sábado, 12 de março de 2011

Governo à Rasca? Deixem de poupar a todo o custo!

300 mil manifestantes em Lisboa e 80 mil no Porto. É obra!
Um rapaz de caracóis louros diz para a televisão que quer que "o Estado caia". E fico à rasca.
Mas muitos outros sinais fazem-me pensar que, se eu estivesse no Governo (actual ou potencial, que já sabemos que isto é uma dança do «Vira» - "ora agora viras tu, ora agora viro eu, ora agora viras tu, viras tu mais eu") ficaria à rasca se não tivesse soluções concretas para corrigir o que tem vindo a ser feito pela porca da política. Não é preciso ter estudos para se saber o que acontece quando se poupa a todo o custo e, pior ainda, em vez de se dar o exemplo ainda se mantêm mordomias adquiridas. É fazer ao país o equivalente a chegar a uma empresa em dificuldades e começar a cortar a torto e direito nas despesas.
Por (de)formação, a frase que mais gostei de ouvir hoje foi esta:

"Economia é a tua tia"

12 comentários:

  1. E estou à espera de ver o Alfredo à Rasca com a gravata de lampreia do Viana.

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  2. Não haja dúvidas que os números são muito representativos. Só que se saiem uns e entram outros... Até deu para rir com "Economia é a tua tia".

    Por aqui o Senador canadiano Raymond Lavigne foi ontem reconhecido culpado por ter fraudado o Governo Federal no total de CAD$10.120,50, 7.484,616 EUR, segundo o Juiz Robert Smith saído no jornal Le Droit de 11.03.11 e outros médias. Por tão pouco... Assim resolvem-se casos.

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  3. Em Portugal continuamos a ser mais cautelosos e ponderados nas decisões judiciais. Tanto que nem as há.

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  4. iiiiiiiiiiiiiiii... ... ... iiiiiiiiiiiiiii... ... ...

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  5. Pois é, há poupanças que nos custam a todos menos a alguns...
    É grave a questão mas sei que não é aqui que a podemos resolver.

    Vamos à gravatinha do Alfredinho?
    Não resisto a contar-te, meu caro PM, o drama que hoje se ia desenrolando no "Côta".
    Estrategicamente, sentei-me nas costas dele. Ou, melhor dizendo, as costas da minha cadeira virada para as costas da cadeira dele.
    Era uma forma inteligente, como é meu atributo e apanágio, de mostrar indiferença pela sua presença mas também de o ter ali a meu lado, à mão de semear...
    Enquanto me empanturrei em lampreia, fui congeminando a forma de melhor o engravatar.
    Depois de três copos de um "bairrada" muito bom, ganhei coragem e preparei-me para lhe assaltar o pescoço.
    Medi as forças, calculei a distancia, mas eis que... a Daisy, com a sua perspicácia e intuição feminina, me terá lido o pensamento e, com a sua voz doce me disse:
    " Não, Carlos, não mates o meu homem que fico sem ele e não consigo arranjar outro igual".
    Confesso que cedi. Desisti da minha firme determinação de apertar o gasganete àquele mafarrico.
    Fraquezas!

    E, prontus.

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  6. Camarada, pá! Nunca mais frequentes cursos de inteligência emocional, que isso é coisa de gajas. Homem que é homem faz os disparates e ainda se gaba, camarada, pá!
    ihihihihih

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  7. Já estou mais perto de vós, o que é uma boa economia. Tem que se aproveitar tudo.
    Ontem estava a cinco horas e hoje quando acordei estava a quatro horas.Isto é um país aonde até na cama se economiza.

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  8. E pensar que a mudança de hora começou com uma brincadeira do Benjamin Franklin...

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  9. São Rosas

    O teu amigo conta-te coisas... não vou esquecer.
    Esse brincalhão do Benjamim às vezes até nos faz mudar de fuso.

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  10. e sem água do Luso!
    Nada de aferrolhar!
    Gastando dinamiza-se a economia da tia!
    E a nossa tia pelos vistos é a República!
    Saia mais uma doze de lampreia!

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