago Cunha
O Meu Fado - canta Rui Ferreira
Fado das Andorinhas - canta José Beato
Balada de Despedida do IV ano de Filosofia 1993 - 94
Balada de Coimbra - J. Elyseu arr A. Paredes - solista Miguel Drago
O programa Praça Pública, da SIC, fez uma reportagem sobre a Queima da Fitas, neste mesmo ano (1994):
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terça-feira, 7 de julho de 2015
Francisco Caetano - «Folguedos»
Música: António Maria Dias da Costa
Letra: Amélia Jany
Origem: Coimbra
Função inicial: Fogueiras de São João; serenata popular
Data: 1906
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Quem inventou os folguedos,
As festas do São João,
Quis bem saber os segredos
Ocultos no coração.
Porque a dança doidejante,
A folia que entontece,
Deixa luzir num instante
O que apagado parece.
As estrelas que nos fitam,
Lá da altura a fulgurar,
Vêm seios que palpitam
A paixão em cada olhar.
Os violões com ternura,
As guitarras suspirosas,
Todos falam da ventura
Das nossas almas ditosas.
(estribilho)
Ó raparigas,
Folgai, folgai;
Doces cantigas
Voai, voai.
Sopro divino,
Leve rumor,
Soltai o hino
Do nosso amor.
Fonte - canal YouTube de Margarida Caetano
Via blog Guitarra de Coimbra V
Letra: Amélia Jany
Origem: Coimbra
Função inicial: Fogueiras de São João; serenata popular
Data: 1906
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Quem inventou os folguedos,
As festas do São João,
Quis bem saber os segredos
Ocultos no coração.
Porque a dança doidejante,
A folia que entontece,
Deixa luzir num instante
O que apagado parece.
As estrelas que nos fitam,
Lá da altura a fulgurar,
Vêm seios que palpitam
A paixão em cada olhar.
Os violões com ternura,
As guitarras suspirosas,
Todos falam da ventura
Das nossas almas ditosas.
(estribilho)
Ó raparigas,
Folgai, folgai;
Doces cantigas
Voai, voai.
Sopro divino,
Leve rumor,
Soltai o hino
Do nosso amor.
Fonte - canal YouTube de Margarida Caetano
Via blog Guitarra de Coimbra V
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
Francisco Caetano - «Marcha do Pátio da Inquisição»
Título: MARCHA DO PÁTIO DA INQUISIÇÃO (marcha)
Título vulgar: Canções do Rancho
Música: José das Neves Elyseu
Letra: Henrique Martins de Carvalho
Data: 1903
Origem: Coimbra, Pátio da Inquisição
Função inicial: Fogueiras de São João; serenata popular
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Fonte - canal YouTube de Margarida Caetano
Via blog Guitarra de Coimbra V
Título vulgar: Canções do Rancho
Música: José das Neves Elyseu
Letra: Henrique Martins de Carvalho
Data: 1903
Origem: Coimbra, Pátio da Inquisição
Função inicial: Fogueiras de São João; serenata popular
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Fonte - canal YouTube de Margarida Caetano
Via blog Guitarra de Coimbra V
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domingo, 28 de junho de 2015
O «Choradinho» de Coimbra
"O Choradinho de Coimbra que João de Deus repenicava uma oitava alta na viola toeira pelos idos de 1850 e tais. Interpretação do tenor popular Francisco Caetano, acompanhado por seus irmãos Alberto (alaúde) e José (violão de duplo cravelhal)."
António Manuel Nunes
Blog Guitarra de Coimbra V
Vídeo de Margarida Caetano
Título: Choradinho
Incipit: Igreja de Santa Cruz
Música: popular
Letra: popular
Origem: Alta de Coimbra
Função inicial: serenata?
Data: 2ª metade do século XVIII; 1º quartel do século XIX
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Igreja de Santa Cruz (bis)
(Ai) Feita de pedra morena
Dentro dela ouvem missa (bis)
(Ai) Dois olhos que me dão pena.
Larilolela
(Ai) Lirilili
Não chores amor,
Eu sofro por ti.
Arrumei c'uma laranja (bis)
(Ai) De Santa Clara ao cais
Para ver se me esquecias (bis)
(Ai) cada vez me lembras mais.
Larilolela
(Ai) Larilóló
Não chores amor,
Não chores, lóló
Larilolela
Santa Comba Dão
Nasceu-me uma rosa
Na palma da mão (bis)
Santa Comba Dão.
Corre, corre, meu cavalo (bis)
(Ai) Enquanto puderes correr
À porta da minha amada (bis)
(Ai) Até vir o amanhecer.
Larilolela
Santa Comba Dão
Nasceu-me uma rosa (bis)
Na palma da mão (bis)
Santa Comba Dão.
António Manuel Nunes
Blog Guitarra de Coimbra V
Vídeo de Margarida Caetano
Título: Choradinho
Incipit: Igreja de Santa Cruz
Música: popular
Letra: popular
Origem: Alta de Coimbra
Função inicial: serenata?
Data: 2ª metade do século XVIII; 1º quartel do século XIX
Alaúde: Alberto Caetano
Violão: José Caetano
Igreja de Santa Cruz (bis)
(Ai) Feita de pedra morena
Dentro dela ouvem missa (bis)
(Ai) Dois olhos que me dão pena.
Larilolela
(Ai) Lirilili
Não chores amor,
Eu sofro por ti.
Arrumei c'uma laranja (bis)
(Ai) De Santa Clara ao cais
Para ver se me esquecias (bis)
(Ai) cada vez me lembras mais.
Larilolela
(Ai) Larilóló
Não chores amor,
Não chores, lóló
Larilolela
Santa Comba Dão
Nasceu-me uma rosa
Na palma da mão (bis)
Santa Comba Dão.
Corre, corre, meu cavalo (bis)
(Ai) Enquanto puderes correr
À porta da minha amada (bis)
(Ai) Até vir o amanhecer.
Larilolela
Santa Comba Dão
Nasceu-me uma rosa (bis)
Na palma da mão (bis)
Santa Comba Dão.
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terça-feira, 9 de junho de 2015
A noite e a cidade de Coimbra
Às imagens, junta-se a «Canção da Primavera», um mimo executado pelo autor Francisco Martins na guitarra e por Rui Pato na viola. Podem vê-los e ouvi-los aqui, no programa televisivo «Canção de Coimbra - Anos 80», de José Mesquita.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
«Intenções - Coimbra - Um fado por condição» - CD de Manuela Bravo
«Fado por condição» deu uma celeuma enorme na Coimbra dos machos, em 1996 (mas hoje parece-me que pouco seria diferente). Comprei o CD à Manuela Bravo, contactando-a através de uma mensagem na sua página no Facebook e amavelmente enviou-mo pelo correio.
Deixo-vos aqui a capa, contracapa e a página dos agradecimentos do CD. E o desejo de Manuel Alegre:
"Não quero um fado de museu, empalhado e policiado.
Quero um fado vivo e livre, aberto ao mundo e à vida.
Tanto mais de Coimbra quanto mais universal.
Tanto mais nosso quanto mais de todos".
Bem bonito, ouvir fado de Coimbra cantado por uma voz feminina. Adoraria que uma mulher me cantasse uma serenata...
E entre uma boa voz masculina e uma boa voz feminina, a cantar o Fado de Coimbra, prefiro... ambas!
Deixo uma sugestão: façam como eu e adquiram este CD.
Se quiserem apreciar cada uma das músicas, estão disponíveis nesta publicação no blog da Tuna Meliches.
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Fado e canção de Coimbra
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
«Feiticeira» - Trovadores do Mondego na VI Mostra de Doçaria Conventual e Regional de Coimbra
5 de Outubro de 2014
Quartel General da Brigada Ligeira de Intervenção
Ó meu amor,
Minha linda feiticeira,
Eu daria a vida inteira
Por um só beijo dos teus!
Por teu amor,
A minha vida era pouca,
P'rà beberes da minha boca
Num beijo de eterno adeus!
Ó meu amor,
Sonho lindo este que eu tive,
Única esperança que vive
Na minh'alma a soluçar!
Por teu amor
Eu morria de desejo:
Deste-me a vida num beijo
E eu vivi p'ra te beijar!
Letra e música de Ângelo Araújo
Original do filme «Capas Negras» aqui.
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Coimbra (notícias),
Fado e canção de Coimbra
sábado, 12 de abril de 2014
Coimbra para ser Coimbra, três coisas há-de contar...
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Fado e canção de Coimbra
quinta-feira, 13 de março de 2014
domingo, 28 de julho de 2013
O meu menino é d'oiro....A família Moreirinhas na maior! Grande Alfredo quem canta assim encanta.
Só gostaria de dizer, que nunca tínhamos ensaiado antes! Foi a primeira vez que tocámos juntos.
Da esquerda para a direita, são: Jorge, Tiago, Custódio, Alfredo e Durval, todos Moreirinhas.
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Fado e canção de Coimbra
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Temos guitarrista (e acompanhante à viola)!
Uma das guitarras de Carlos Paredes voltou a tocar, nas mãos de dois estudantes de Coimbra.
«Divertimento» de Carlos Paredes por Manuel Coroa e Steve Fernandes (excerto)
Manuel Coroa (tocando numa das guitarras de Carlos Paredes que deixou em testamento à cidade de Coimbra)
Steve Fernandes (viola)
Última música do Espectáculo de Homenagem a Carlos Paredes.
Coimbra, Casa da Escrita
12 de Outubro de 2012
Integrado nas Conferências de Outubro - «A guitarra e o fado de Coimbra»
Por curiosidade, fica aqui também o mesmo «Divertimento», tocado pelo próprio Carlos Paredes:
«Divertimento» de Carlos Paredes por Manuel Coroa e Steve Fernandes (excerto)
Manuel Coroa (tocando numa das guitarras de Carlos Paredes que deixou em testamento à cidade de Coimbra)
Steve Fernandes (viola)
Última música do Espectáculo de Homenagem a Carlos Paredes.
Coimbra, Casa da Escrita
12 de Outubro de 2012
Integrado nas Conferências de Outubro - «A guitarra e o fado de Coimbra»
Por curiosidade, fica aqui também o mesmo «Divertimento», tocado pelo próprio Carlos Paredes:
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
A MINHA HOMENAGEM A LUIZ GOES!
Tempos de Coimbra Aula Magna, 1989. Fado da Despedida: música e letra de Luiz Goes. Arr. António Portugal. Músicos: António Portugal, António Brojo, Rui Pato, Aurélio Reis, Luís Filipe
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sábado, 10 de dezembro de 2011
AINDA SOBRE O FADO DE COIMBRA - CONTRIBUTO DE CARLOS CARRANCA
CARLOS CARRANCA: - Imaginem que este sou eu a cantar com 18 anos de idade. Ano de 1975, CENTRO RECREATIVO DO BAIRRO NORTON DE MATOS,a) mês de Dezembro, salvo erro.
Esta sessão originou a primeira bronca pós - 25 de Abril entre aqueles que se opunham ao fado de Coimbra e os que eram a favor. Salão à cunha e até a polícia foi necessária para proteger estes três da fotografia. O guitarrista era o Flores (carteiro de profissão), um salatina. Quanto ao viola, infelizmente, esqueci o nome. Só me acompanhou dessa vez. Foi a primeira vez que alguém, de capa e batina, cantava, publicamente FADO de COIMBRA depois da Revolução Democrática do 25 de Abril.
Nota do ADM
a) hoje Centro Norton de Matos- o cenário está montado no palco do ginásio.
enviado por Carlos Carranca
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
CARLOS CARRANCA NA AULA MAGNA)
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