terça-feira, 10 de setembro de 2013

ANIVERSÁRIO

PAULO DE OLIVEIRA RAFAEL

10-09-1929 / 10-09-2013

84 ANOS

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Arte no Poste

 Trabalho de fino gosto com Arte e engenho (curso superior em postes).
O desenrasca para muitos cabos e só um poste.
Quantos cabos?


Um Abraço.
Tonito.

A árvore da família.

Esta Mosaïculture é uma homenagem à família.
Uma árvore marca muitas vezes a nascensa de uma criança pelo que existem em Montreal dois bairros de nomes muito compridos, Mercier-Hochelaga-Maisonneuve e Rosemont-La Petite-Patrie, que oferecem um programa de plantação de uma ávore com a finalidade de festejar a nascensa de um recém-nascido.
Esta árvore representa uma família aonde os seus braços principais representam os pais e ao mesmo tempo os bairros acima descritos.

domingo, 8 de setembro de 2013

CNM - REVISTA DE IMPRENSA

Revista Notícias MAGAZINE

Coimbra com força na verga

Na Feira sem Regras de 7 de Setembro de 2013, pedi autorização ao Sr. Álvaro para o fotografar, enquanto fazia o seu trabalho em verga, com a torre da Universidade ao fundo.


ANIVERSÁRIO

JORGE LOPES ROSA

08-09-1946 / 08-09-2013

67 ANOS

"Encontro de Gerações" deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!

sábado, 7 de setembro de 2013

Coexistência

Este Mosaïculture transmite-nos a paisagem da cidade de Busan, situada na península coreana, o que nos permite de continuarmos a viajar por diferentes países. Esta cidade portuária tem como base um equilíbrio entre o desenvolvimento e a conservação. Para marcar o seu desenvolvimento pode-se ver na primeira foto em baixo a ponte de Gwangan, simbolo do desenvolvimento e modernismo.
O homem em costume tradicional coreano, pratica uma dança que nos põe em contacto entre os seres humanos e a natureza do passado.
O equilíbrio entre o homem e a natureza é uma relidade desta cidade.



Fotos: Joana/Telemóvel

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

RECORDANDO!

CLUBE RECREATIVO DO CALHABÉ


Foto da inauguração da 3ª sede -  25 de Abril de 1937

Obreiros do novo Clube Recreativo do Calhabé:Joaquim Maria Domingues o mestre de obras e construtor do edifício) Alberto Coelho Felício(proprietário), José Júlio Simões, António Maria de Sousa, Bernardo Teles, Avelino Teles, Francisco Cabral, António Cabral, Raúl Domingues, Agostinho Rovira e João Baptista

Foto actual 30 de Agôsto de 2013
Várias actividades:Desportivas, pesca desportiva, danças de salão, recreativas, culturais, canto, palestras e conferências e de benemerência.
No Teatro  1941
Nota ADM EG.Alguns dos nomes desta foto têm a ver com o Bairro Norton de Matos, como Luis Garísio-morou na actual rua de Moçambique(Quinta da Cheira), Américo Costa-Praça dos Açores,  Alda Domingues,  Luis Soares(será o pai do Vitor Soares?-praça da India.
A filha de António Domingues será Celestina que casou com o Ferrinha da rua Gonçalves Zarco

DE Fernando Rovira do Livro - O CALHABÉ DO MEU TEMPO  1930-1960

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

EM LOUVOR DOS BOMBEIROS DE PORTUGAL



Há, durante os meses de Verão, um Portugal que se diverte e se retempera das canseiras de um ano. Há também aqueles que, por razões profissionais, doença, incapacidade financeira ou simples fobia a viagens, passam as férias na zona da sua residência. E há ainda os outros que, zelando pelos bens de todos nós, colocam em risco o seu bem mais precioso – a vida.

Como cidadão, vou estando atento ao que se vai passando pelo país e é a morte de mais um bombeiro de Valença ocorrida hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra, que me faz partilhar com os amigos todo o meu pesar. São já sete os bombeiros mortos e muitos os feridos.

Talvez o facto da minha vida profissional ter sido ligada à floresta, me desperte ainda mais a atenção para toda esta tragédia. Recordo que numa situação de apuro, já lá vão muitos anos, me juntei a muitos outros funcionários florestais num violento incêndio em Arganil. Foi uma tarde e noite de pesadelo. Lembro-me de às primeiras horas da madrugada, estarmos todos exaustos e famintos.

Sei, por isso, dar o valor ao sofrimento destes homens e mulheres. Mas sei - também sei - que parte dos fogos florestais são de origem criminosa. A Policia Judiciária já identificou o perfil dos indivíduos que o fazem. Mas há igualmente interesses subjacentes a este flagelo, se pensarmos que a madeira queimada, vale muito menos dinheiro que uma árvore saudável e disso se queixam muitos proprietários, que vêm as suas florestas dizimadas, a serem pagas por preços irrisórios, numa lógica do “pega ou larga”, completamente desprotegidos e vítimas de oportunismos de ocasião.

Lembro-me de se organizar lotes de madeiras ardidas, para serem vendidos em hasta pública. E recordo a prática do “cambão”, entre industriais do setor, combinados uns com os outros, por forma a licitar os lotes por preços muito baixos, quando os “queimados” pertenciam às Matas Nacionais. Nada era transparente, a não ser o profissionalismo daqueles que, não ganhando nada com isso a não ser o seu salário, tentavam obter um preço justo para os Cofres Públicos. Afinal, uma dignidade profissional tão vilmente maltratada e posta em causa nos dias de hoje, para justificar práticas políticas obscuras.   

A morte de tantos bombeiros, porém, faz também refletir sobre a margem de segurança – se assim se pode chamar – a que estes homens devem trabalhar, no sentido de não serem surpreendidos. Ouvi muitas vezes – vezes sem conta – que a estratégia de ataque a um fogo urbano de grandes proporções (recordo aqui o Chiado, na capital) nada tem a ver com as técnicas de combate a fogos florestais.

Ainda há dias, uma patente superior dos bombeiros, alertava para esse facto. Uma situação grave, não pode tirar o discernimento a quem deve saber como não colocar os homens em risco ou, pelo menos, no risco mínimo de uma fatalidade. A idade dos nossos bombeiros falecidos, quase todos na flor da vida, faz-me meditar sobre a sua generosidade e no ímpeto normal de quem tem do perigo eminente, uma ideia que só é amadurecida com a experiência de muitos anos nestes sinistros. Estes jovens, homens e mulheres, são os nossos heróis. Um dia, alguém apelidou esta geração de rasca. Uma frase muito infeliz, de quem a produziu.

Nesse aspeto, aqui lembro a especialização de Mestres e Guardas Florestais no combate a fogos. Sempre lá andaram e, que me recorde, não tenho ideia de nenhuma baixa nesta classe profissional, neste particular.

Não será descabido aqui refletir, que o problema dos fogos florestais, não se resume a atacar um qualquer sinistro. É a montante que está a chave do relativo sucesso deste flagelo. Que o mesmo é dizer, que é numa ação concertada de toda as entidades envolvidas na preservação e manutenção do nosso património verde, na reflorestação, no reordenamento do território em termos de mancha florestal e na limpeza das matas particulares e do Estado, tão degradadas e entregues a si próprias, que poderá permitir alguma trégua em todas as épocas estivais. As lixeiras a céu aberto, em que se transformaram as matas, com a consequente carga térmica, são fatores de ignição que dão origem a uma percentagem significativa de incêndios.
Porém, há ainda que recordar as causas naturais, caso de trovoadas e faíscas, com uma componente elevada de risco. Dos incêndios de origem criminosa, é opinião generalizada que uma moldura penal mais rigorosa desmotivaria os pirómanos. Um engano, atrevo-me a dizer. Este tipo de crime sempre houve e sempre haverá e é de impossível resolução, se pensarmos que a mente de cada indivíduo é uma carta fechada e não é humanamente possível às autoridades, descobrir o que vai no íntimo de cada cidadão.  
A desocupação das casas florestais onde os guardas viviam com as suas famílias, também tem muito a ver, em minha opinião, com o abandono das Matas do Estado. Havia uma relação de proximidade e, cada Mestre ou cada Guarda, conhecia o perímetro florestal onde estava inserido, como as suas próprias mãos. Também dos assalariados florestais que, sob a sua orientação, removiam todos os pontos de conflito entre a floresta e o meio ambiente, suscetíveis de dar origem a focos de incêndio.

Naturalmente, que sempre houve este tipo de sinistros, mas a atenção era redobrada e os fogos postos uma realidade. Porém, as sete Administrações Florestais da Zona Centro – Aveiro, Mira, Figueira da Foz, Lousã, Bussaco, Arganil e Águeda – pugnavam pela manutenção deste património, herança importante para as futuras gerações.

Das casas abandonadas, pretendem agora requalifica-las para turismo. Mas a quem interessa fazer turismo numa antiga casa florestal, com um horizonte desolador de cinza e esqueletos de pinheiros, carvalhos e eucaliptos, pergunto-me? Nem tudo, após abril, correu bem. A fúria reformista, em alguns casos, levou a cometerem-se erros crassos, ostracizando quem, com conhecimento de causa, zelava por aquilo que nos pertence a todos – as Matas Nacionais.

Porém, é aos Bombeiros que venho aqui prestar a minha homenagem. Uma saudação bem sentida, com a preocupação e os votos de que todo o equipamento perdido neste brutal combate possa ser substituído e entregue a quem dele necessita, já que, infelizmente, o maior mal, a perda de vidas humanas, não há forma de recuperar. Apenas perpetuar a sua memória.

Bem hajam pela vossa abnegação e esforço, Bombeiros de Portugal.
Quito Pereira   

Mosaïcultures internationales de Montreal 2013

Os Javalis da Ilha de Sally, não é mais do que uma obra dedicada ao meio ambiente criada por Sally Matthwes do País de Gales, verdadeiro génio. Criada em pleno jardim botânico de Montreal, a artista baseou-se nele para dar vida e movimento aos javalis a partir de materiais vegetais inertes existentes no local.
Estes novos guardas da Ilha de Sally transportam-nos junto dos espíritos da floresta que os perseguem.
A própria ordem das fotos abaixo dão-nos uma noção nítida do movimento dos cinco animais presentes nesta obra vistos de três ângulos diferentes e que o Quito muito deve adorar.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

ENCONTRO COM A ARTE - EXPOSIÇÃO DE PINTURA

MÁRIO SILVA irá expor na Casa Municipal da Cultura a mote “Coimbra, meu amor”.
O Mestre dará a conhecer ao Público, não só algumas das suas já afamadas “coimbras”, bem como obras de índole histórico-cultural e lendário, figurarão obras como “O Milagre das Rosas, “Inês de Castro”, ou “As Ninfas do Mondego”. Coimbra pela Mão de Mário Silva, para ver e descobrir a partir de quinta-feira dia 5 pelas 11h30 na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
Estará patente até dia 15 de Setembro.




Reprodução (face book)

Mosaïcultures internationales de Montreal 2013

Cidade viva.

O bairro de Ville Maria é o centro cultural, económico e turístico desta cidade com mais de setenta mil habitantes. Tem a particularidade de ser um local de paz dentro das ruas da baixa derivado aos projectos com o fim de criar o máximo de tranquilidade, segurança e qualidade de vida para as pessoas que aí se deslocam.
O excelente trabalho que podemos admirar é composto por dezasseis mil plantas.
A bicicleta de aluguer camarário Bixi, meio de transporte ecológico e excelente para a saúde, não podia faltar.


Empregado de mesa.

Uma referência aos arranha-céus desta cidade localizados neste bairro.


A família

Foto: Joana/Telemóvel

ANIVERSÁRIO

ANTÓNIO SIMÕES DIAS
               TONITO

04-09-1946 - 04-09-2013
67 ANOS
"Encontro de Gerações" deseja

FELIZ ANIVERSÁRIO!

PARABÉNS!
























ERGO A MINHA TAÇA(DIGO O MEU COPO) ALTAMENTE E COM MUITA PROPRIEDADE, CORRECTA E AFIRMATIVAMENTE!


UM BOM ANO !

terça-feira, 3 de setembro de 2013

DIÁLOGO AO AMANHECER ...

São Vaz - Óh João, então quando é que levantamos voo ???
João Miguel - Tem calma Sãozita, que ainda tenho que fazer mais umas verificações técnicas ...
Quito Pereira  

Mosaïcultures internationales de Montreal 2013

A cidade de Assomption cujo a água do rio que a banha esteve altamente poluída durante algumas décadas, é hoje um exemplo do nosso planeta. As árvores, o peixe, a ave e as plantas simbolizam o retorno à vida normal depois da despoluição.
A mão ao centro representa os efeitos do homem sobre a qualidade da água.


Foto:Joana/Telemóvel
Foto:Joana/Telemóvel
Foto: Lucinda/Telemóvel

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Mosaïcultures internationales de Montreal 2013

Num lindo dia de verão, armados de dois telemóveis mais uma bate e foge, os três mosqueteiros


pensaram por bem dar a conhecer um pouco do que viram na competição Internacional de Mosaïcultures de Montréal 2013.

Um aspecto da entrada.



Gato de Madagáscar
Também conhecidos por lémures, existem cinco raças distintas. Trata-se da raça Maki ameaçada de extinção. Segundo os especialistas, este conjundo foi dos mais difíceis a executar pelo tamanho e movimento apresentado.



Fotos: Joana/Telemóvel

domingo, 1 de setembro de 2013

EM FÉRIAS ALGARVIAS...CURIOSIDADE!

 Passagem para a outra margem, apanhar o "combóio de praia" para a praia do Barril
Chegada da outra margem.Apanhar o combóinho  para a praia do Barril


            Já agora uma "vista" do combóio de praia que liga o aldeamento PEDRAS DEL REI à              Praia do Barril

fotos EG (telemóvel), daí...

«Uma valsa triste» - texto do Quito Pereira no Jornal do Fundão de 29 de Agosto de 2013

O «Jornal do Fundão» publicou agora, a propósito da passagem pelo Fundão e por Castelo Branco da «Viagem do Elefante», peça do Trigo Limpo - Teatro Acert baseada na obra homónima de José Saramago, este texto cedido pelo Quito, escrito aquando do falecimento de José Saramago. O «Ensaio sobre uma valsa triste» foi publicado neste blog em 18 de Junho de 2011.





O texto original pode ser lido aqui.

ANIVERSÁRIO

JORGE  ARTUR ALMEIDA

01-09-1942 / 01-09-2013

71 ANOS

"Encontro de Gerações" deseja
FELIZ ANIVERSÁRIO!
PARABÉNS!